<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417</id><updated>2012-01-24T19:33:35.692-02:00</updated><title type='text'>Mapas do Acaso</title><subtitle type='html'>10 mil destinos. há mais de mil destinos em cada esquina...</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>133</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-5837732209973372772</id><published>2012-01-24T19:30:00.002-02:00</published><updated>2012-01-24T19:33:35.699-02:00</updated><title type='text'>Voz fugitiva</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;"Às vezes na tu'alma que adormece&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tanto e tão fundo, alguma voz escuto&lt;/div&gt;&lt;div&gt;De timbre emocional, claro, impoluto&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Que uma voz bem amiga me parece.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E fico mudo a ouvi-la como a prece&lt;/div&gt;&lt;div&gt;De um meigo coração que está de luto&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E livre, já, de todo o mal corruto,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mesmo as afrontas mais cruéis esquece.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas outras vezes, sempre em vão, procuro&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Dessa voz singular o timbre puro,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;As essências do céu maravilhosas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Procuro ansioso, inquieto, alvoroçado,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas tudo na tu'alma está calado,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No silêncio fatal das nebulosas."&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-5837732209973372772?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/5837732209973372772/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2012/01/voz-fugitiva.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/5837732209973372772'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/5837732209973372772'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2012/01/voz-fugitiva.html' title='Voz fugitiva'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-2081553011430913358</id><published>2011-12-24T21:11:00.006-02:00</published><updated>2011-12-24T21:28:43.161-02:00</updated><title type='text'>Dias melhores pra sempre</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-iWIMjLMUipE/TvZevz2IuwI/AAAAAAAAAi8/0TM19t1kadc/s1600/natal-cuidados-pet.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 310px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-iWIMjLMUipE/TvZevz2IuwI/AAAAAAAAAi8/0TM19t1kadc/s400/natal-cuidados-pet.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5689839354693335810" /&gt;&lt;/a&gt;Véspera de Natal e um filme passa pela minha cabeça. É o meu 22º Natal e tanta coisa mudou... Fui crescendo, perdendo a vontade de montar a árvore, de pôr a estrela no topo, de presentes, de me vestir de vermelho e branco religiosamente. De uns anos pra cá uso o dia 24 pra pensar no resto do ano, diferente da maioria das pessoas que deixa isso pro último. E hoje, a única coisa que consigo pensar é nas pessoas que partiram. Seja pra onde for, mesmo que continuem perto de mim, não fazem mais parte da minha vida. Não dividem mais sorrisos, nem abraços nem choros de tristeza. Pessoas sem as quais eu achava que não viveria, e que hoje vivem perfeitamente sem mim. Algumas por terem me esquecido, outras por não fazer mais sentido estarem ao meu lado. Há ainda aquelas que não sabem por que partiram se havia milhões de motivos pra permanecer. Aquelas que estão por aí, em algum lugar desse mundo, talvez pensando sobre o mesmo. Outras não estão pensando em nada. Sinto falta de muita gente na minha vida, pessoas que eram importantes sim, mesmo que não soubessem disso. Mas o tempo passa, as pessoas passam, a vida passa. A gente passa o tempo todo e tem de deixar partir. Não podemos ser âncora de ninguém, temos de ser um porto. E quando não formos mais seguros, devemos sim, com toda a felicidade e paz do mundo deixar que o barco continue a navegar em outra direção, que encontre seu Norte por aí. E é isso que desejo esse ano: que as pessoas se percam, que se encontrem, que vão embora, e se acharem que for o melhor, voltem. Eu quero sentir aquele amor verdadeiro que só admite felicidade. Porque o verdadeiro amor não é quando se está junto, é quando mesmo separados, o maior e único desejo é de que o outro esteja bem. Em paz, feliz. Não importa onde, nem com quem. Amar de verdade é saber que nem sempre se é a melhor companhia pra alguém. Então, que partam. Que naveguem por outros oceanos, porque um dia a gente vai se encontrar, mesmo que eu não saiba quem é você. Todo barco precisa de um porto. Feliz Natal.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=fyp-j_gvwNw"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=fyp-j_gvwNw&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-2081553011430913358?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/2081553011430913358/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2011/12/dias-melhores-pra-sempre.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/2081553011430913358'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/2081553011430913358'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2011/12/dias-melhores-pra-sempre.html' title='Dias melhores pra sempre'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-iWIMjLMUipE/TvZevz2IuwI/AAAAAAAAAi8/0TM19t1kadc/s72-c/natal-cuidados-pet.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-8480804950399479578</id><published>2011-12-13T17:31:00.003-02:00</published><updated>2011-12-13T17:50:03.977-02:00</updated><title type='text'>Noite</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-_Ze4Lsw5WXg/TuesHuuZejI/AAAAAAAAAiw/2Y9oLTFB0TM/s1600/A_Noite_By_Jorge_B._.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 307px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-_Ze4Lsw5WXg/TuesHuuZejI/AAAAAAAAAiw/2Y9oLTFB0TM/s400/A_Noite_By_Jorge_B._.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5685702303380240946" /&gt;&lt;/a&gt;Eu sempre soube que acabaria em nada. Velhas fotos em preto e branco repetidas. Afinal, a natureza segue seu ciclo, por que com o amor seria diferente? A gente nasce e a gente morre. Normal que aconteça isso também com o que as pessoas sentem. Mas às vezes nem chega a se desenvolver, não passa de uma história sem roteiro, uns rascunhos deixados de lado pra escrever algo mais interessante. A gente muda o script sem avisar ninguém que acabou. E até tenta umas cenas mais ousadas, uns atores novos, um drama originalmente grego. E fica por isso mesmo. Porque a verdade é que não há comunicação completa. Não há olhar, não há música, não há palavra que consiga transmitir o que se passa dentro de um ser humano. Se não fosse isso, talvez guerras mundiais fossem evitadas. E finais infelizes também. Má comunicação misturada à parte mais frágil e escura do ser humano resulta em merda. Nada menos que muita merda, vinganças inúteis e partidas. E quem sentia amor, sente raiva. Mais um coração partido. Mais alguns pedaços de passado pra guardar na estante. Junto com os outros prêmios de primeiro lugar no quesito inocência. O mundo é podre. É a eterna batalha da luz e da escuridão. E já tá escuro por aqui há algum tempo. Boa noite.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;a href="http://youtu.be/KI95E94e47Q"&gt;http://youtu.be/KI95E94e47Q&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-8480804950399479578?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/8480804950399479578/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2011/12/noite.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/8480804950399479578'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/8480804950399479578'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2011/12/noite.html' title='Noite'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-_Ze4Lsw5WXg/TuesHuuZejI/AAAAAAAAAiw/2Y9oLTFB0TM/s72-c/A_Noite_By_Jorge_B._.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-149127983111174418</id><published>2011-11-17T00:55:00.005-02:00</published><updated>2011-11-17T01:07:49.398-02:00</updated><title type='text'>my way</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-vecv2YiRS0Y/TsR4vtLtiXI/AAAAAAAAAik/lQCVizIIReM/s1600/casal-de-idosos-brincando-2c97e.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-vecv2YiRS0Y/TsR4vtLtiXI/AAAAAAAAAik/lQCVizIIReM/s400/casal-de-idosos-brincando-2c97e.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5675794191371569522" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Um dia me perguntaram por que meu sorriso sempre foi de menina, mas meu olhar como o de quem já viveu um século e ainda pensa nos cem anos que ainda não viveu. Já me disseram que eu nunca fiz sentido, que sinto calor quando todos sentem frio, e que danço sob a maior tempestade em vez de abrir o guarda-chuva. E já duvidaram mais do que eu lembro das minhas palavras. Não sei se é desconfiança, descaso ou só necessidade de reafirmar minhas fraquezas. Enquanto eu bailava uma valsa sozinha ao som de Piano Bar, recolhia armaduras pelo caminho. Achei que fossem me proteger da ventania e dos destroços que voavam todas as vezes que senti que iria ficar. Mas armadura não desvia tempestade. É preciso procurar um abrigo capaz de nos fazer sonhar com dias de primavera. E eu nem gosto de flores. Ter o olhar de cem anos é enxergar a vida como se fosse acabar a qualquer instante. É fazer tudo, fazer nada. É querer conhecer todas as pessoas do mundo e amá-las como se partissem. Ao meio. É acreditar na alma do ser humano e duvidar dela logo depois. É amar sem pensar no por que e sem precisar falar o tempo todo. É respirar fundo toda vez que o sol nasce e ir a qualquer lugar sem medo de ficar sozinho. É ter medo de ficar pra sempre só. Abrir portas sabendo que alguém um dia vai fechá-las sem ao menos dizer adeus. E que a verdade dói. E que as feridas abertas jamais cicatrizam, no máximo deixam de doer até que alguém vai lá e tira a casquinha. E sangra pra sempre. Ter o sorriso de menina é dizer vem comigo pra sempre quando alguém diz nunca mais. É ter a inocência de acreditar que o mundo é bom e que nuvens são feitas de algodão doce. Até descobrir que elas também derretem. É acreditar em tudo o que falam e no que se sonha também. Ter sorrisos e olhares opostos é saber que amor não acaba, que adeus sempre vai ser até mais, mesmo que ninguém mais acredite nisso. A canção nunca se cansa. Aí você olha pra trás e lembra do que ficou pela metade, dos que partiram sem explicação, dos barcos sem rumo, dos sonhos que afundaram, dos planos e promessas. Das palavras desperdiçadas, dos quilômetros percorridos, dos sorrisos falsos e daqueles tímidos também. De tudo que tentou dizer e nunca conseguiu. Não há verdade onde há escuridão. Se a gente não enxerga, é como se não existisse. Até que o tempo dissolva o silêncio que deixou tudo pra depois. Uma pena o depois ser tarde demais. O amor não espera.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/EG73hhGcp34" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-149127983111174418?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/149127983111174418/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2011/11/my-way.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/149127983111174418'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/149127983111174418'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2011/11/my-way.html' title='my way'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-vecv2YiRS0Y/TsR4vtLtiXI/AAAAAAAAAik/lQCVizIIReM/s72-c/casal-de-idosos-brincando-2c97e.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-7835251458322616202</id><published>2011-11-12T00:59:00.005-02:00</published><updated>2011-11-12T01:15:59.788-02:00</updated><title type='text'>Os mundos de Eduardo</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-0lzuqAnAuwU/Tr3iUikxPaI/AAAAAAAAAiY/te4l95r0a0g/s1600/11296fim.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-0lzuqAnAuwU/Tr3iUikxPaI/AAAAAAAAAiY/te4l95r0a0g/s320/11296fim.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5673939948062981538" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;margin-bottom: 0.0001pt; text-indent: 35.4pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Garamond, serif; line-height: 18px; "&gt;A quarta-feira começara como um dia que fica no meio: já se foram dois dias, faltam dois além dela para o fim de semana chegar. O trânsito de sempre, as centenas de sinaleiras na Beira Mar Norte, o sol se impondo no horizonte da baía, carros, carros, carros. Algumas motos, gente caminhando de um lado para o outro e caminhões barulhentos passando intercalados a mais carros. Era o dia 9 de novembro de 2011. Um show estava marcado há mais de quatro meses na cidade de Curitiba, no Paraná, para as 21h. Eduardo havia esperado cada dia passar como quem espera um filho.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:115%;font-family:&amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Garamond, serif; line-height: 18px; "&gt;“– Não consegui dormir! Estou ansioso para ver o Eddie Vedder.”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Garamond, serif; line-height: 18px; "&gt;Eduardo é um roqueiro que não alcança 1,40 metros de altura, mas já viveu 26 anos e tem a alma maior que a de muito gigante por aí. A banda que provocara insônia em Eduardo era o Pearl Jam. Um grupo de rock norte-americano de Seatlle que trouxe, junto com o Nirvana, as camisas de flanela e o grunge ao mundo. Formada nos anos 90, o Pearl Jam já vendeu cerca de 60 milhões de álbuns, e voltaria a Curitiba após seis anos do último show na cidade. &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Garamond, serif; line-height: 18px; "&gt;Junto com Eduardo, estavam mais 20 pessoas. A excursão estava marcada para sair de Florianópolis rumo à capital paranaense às 9h30, mas alguns imprevistos impediram o micro-ônibus de partir em pontualidade inglesa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Garamond, serif; line-height: 18px; "&gt;“– Cara, minha carteira de motorista caiu no ralo!”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Garamond, serif; line-height: 18px; "&gt;“– Iiiii... Veja com o motorista daquele outro ônibus se ele não tem nada que te ajude a pegá-la. Você não pode embarcar sem documentos, rapaz!”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:115%;font-family:&amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Garamond, serif; line-height: 18px; "&gt;Para sorte de Evandro e da namorada de cabelos vermelhos longos, o outro motorista tinha uma vassoura guardada no bagageiro do veículo. Evandro se abaixou e com a ajuda de alguns homens da excursão conseguiu resgatar sua CNH.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:115%;font-family:&amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;“– Essas coisas só acontecem comigo! Obrigado, galera.”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Garamond, serif; line-height: 18px; "&gt;E assim o micro partiu rumo ao show. Todos esperavam embarcar em um ônibus executivo com espaço para sentar, esticar as pernas, som, um filmezinho, mas o que viram foi o que apelidaram de “latão de sardinha”. Havia apenas um lugar vago, e ele ficara vazio ao lado de Eduardo. Um gigante de um metro e quarenta que havia conquistado dois lugares no ônibus. Os dois últimos, ao lado do banheiro e em cima da roda. Mas conseguira.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:115%;font-family:&amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;“– Depois acham que é preconceito. Porque o cara é baixinho não tem o direito de colocar as coisas dele no assento. Que coloque no bagageiro!”, falava indignado um verdadeiro gigante de 1,90 metros.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Garamond, serif; line-height: 18px; "&gt;Eduardo não ouvira nada, estava em outra dimensão. Com seu &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: Garamond, serif; line-height: 18px; text-indent: 47px; "&gt;discman&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Garamond, serif; line-height: 18px; text-indent: 47px; "&gt; já um pouco ultrapassado na Era do MP3, cantava sem produzir som algum. Balançava a cabeça de um lado para o outro, sempre olhando a paisagem que passava apressada do outro lado da janela. Tocavam músicas bem barulhentas, mas ninguém reclamou.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Garamond, serif; line-height: 18px; "&gt;A viagem seguiu tranquilamente até a primeira parada: um restaurante daqueles de beira de estrada em que a comida é vendida a preço de ouro. Havia seis grandes ônibus e um micro estacionados na frente do local. No restaurante, nunca se vira tanta gente vestida de preto na mesma hora. Camisetas exaltando bandas que nem iriam tocar naquela noite, embora seus donos fossem assistir ao concerto da tal banda de Seatlle. Eduardo foi o último a descer do ônibus e precisava de ajuda pra quase tudo. O &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: Garamond, serif; line-height: 18px; text-indent: 47px; "&gt;Buffet&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Garamond, serif; line-height: 18px; text-indent: 47px; "&gt; era variado, mas alto demais pra ele. Um funcionário do local se dispôs a fazer o prato do roqueiro. E que prato!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:115%;font-family:&amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;“– Pode colocar mais. Isso! Gosto muito de churrasco e esse daqui me disseram que é muito bom!”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Garamond, serif; line-height: 18px; "&gt;Ninguém se atrasou, apenas o motorista que fumava calmamente sob a sombra de algumas árvores. Rumo a Curitiba, alguns passageiros dormiam, outros não paravam de falar um minuto. Mas ninguém reclamou.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Garamond, serif; line-height: 18px; "&gt;Após cinco horas de viagem – uma hora a mais que a previsão – finalmente o grupo estava onde queria estar: bem próximo ao Estádio Vila Capanema, do time de futebol Paraná Clube. O dia estava muito quente, temperatura de 30º C com sensação térmica de quem terá longas horas de espera em uma fila em cima do asfalto sem árvores ou sombra. Eduardo? Estava com um sorriso no rosto, mas continuava isolado em seu mundo ouvindo o que chamava de “a melhor banda de rock alternativo de todos os tempos”. O grupo foi se dispersando e procurando a fila do setor para o qual havia comprado ingresso. Eram todos identificados com uma pulseirinha verde fluorescente, com telefones importantes caso alguém se perca no final do show.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Garamond, serif; line-height: 18px; "&gt;Com apenas 15 minutos de atraso, Eddie Vedder e os outros integrantes do Pearl Jam subiram ao palco, frente a uma multidão de 27 mil pessoas. Gente de todas as idades, tamanhos, credos, religiões e fanatismo. E Eduardo estava lá, na área para deficientes, bem perto de seu ídolo. E continuava cantando música por música como se ainda estivesse em outro mundo. Apenas ele e o Pearl Jam. Ele e a música. Ele e sua mais confiável amiga e companheira de viagens e da vida. Foram quase duas horas e meia do velho e bom &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: Garamond, serif; line-height: 18px; text-indent: 47px; "&gt;rock’n roll&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Garamond, serif; line-height: 18px; text-indent: 47px; "&gt;. Entre alguns dos momentos mais emocionantes da noite estavam os balões vermelhos e os amarelos que o pessoal da pista 1 (em frente ao palco e local mais caro) jogava para o alto enquanto a música era tocada com maestria pelo grupo de Seatlle. Em &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: Garamond, serif; line-height: 18px; text-indent: 47px; "&gt;Alive&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Garamond, serif; line-height: 18px; text-indent: 47px; "&gt;, o que se ouvia era um coro de 27 mil vozes repetindo uníssonas &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: Garamond, serif; line-height: 18px; text-indent: 47px; "&gt;“Ooooo, aaaaaa, ooooo I’m still alive”&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Garamond, serif; line-height: 18px; text-indent: 47px; "&gt;, arrepiando e emocionando até quem não sabia cantar a canção. E para completar, no fim da música o coral gritava &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: Garamond, serif; line-height: 18px; text-indent: 47px; "&gt;“yeah”&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Garamond, serif; line-height: 18px; text-indent: 47px; "&gt; no ritmo dos &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: Garamond, serif; line-height: 18px; text-indent: 47px; "&gt;riffs&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Garamond, serif; line-height: 18px; text-indent: 47px; "&gt; de guitarra e da bateria erguendo o braço pra cima demarcando o tempo da canção. De cima, a multidão parecia ser uma pessoa só.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Garamond, serif; line-height: 18px; "&gt;Terminado o show, era hora de voltar pra casa. Eduardo foi o último a voltar para o micro-ônibus. Ele não queria estar novamente no mundo real. Preferia ficar sozinho no estádio, mesmo sem som e nem luzes no palco.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:115%;font-family:&amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;“– Foi um sonho. Ainda não acredito. Não acredito no que vi e ouvi. Não acredito!”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Garamond, serif; line-height: 18px; "&gt;Repetia seguidamente para todos, em voz baixa. Ninguém respondeu. Dessa vez, o gigante voltou acompanhado, e o grandão de 1,90 metros se satisfez com dois bancos pra si. Eduardo não aceitou a pizza que o dono da excursão oferecia aos passageiros, já com cara de acabados e com o rosto vermelho queimado do sol de horas mais cedo. Tirou um de seus fones de ouvido para pedir um copo de água e logo os colocou de volta. Ele continuava balançando a cabeça de um lado pro outro, mas já não olhava pra fora. Era escuro, em torno de 2h da manhã, e já não se via nada. Eduardo fechou os olhos e pareceu viajar pra outra dimensão. Ele se recusava a voltar para o mundo real. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-7835251458322616202?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/7835251458322616202/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2011/11/os-mundos-de-eduardo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/7835251458322616202'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/7835251458322616202'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2011/11/os-mundos-de-eduardo.html' title='Os mundos de Eduardo'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-0lzuqAnAuwU/Tr3iUikxPaI/AAAAAAAAAiY/te4l95r0a0g/s72-c/11296fim.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-8255949658829815541</id><published>2011-11-11T01:21:00.002-02:00</published><updated>2011-11-11T01:23:36.992-02:00</updated><title type='text'>oi?</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Cambria, serif; "&gt;Estou em algum lugar do planeta Terra em que só há poeira, destruição e um cheiro forte de enxofre e de morte. Tenho quase 15 anos. Não sei por que vim parar no meio desse nada. Apenas acordei aqui, sozinha. Estou um pouco machucada, sinto dores muito fortes. Meu sangue está latejando e meu corpo todo pulsa como se eu tivesse virado um coração gigante. Tenho um colar com um pingente em formato de árvore em minhas mãos. Ouço barulhos de engrenagens enferrujadas, ruídos que não me deixam dormir há mais de 24 horas. Como se ainda houvesse algum tipo de vida em meio à escuridão. Ainda há uma espécie de sol, uma luz por trás de toda essa fumaça, dessa nuvem cinza carregada de tristeza. Tenho vagas lembranças de minha mãe. Ela já era um pouco velha, tinha a voz rouca e andava corcunda. Curvada, como se estivesse o tempo inteiro procurando esperanças no chão. Costumava usar pantufas grandes e caminhava como se estivesse nas nuvens. Passos lépidos e delicados. Já colecionava rugas e histórias de um tempo em que as pessoas ainda se amavam. Um tempo em que os seres humanos acreditavam na vida e neles mesmos. De meu pai não tenho notícias. Sei que era um homem bom, trabalhava para uma fábrica de robôs. Mamãe contava que um dia ele enlouqueceria. Por trabalhar tanto tempo com máquinas, seu coração havia endurecido, e o que restava era uma obsessão por andróides. Nunca entendi o que era obsessão, mas sabia que uma pessoa com um coração duro não seria capaz de amar. Espere, há algo se movimentando. Será que não estou realmente sozinha? Enxergo máquinas destroçadas, pedaços de metal retorcidos e o barulho das engrenagens fica cada vez mais alto, mais próximo de onde estou caída. Sinto medo. É tão ruim ficar sozinha, mas a possibilidade de ter algo desconhecido além de todo nada me enche de pavor. Mamãe dizia que os robôs vieram para nos destruir, e que era impossível crer no que não fora criado por Deus. Nunca entendi quem era Deus, mas devia ser algo muito bom. Nesse momento, há uma criatura toda feita de aço, com alguns parafusos faltando se aproximando de mim. Ela se move lentamente e emite uma luz tão forte que mal posso enxergá-la. Aos poucos começo a lembrar como vim parar aqui. O pingente de árvore em minhas mãos foi o adeus de mamãe. Em sua despedida, falou-me que o ser humano havia falhado mais uma vez. Que isso era apenas o início do nosso fim. Disse para que eu não tivesse medo da solidão, e que isso me tornaria mais forte. Sinto frio, sede, fome e uma espécie de paz. Não enxergo mais nada, a não ser uma luz que insiste em ficar mais forte. O barulho agora começa a desaparecer. Meu corpo pulsa cada vez mais lento, minha respiração já é tranquila. Sinto uma calma tomar conta de mim. Começo a caminhar tão lépida quanto minha mãe, como se estivesse pisando nas nuvens. Dou um último sorriso. Agora já não há escuridão, poeira ou dor, apenas amor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-8255949658829815541?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/8255949658829815541/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2011/11/oi.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/8255949658829815541'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/8255949658829815541'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2011/11/oi.html' title='oi?'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-7076177608344542217</id><published>2011-10-31T22:48:00.004-02:00</published><updated>2011-10-31T23:16:53.033-02:00</updated><title type='text'>De vermelho vive o coração</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.iar.unicamp.br/galeria/INST02.JPG" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 388px; height: 279px;" src="http://www.iar.unicamp.br/galeria/INST02.JPG" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:35.4pt"&gt;O evento estava marcado para oito da noite, mas às seis da tarde já chegavam convidados com no mínimo 50 anos. Balões vermelhos enfeitavam o salão, na verdade um galpão com patrocínios por todos os lados, de materiais para construção Bem Te Vi à Funerária Nosso Lar. Ao lado, o que parecia um barzinho com alguns velhos bêbados e barrigudos se revelou, no fim, algo chamado na região por “casa vermelha”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:35.4pt"&gt;Foram chegando cada vez mais pessoas ao salão, sempre em grupos. O relógio de no mínimo um metro de diâmetro pendurado na entrada marcava cerca de dez horas enquanto os 180 convidados se deleitavam com carnes vindas de espetos de todos os cantos. Garçons vestidos a caráter, feito pinguins, zanzavam de mesa em mesa. Cada uma com 12 pessoas sentadas e enfileiradas. A agilidade não era o forte dos moços de branco e preto. Nas idas e vindas das picanhas, maminhas e costelas o chão era banhado de gordura misturada ao sangue das que ainda estavam mal passadas. No centro do salão, mais comida. A mandioca cozida se desmanchava a cada colherada que tentava colocá-la no prato, na maioria das vezes sem sucesso. Teimosa, grudava na colher com medo de ser devorada.  A salada de alface, tomate e cebola acabou tão rápido quanto o prato com cucas, levemente adocicadas e imprescindíveis nos churrascos da região. O município era Iporã do Oeste, cidadezinha de Santa Catarina com quase oito mil habitantes, a 790 quilômetros de Florianópolis.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:35.4pt"&gt;Ao redor de qualquer mesa se ouvia uma mistura de português com alemão, ou só alemão e uns sons inidentificáveis. O ruído se misturava ao de uma bandinha alemã que entre uma música e outra agradecia aos convidados da região pela presença. O grupo alternava canções conhecidas com marchinhas típicas da Alemanha. Alguns casais se arriscavam a dançar no meio de todos os convidados. A maioria deles sem técnica nenhuma com damas que esbanjavam vestidos esvoaçantes e rodavam pelo salão inteiro, fazendo a alegria de boa parte dos espectadores. O chope era liberado a noite toda, e a cada barril esvaziado notavam-se sorrisos mais bobos e sinceros, gargalhadas mais altas e grupinhos fofocando, todos com copos e canecas na mão. Quando não estavam nas mãos, ficavam abandonados nas mesas com chope pela metade, sem dono. Um senhor de uns sessenta anos embriagava-se bebendo direto de uma jarra. Convidados de 18 aos 80 anos consumiram em poucas horas cinco barris de chope, somando 500 litros de álcool.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:35.4pt"&gt;O aniversariante, Jacob José Butzge, completava naquela noite 90 anos. Dançou com a namorada, com amigas e com todos que participaram de uma dança típica: a polonesa. Um tipo de roda gigante em que os pares trocam durante a música que só acaba quando voltam ao par original. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:35.4pt"&gt;Já passava da meia-noite quando uma mulher conhecida da família tentava tirar chope da máquina sem líquido algum. Nem espuma, nem nada. Insistente, começou a tomar ar. Bateu algumas vezes no barril, falou umas palavras em alemão e bebeu novamente a caneca cheia de nada. Crianças dormiam no colo dos pais e mães pelo salão e um casal brincava de pega-pega, enquanto quatro filhos do aniversariante mais o genro jogavam futevôlei no meio das mulheres impacientes. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:35.4pt"&gt;A porta do galpão se fechou minutos depois de os donos do local recolherem  bancos e mesas, sem camisa e com algumas barrigas bem salientes à mostra. O barzinho da luz vermelha continuava cheio, sem outdoor que o identificasse parecia bem conhecido dos homens da cidade. Às margens da BR, os últimos convidados deixaram a cidade do Grande Oeste sob chuva forte, granizo e neblina. Não se via quase nada a não ser uma faixa branca, faróis vindos da direção contrária e um barulho ensurdecedor de pedras caindo no teto do carro.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-7076177608344542217?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/7076177608344542217/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2011/10/de-vermelho-vive-o-coracao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/7076177608344542217'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/7076177608344542217'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2011/10/de-vermelho-vive-o-coracao.html' title='De vermelho vive o coração'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-5782068968353832625</id><published>2011-10-20T01:52:00.002-02:00</published><updated>2011-10-20T01:54:58.556-02:00</updated><title type='text'>desabafo objetivo</title><content type='html'>&lt;div&gt;Cansada do fica pra mais tarde e até amanhã. Eu quero agora, quero hoje, quero pra sempre.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Se for só mais uma estação, vou deixar passar. Já cansei de me entregar por inteiro e ter só a tua metade. Amanhã ou depois já é tarde demais. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-5782068968353832625?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/5782068968353832625/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2011/10/desabafo-objetivo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/5782068968353832625'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/5782068968353832625'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2011/10/desabafo-objetivo.html' title='desabafo objetivo'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-6353414171489760786</id><published>2011-09-19T00:45:00.004-03:00</published><updated>2011-09-20T00:54:29.701-03:00</updated><title type='text'>vácuo</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-tataqnAzjxU/Tna-ngg5dUI/AAAAAAAAAiQ/cMcCcIicO_0/s1600/sprial.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 264px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-tataqnAzjxU/Tna-ngg5dUI/AAAAAAAAAiQ/cMcCcIicO_0/s320/sprial.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5653915968162329922" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Dizem por aí que insanidade é quando o ser humano repete os mesmos atos sempre esperando consequências diferentes. Se pensar assim, acho que mais da metade da humanidade deveria estar internada em um manicômio. Se é que o mundo já não se tornou um grande conglomerado de insanos. Gente que não dorme, gente que para de comer, gente inconsequente, gente que bate, que bebe demais, gente que fuma. Todos achando que, talvez um dia, quem sabe, alguém encontre uma cura. Que vícios são parte da gente, e até direito. Sempre procurando uma desculpa pra culpar a vida, pesquisando álibis para livrarmos nossos nomes do banco dos réus. Repetindo erros, e por que não, acertos, e imaginando que vai ser diferente. Que as constelações vão intervir, que somos todos especiais e que sempre tem alguém por nós, em algum lugar. E acontece a mesma coisa. Aí deram o nome de frustração. Depois disso vem um pouco de mágoa, um pouco de fúria, uns gritos desesperados e depois silêncio. Todos loucos no mais completo vácuo. E no vácuo ninguém se ouve, não há nada além de silêncio e vazio. Onde não tem ar, não tem conversa, não tem te amo, não tem adeus. No silêncio que vai machucando e matando o resto de ar que ainda existe, exterminando qualquer melodia que alguém queira compor. Silêncio é vazio. E ninguém vive por muito tempo sem nada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;a href="http://youtu.be/OwOEh4UhEcE"&gt;http://youtu.be/OwOEh4UhEcE&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-6353414171489760786?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/6353414171489760786/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2011/09/vacuo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/6353414171489760786'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/6353414171489760786'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2011/09/vacuo.html' title='vácuo'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-tataqnAzjxU/Tna-ngg5dUI/AAAAAAAAAiQ/cMcCcIicO_0/s72-c/sprial.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-8934143673546935361</id><published>2011-09-08T01:11:00.005-03:00</published><updated>2011-09-08T01:18:48.195-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-3gvHx87plrc/TmhA6YpaUHI/AAAAAAAAAiI/Oep-fvFwtfQ/s1600/Porto-Alegre-photo219584-5.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 212px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-3gvHx87plrc/TmhA6YpaUHI/AAAAAAAAAiI/Oep-fvFwtfQ/s320/Porto-Alegre-photo219584-5.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5649837104329019506" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;"Não vou perguntar por que você voltou, acho que nem mesmo você sabe… Eu também não queria perguntar, pensei que só no silêncio fosse possível construir uma compreensão, mas não é, sei que não é, você também sabe, pelo menos por enquanto, talvez não se tenha ainda atingido o ponto em que um silêncio basta? É preciso encher o vazio de palavras, ainda que seja tudo incompreensão? Só vou perguntar por que você se foi, se sabia que haveria uma distância, e que na distância a gente perde ou esquece tudo aquilo que construiu junto. E esquece sabendo que está esquecendo…"&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-8934143673546935361?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/8934143673546935361/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2011/09/nao-vou-perguntar-porque-voce-voltou.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/8934143673546935361'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/8934143673546935361'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2011/09/nao-vou-perguntar-porque-voce-voltou.html' title=''/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-3gvHx87plrc/TmhA6YpaUHI/AAAAAAAAAiI/Oep-fvFwtfQ/s72-c/Porto-Alegre-photo219584-5.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-3938326534598833517</id><published>2011-08-09T03:56:00.004-03:00</published><updated>2011-08-09T04:04:52.472-03:00</updated><title type='text'>dexter</title><content type='html'>Eu aqui de novo. Dessa vez motivada por uma série que me deixou com um nó no estômago. Dexter. Um cara sem sentimentos que mata porque "algo vem de dentro". Não mata pra equilibrar bem e mal, por vingança ou por justiça. Não vê graça em sexo, não tem fé no ser humano e é amado apenas pela irmã. Assim se define. Mata desde pequeno. Começou com animais. Fiquei pensando se o ser humano fizesse o mesmo. Matasse porque uma vontade de deixar as coisas certas se tornou mais forte que o medo de cometer um crime. Na verdade não é o medo de tirar uma vida em si, mas o de ser pego. O medo de saberem que foi você. Vergonha, remorso, o que? Só assisti a dois episódios, mas confesso que tô intrigada com a mente do Dexter. Escrevendo algumas ideias desconexas só porque são quatro da manhã e eu não tenho ninguém com quem comentar. E faz parte da fase "acho que perdi a fé no ser humano". Frieza e racionalidade me parecem boas saídas e rendem menos dividendos ao fim de tudo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-3938326534598833517?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/3938326534598833517/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2011/08/dexter.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/3938326534598833517'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/3938326534598833517'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2011/08/dexter.html' title='dexter'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-3489043198068228926</id><published>2011-08-05T03:33:00.005-03:00</published><updated>2011-08-05T03:50:02.104-03:00</updated><title type='text'>além de mim</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-ieE9JAtcWfg/TjuPdD-w0OI/AAAAAAAAAg4/LVjLkiSQEm0/s1600/aav3.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 186px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-ieE9JAtcWfg/TjuPdD-w0OI/AAAAAAAAAg4/LVjLkiSQEm0/s320/aav3.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5637257088031838434" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Cheguei a um ponto da minha vida de onde não sei mais sair. Parei. Estagnada. Um às de espadas fora do baralho. Não sei se ainda tenho sonhos, ou força pra realizá-los. Perdi a fé e a esperança no ser humano. Perdi o amor pelo caminho. Perdi o amor. Todo. Há alguma coisa lá fora que eu não consigo enxergar, há milhões de coisas aqui dentro que ninguém vê. E não é só sobre amor. É sobre ser você, sobre acordar e não saber o que quer ou como vai ser. É sobre se perder. Eu continuo aí, pelo caminho, meio cambaleando, meio desconfiada, tateando o escuro como se minha visão já não servisse pra nada. Eu desperdicei amor por tantos lugares, joguei por aí meus sentimentos mais puros, perdi alguns pedaços do que me fazia, veja você, singular. Fui me despedaçando a cada vez que me despi do amor-próprio, por você. E quem é você? Eu me deixei num canto ofuscado pra ver a gente brilhar. Mas só fui apagando, queimando tudo, tornando tudo o que toquei cinzas. E não me venha com essa história de que a fênix vai surgir de repente e voar bela e majestosa pra todo mundo continuar acreditando. O ar tá pesado, tá acabando. E a vida aí, todinha pela frente. O vento soprando, a tempestade que não para, frio, frio, frio. Você em algum lugar, longe, longe, aqui. Eu longe do que desejei ser. Minha paz parece aquele horizonte que nunca chega, o sol se pondo todo fim de tarde pra me lembrar que é pouco mesmo. Que o tempo é assim, passado. Eu fui egoísta ao dar tanto amor às pessoas erradas. Mas existe errar no amor? Realmente há um código que pune quem ama demais o que ou quem não deveria? E que marca na alma da gente que foi tanto amor um dia e hoje não há mais nada? Só umas imagens meio bonitas, uma dorzinha que nunca passa, uma saudade crônica, uma vontade de algo que a gente sabe que não existe. E esse túnel que todo mundo tem de passar, tem fim mesmo? Um dia a gente caminha, caminha, caminha e encontra aquela paz, aquela luz, o pote no fim do arco-íris? E descobre que a vida é bela, que sempre foi uma daquelas pinturas abstratas, cheia de pontos, que parecem não ter sentido. Aí você olha mais uma vez, e os pontos se conectam e formam uma história. Uma história que a gente constrói usando total liberdade. A gente vai usando os tons, os pincéis e o estilo que melhor nos convém. Não é assim? Nem sempre vai ser uma imagem digna de aplausos, mas é o que a gente conseguiu fazer. Um esboço, um rascunho, um desastre? E isso é pintar uma vida. E que o medo de que estejamos pintando sempre em preto e branco nos consome a cada madrugada em que uma lágrima sincera ainda cai. Mas vai que um dia alguém pincela com tons de amor. A gente canta assim, escreve uns poemas bonitos, acredita no feliz pra sempre, acredita que ainda pode ser. A gente sempre espera que em algum lugar por aí exista uma alma capaz de tornar nossa tela uma obra de arte, alguém que arrisque um acorde em dó maior.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-3489043198068228926?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/3489043198068228926/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2011/08/alem-de-mim.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/3489043198068228926'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/3489043198068228926'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2011/08/alem-de-mim.html' title='além de mim'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-ieE9JAtcWfg/TjuPdD-w0OI/AAAAAAAAAg4/LVjLkiSQEm0/s72-c/aav3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-560208678262264076</id><published>2011-07-22T17:04:00.007-03:00</published><updated>2011-07-23T04:30:54.809-03:00</updated><title type='text'>Mariana</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-V1l7hP9tmOA/TincEd8nPjI/AAAAAAAAAgw/_bmlfKqP-f0/s1600/silhueta.JPG" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 207px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-V1l7hP9tmOA/TincEd8nPjI/AAAAAAAAAgw/_bmlfKqP-f0/s320/silhueta.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5632274778319961650" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vai passar, vai passar. Foi assim que Mariana passou a vida inteira enfrentando seus pesadelos e seus demônios. Eles passaram, mas o tempo também. Ela respirava fundo, contava até algum número com dezenas de casas decimais, e continuava andando por aí. Nunca teve rumo, acreditava nas pessoas e na vida. Levava o amor dentro da alma como o homem leva a traição no pinto. Nada mais natural. Cresceu lendo Clarice, sentia arrepios com aqueles contos do Caio, releu Pergunte ao Pó o mesmo número de vezes que chorou com Arturo Bandini e aquela garçonete mexicana. Sua maldição era amar. Nem demais, nem de menos. Amar já era uma cruz muito grande pra uma menina de 15 anos carregar. Brigou com a vida algumas vezes, mas depois fez as pazes. Teve o coração partido apenas uma vez, as outras foram só alguns litros de lágrimas e um pouco de ceticismo a mais em sua vida. Nada que não pudesse ser consertado. Tornou-se mulher, conheceu o prazer, gozou, gemeu, gritou. Gritou por ajuda, por amor verdadeiro, pelo passado. Descobriu que os melhores dias de sua vida sempre estiveram no horizonte esperando para ser vividos. E que o passado sempre será mais belo nas lembranças que verdadeiramente foi quando real. Que o ser humano mente. Homem, mulher, gays, lésbicas, simpatizantes. Não importa: o ser humano mente pra sobreviver. Mente por amar demais, mente por não amar, mente por odiar, mente porque gosta e se alimenta de mentiras. Foi aí que percebeu que grande parte da sua vida fora um conto de fadas, meio triste, meio sem roteiro, mas foi. E que a realidade dói. Conheceu caras, deu pra desconhecidos, despiu-se de seus pudores e fez o que jamais imaginara quando menina. Tornou-se mulher. Cheia de exageros, extremismos, histerias, sensibilidades, cheia de amor e sonhos. Mariana só tem 22 e parece que já viveu bem mais que isso. Mariana continua respirando, caminhando pelas areais de praias desertas no inverno, ouvindo que vai passar. A vida vai passando e o tempo de Mariana também. Mariana é só mais uma dessas bilhões de mulheres que procuram uma metade, quando deveriam procurar o amor inteiro. Um dia Mariana vai ser completa. Um dia Mariana também passará.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;a href="http://youtu.be/c_TtEVdQRJk"&gt;http://youtu.be/c_TtEVdQRJk&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-560208678262264076?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/560208678262264076/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2011/07/mariana.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/560208678262264076'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/560208678262264076'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2011/07/mariana.html' title='Mariana'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-V1l7hP9tmOA/TincEd8nPjI/AAAAAAAAAgw/_bmlfKqP-f0/s72-c/silhueta.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-5868249808559978754</id><published>2011-07-18T02:27:00.008-03:00</published><updated>2011-07-19T00:48:25.032-03:00</updated><title type='text'>quase amor</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Gq1VhtcpmV0/TiPG_eo_owI/AAAAAAAAAgo/zxTIuxFxwho/s1600/hoje_perdi_varios_barcos.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 242px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-Gq1VhtcpmV0/TiPG_eo_owI/AAAAAAAAAgo/zxTIuxFxwho/s320/hoje_perdi_varios_barcos.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5630562753002316546" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;sabe, não pensei que voltaria aqui em tão pouco tempo e por outro alguém. no último mês todo o meu ceticismo e teorias sobre amor e tempo foram pelo ralo. cada dia que passa só me deixa mais convencida que falar de amor é perda de tempo. ou ao menos tentar entender como acontece e por que acaba. você já não consegue passar um dia sem pensar, sem sentir muito, a falta. por uma banalidade ele passa a fazer parte das suas madrugadas e sonhos, e você sabe que vai ficar. deveria apenas passar, deixar umas lembranças boas, uma saudade boba, um até mais sem pretensão alguma. mas conseguiu o que poucos conseguiram: tornar-se motivo pra que eu escreva. pra que eu volte nesse emaranhado de lamentações, pra que eu olhe novamente no baú de más lembranças e chegue à conclusão de que vou errar sempre que acontecer de novo. que eu vou cair no mesmo papo, vou sonhar os mesmos sonhos, vou esperar alguém que não vem. os personagens mudam, os signos nem tanto. o sinal de que tinha tudo acabado foi a falta de um adeus, a ausência da despedida. mas eu sou tão teimosa que achei que dessa vez iria ser diferente. acontece que a gente não decide isso, e que quando a história começa com um jogo, alguém sai perdendo. e de novo e de novo e de novo, fui eu. parabéns pela medalha de ouro, eu me contento com a chance de ter jogado contigo....&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-5868249808559978754?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/5868249808559978754/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2011/07/quase-amor.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/5868249808559978754'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/5868249808559978754'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2011/07/quase-amor.html' title='quase amor'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-Gq1VhtcpmV0/TiPG_eo_owI/AAAAAAAAAgo/zxTIuxFxwho/s72-c/hoje_perdi_varios_barcos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-8283097786065882877</id><published>2011-06-12T02:08:00.008-03:00</published><updated>2011-06-12T02:36:24.389-03:00</updated><title type='text'>Adeus</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-lk7ryX_lS8s/TfRQDYeqd7I/AAAAAAAAAgQ/xSo1p5DqY4o/s1600/DSC03835.JPG" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-lk7ryX_lS8s/TfRQDYeqd7I/AAAAAAAAAgQ/xSo1p5DqY4o/s320/DSC03835.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5617202654278743986" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; "&gt;eu sei que disse que iria sumir da tua vida, mas menti. na verdade eu acho que venho aqui pela última vez.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; "&gt;e você tem todo o direito de ignorar. egoísmo ou não, eu preciso. só voltei pra dizer que ficaram as boas lembranças, mas eu preciso seguir, continuar. &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; "&gt;eu sempre amei mais, normal que demorasse mais pra te deixar partir de verdade. e acho que tenho todo o direito de te falar isso. &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; "&gt;tu nunca foi perfeito, mas era do jeito que eu queria e precisava. não vou mentir, eu ainda te procuro nos outros, embora não queira te encontrar. &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; "&gt;aprendi muito contigo, mudei muito por você, e por mim também. todas as vezes que voltei foi impossível não sentir aquela tristeza do nunca mais. é difícil atravessar a borges de medeiros e não lembrar da gente ou sentir um frio na barriga. mas acho que é hora de me desligar de ti, de sumir também. sempre acho que chegou a hora de onde eu começo uma nova vida num presente bonito, sem as más lembranças do passado. mas acaba voltando tudo. sei lá o porquê. tu conseguiste e eu não. dá uma certa inveja até. espero que estejas feliz, ou bem próximo disso. &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; "&gt;o que eu sinto é que amor verdadeiro como o que eu senti por ti eu não vou mais encontrar.. naquele tempo eu era inocente, e tinha uma pureza que eu perdi. talvez tenha sido tão bonito por isso. também não sei dizer se o que aconteceu foi especial ou não. se um dia a gente foi diferente desse monte de relacionamento que começa e acaba com tanto vazio que as pessoas costumam usar pra preencher aquele baita buraco na alma. &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; "&gt;espero que esse seja finalmente um adeus. com quase 22 anos eu não consigo mais sonhar com alguém que vá me fazer feliz. não que esse cara fosse você, mas era o que eu pensava. eu sonhava. aí a gente acabou. enfim. desculpe por voltar mais uma vez aqui, mas &lt;i&gt;eu ainda ando pelas mesmas ruas, a cidade cresce e tudo fica cada vez menor&lt;/i&gt;... &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; "&gt;te cuida. dessa vez é adeus mesmo. chega uma hora que a gente cresce de verdade e tem de esquecer o passado. mesmo que continue doendo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; "&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://twitcam.livestream.com/4ux0o"&gt;http://twitcam.livestream.com/4ux0o&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-8283097786065882877?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/8283097786065882877/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2011/06/seria-mais-facil-fazer-como-todo-mundo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/8283097786065882877'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/8283097786065882877'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2011/06/seria-mais-facil-fazer-como-todo-mundo.html' title='Adeus'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' 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acabou com tudo, tudo, tudo e nem adeus, nem até logo, nada que marcasse o fim, nada que me fizesse acreditar que o abismo não é infinito, que um dia eu cairia em algum lugar e de lá pudesse finalmente me reerguer, mas eu continuo caindo, caindo, caindo no escuro, no desconhecido, no passado, um poço de ilusões perdidas, de sonhos desfeitos, de amores imperfeitos, um pouco de tudo, um pouco da gente que nunca desapareceu completamente, um pouco daqueles cinco dias dentro e fora de ti, um pouco da nossa alma que chegou tão perto, que se conheceu tanto e no fim, tão pouco, daquele inverno, daquela agonia de que uma hora eu iria embora de novo, e que você de alguma forma também iria embora de mim, e a gente iria embora e se perderia, e o tempo nos roubaria o resto do que ainda conseguimos ser, e que não era só mais uma vez, era a última, nosso último beijo, nosso último até logo, o último olhar que nunca haveria porque você foi embora e deu as costas antes de o ônibus partir sabe lá Deus o porquê, se medo de me perder de novo, se era teu adeus mais sincero, se quem sabe, não visse, talvez esquecesse, ou nunca sentisse, mas eu chorei, de alegria, de dor, de amor, de verdade, um choro que dói até hoje, choro de foi tudo perfeito, mas acabou, assim, de repente, num descuido, numa bobagem, a gente se foi, a gente se perdeu, não éramos mais nós, não merecíamos tudo aquilo, não suportamos mais, foi difícil sempre, algum dia desistiríamos, e desistimos. eu só não sei do que.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=wwCykGDEp7M"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=wwCykGDEp7M&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-3269257336052118975?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/3269257336052118975/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2011/06/ultimo-suspiro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/3269257336052118975'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/3269257336052118975'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2011/06/ultimo-suspiro.html' title='último suspiro'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-6118417261423866617</id><published>2011-05-09T23:24:00.005-03:00</published><updated>2011-05-09T23:55:25.326-03:00</updated><title type='text'>Sobre o espelho</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-9KvzKF0Od8U/TcinB9ejxoI/AAAAAAAAAfU/MhWd8MbiQu0/s1600/02_espelho_quebrado%255B1%255D.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 234px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-9KvzKF0Od8U/TcinB9ejxoI/AAAAAAAAAfU/MhWd8MbiQu0/s320/02_espelho_quebrado%255B1%255D.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5604913388387026562" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há três horas ouvindo a mesma canção. E, de alguma forma, tentando enjoar, cansar do mesmo. Ainda não aconteceu. Mas sabe o que alivia nessas horas? Já ter feito o que podia. Ter se deixado preencher, esvaziar. Ter deixado a alma transparecer, mesmo que uma vez, mesmo que por tão poucos minutos. Aparece aquela sensação de alívio. Sabe quando você sente muita sede e consegue depois de muito esforço um copo de água bem gelado? Mais ou menos assim. Alívio por ter tentado. Durante cada segundo de cada dia ter pensado em ti, ter fantasiado um futuro, um passado diferente. E até achar que existe a pessoa certa, mesmo que não seja só uma nesse universo. Mas ter acreditado sim que você, apesar de tantas discordâncias, era pra mim. Naquela manhã, naquele lugar. Eu já sabia. Eu sempre sei. Eu não preciso de tempo, preciso de um olhar. Essa é a vantagem - ou o a desgraça completa - de ser tão sensível à vida. O problema é que você não percebeu, e talvez eu nem seja pra você. É que o ser humano é egoísta mesmo e não aceita que o amor possa ser amor sem troca. Que não é o espelho que faz uma relação bonita ou duradoura, é quando ele quebra. São os reflexos em pedaços, que a gente vai juntando e tentando consertar de novo. Às vezes simplesmente não encaixa mais. Por menor que seja o fragmento faltando, era ele que nos refletia. E se perdemos isso, não há mais amor. Nem nós. Quem sabe um pouco de carinho, umas lembranças de como a gente era, das coisas bobas que hoje fazem parte da história que a gente, invariavelmente, escreveu. Real ou não, a gente sempre escreve. Ninguém quer que o &lt;i&gt;era uma vez&lt;/i&gt; termine com &lt;i&gt;e foram tristes para sempre&lt;/i&gt;. Se soubéssemos como acaba, de repente, nem começaríamos a escrever. Mas eu gosto de um drama, sei que você também. A vida fica mais grandiosa, os nossos vinte e poucos anos até parecem um século. São muitas lembranças de pouco tempo, mas são memórias que valem a pena. Um dia a gente disse que, se tivesse fim, teria sido muito bom do mesmo jeito. Pois acabou e eu ainda acho que poderia ter sido melhor. Mas eu cansei de juntar os pedaços do espelho e acho que me sinto confortável com meu reflexo sem o teu ao lado. De qualquer forma, se quiser aparecer de novo, estou por aí. Traz aquela parte que ficou faltando. Vai que a gente consegue refletir um futuro e dois sorrisos, juntos, de novo. No mesmo espelho, no mesmo lugar.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-6118417261423866617?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/6118417261423866617/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2011/05/sobre-o-espelho.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/6118417261423866617'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/6118417261423866617'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2011/05/sobre-o-espelho.html' title='Sobre o espelho'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-9KvzKF0Od8U/TcinB9ejxoI/AAAAAAAAAfU/MhWd8MbiQu0/s72-c/02_espelho_quebrado%255B1%255D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-5934231906825236183</id><published>2011-05-01T16:43:00.003-03:00</published><updated>2011-05-01T17:06:49.949-03:00</updated><title type='text'>A manhã seguinte sempre chega</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-_mRUhxwLRTc/Tb29Qm3VjOI/AAAAAAAAAfM/f5c8UYxBgZc/s1600/lll.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 218px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-_mRUhxwLRTc/Tb29Qm3VjOI/AAAAAAAAAfM/f5c8UYxBgZc/s320/lll.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5601841604526968034" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aí ela acorda achando que fez tudo errado um dia e que não tem mais volta. Percebe que há culpa sim. Que errou e achou tudo normal. Se fosse normal não machucava. Entende que continua errando sempre igual e insistindo em amar só o que se perdeu. O velho amor pelas causas perdidas. E que valeria a pena ter sido mais amor e menos razão. Agora já não faz sentido. E acredita que por algum motivo ainda há algo por acontecer. Só não sabe se é o fechar das cortinas ou a música que a banda toca ao voltar ao palco. Ela não entende por que sempre perdoou erros e os seus foram sentenciados sem direito ao &lt;i&gt;habeas corpus&lt;/i&gt;. Ela nem sabe direito o que fez e porquê. Ela só fez. Sempre acreditando que seria o melhor. Só não imaginava que não seria mais nada. Depois de muito tempo sentiu a mesma coisa, por outro alguém. Uma outra pessoa, num outro lugar. Um mesmo final sem sentido, daqueles banais. Sem beijo de despedida, sem última noite ou último olhar. Chorou nem sabe pelo que. Pelo fim, pelo meio ou pelo que nem aconteceu? E deseja, mais do que nunca. Ela ainda não escolheu uma música, nada especial. Só algumas canções com refrões clichês e um pouco de melancolia. Escreve pra esquecer mesmo. Pra esvaziar o sentido. Do discurso, do significado, do que chamam amor. Esvaziar tudo o que foi guardando de ti, como se fossem pecinhas de quebra-cabeças. Ela só não entendia que era preciso paciência e mais amor pra formar algo que fizesse sentido. Era só mais uma menina que não se entende e nem entende a vida. Só mais um ser humano procurando sentido em histórias que não têm lógica nem razão. Só acontecem. Só duas pessoas. Sós. Sozinha.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-5934231906825236183?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/5934231906825236183/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2011/05/manha-seguinte-sempre-chega.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/5934231906825236183'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/5934231906825236183'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2011/05/manha-seguinte-sempre-chega.html' title='A manhã seguinte sempre chega'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-_mRUhxwLRTc/Tb29Qm3VjOI/AAAAAAAAAfM/f5c8UYxBgZc/s72-c/lll.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-2699836816137363739</id><published>2011-04-22T14:33:00.002-03:00</published><updated>2011-04-22T14:36:43.052-03:00</updated><title type='text'>Sobre esquecer</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-WMJcbbT6Gbw/TbG8pO9B6vI/AAAAAAAAAfE/W8s8ir5jHeg/s1600/candystickforest.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 266px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-WMJcbbT6Gbw/TbG8pO9B6vI/AAAAAAAAAfE/W8s8ir5jHeg/s320/candystickforest.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5598463228372970226" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Lucida Grande', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 16px; "&gt;&lt;span class="entry-content" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;"Ninguém escreve porque tem alguma coisa a dizer, mas sim porque tem alguma coisa a apagar."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(245, 90, 196); font-family: 'Lucida Grande', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 16px; "&gt;&lt;span class="entry-content" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(245, 90, 196); font-family: 'Lucida Grande', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 16px; "&gt;&lt;span class="entry-content" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-2699836816137363739?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/2699836816137363739/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2011/04/sobre-esquecer.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/2699836816137363739'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/2699836816137363739'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2011/04/sobre-esquecer.html' title='Sobre esquecer'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-WMJcbbT6Gbw/TbG8pO9B6vI/AAAAAAAAAfE/W8s8ir5jHeg/s72-c/candystickforest.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-5776029701870400919</id><published>2011-04-12T00:59:00.000-03:00</published><updated>2011-04-12T01:00:16.743-03:00</updated><title type='text'>Vida louca, vida...</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Desculpa. Mil desculpas por ter te encontrado um dia. Por ter achado que tu serias só mais um. Desculpa por ter gostado de você cedo demais e ter dito eu te amo quando deveria ter dito adeus. Ou desculpas por ter sido tarde demais. Por ter entrado na tua vida sem pedir licença ou um pouco de amor. Eu achei que era bonito, mas era só triste mesmo. Desculpa por não ter parado, por não ter desistido quando tu disseste a verdade. Por saber que o fim seria inevitável. Que por mais que conseguíssemos durar, o fim acabaria com tudo o que fomos, e mesmo assim, ter acreditado na gente. Desculpa por imaginar que o tempo consertaria tudo e que a distância nos aproximaria o mesmo tanto de saudade que a gente sentia. Desculpa por não ter tido tempo pra ti ou por roubá-lo de você tantas madrugadas. Por te fazer acreditar que era eu. E só eu. Desculpa por ter crescido e me tornado um pouco você. Por ter deixado algo pra trás, por ter escolhido um outro caminho. Desculpas por achar que um dia te esqueceria e por ter feito você acreditar nisso. E desculpa por ainda não ter conseguido. Você ainda faz parte dos meus sonhos mais bonitos, mais sinceros. Eu não sei se devo pedir desculpas por isso também. Mas lá vai: desculpa por te amar demais. Desculpa por sentir muito e pelas reticências que eu nunca consegui transformar em ponto final.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://youtu.be/i4EIMk5WcHg"&gt;http://youtu.be/i4EIMk5WcHg&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-5776029701870400919?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/5776029701870400919/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2011/04/vida-louca-vida.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/5776029701870400919'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/5776029701870400919'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2011/04/vida-louca-vida.html' title='Vida louca, vida...'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-9214617732540919841</id><published>2011-04-04T16:32:00.007-03:00</published><updated>2011-04-04T17:04:48.951-03:00</updated><title type='text'>Infinita Highway</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-PDpXxalEpHc/TZoi2SF0KhI/AAAAAAAAAe8/n6L1NJ4OzjE/s1600/2899465547_5b2a6932d4.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 213px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-PDpXxalEpHc/TZoi2SF0KhI/AAAAAAAAAe8/n6L1NJ4OzjE/s320/2899465547_5b2a6932d4.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5591820203298400786" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Das coisas que aprendi nos meus poucos 21 anos de existência, uma foi a necessidade que o ser humano possui de ter alguém pra quem voltar e alguém por quem esperar. É como respirar embaixo d'água: sem tubo de oxigênio a vida acaba. Sem alguém que te faça respirar mais forte também. Simples assim. Quando era criança, corria pra cama do pai e da mãe. Deitava atravessada, no meio dos dois, e meu mundo estava finalmente seguro. Só que a gente cresce, e quer outra pessoa nos esperando. Geralmente com o peito coberto de saudade, a boca sedenta por amor, os olhos doces de alguém por quem valeu a pena estar longe e voltar mais uma vez. E dói quando a gente espera, volta e não encontra ninguém lá. Se foi. Aí a gente só encontra vazio, uns lençóis arrumados, tudo em seu lugar. Mas é da bagunça que a gente gosta, do caos, da cama desarrumada, do cobertor no chão, da gente em Marte, em qualquer lugar. Eu sinto falta sim de quando a gente não sabia o que era - e realmente nunca foi nada que se encontre no dicionário -, mas a gente sabia exatamente o que queríamos com aquilo . E nos queríamos. Bastava. Não bastou mais. Entre farpas e mal entendidos, acabamos. Com o que nunca houve. Terminamos o que nem tinha nome, e do que de alguma maneira eu sinto saudade. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Mea culpa&lt;/span&gt;. Das coisas que aprendi nos poucos dias que estive contigo, uma delas foi que não existem escolhas certas ou erradas, existem consequências. Algumas delas insuportáveis.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(255, 255, 153);"&gt;"Aí você começa a desconfiar que ele poderia ter sido o cara legal da sua vida.&lt;br /&gt;Isso, se você sentisse a mesma paixão, se você conseguisse entregar sua alma tanto quanto,&lt;br /&gt;se você soubesse amar ele do mesmo jeito e intensidade que ama a falta que agora ele te faz."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-9214617732540919841?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/9214617732540919841/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2011/04/infinita-highway.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/9214617732540919841'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/9214617732540919841'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2011/04/infinita-highway.html' title='Infinita Highway'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-PDpXxalEpHc/TZoi2SF0KhI/AAAAAAAAAe8/n6L1NJ4OzjE/s72-c/2899465547_5b2a6932d4.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-8941927430034427191</id><published>2011-03-14T14:43:00.006-03:00</published><updated>2011-03-14T15:58:24.627-03:00</updated><title type='text'>outra vez o amor</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-JNteiwf3PIk/TX5anPQV5lI/AAAAAAAAAec/KTd2cR2lg9w/s1600/barco2.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 234px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-JNteiwf3PIk/TX5anPQV5lI/AAAAAAAAAec/KTd2cR2lg9w/s320/barco2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5584000218142467666" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Nunca fui boa com inícios e fins. Nunca. Eu preciso de um letreiro enorme e neon dizendo que alguma coisa começou e que um dia acaba. Sempre acaba. Há anos não sonho com príncipe encantado, mas a ideia de alguém que goste de estar com você acho que não é tão utópica assim. Estar e permanecer. Sem que haja um peso maior pendendo para um lado ou para o outro. Ninguém gosta de ser uma âncora na vida de outra pessoa. Umas nascem com essa vocação, mas nem sabem. O fato é: por que acabou? A maioria simplesmente aceita e pega outro barco, flutua em outra direção. Segue o Norte, ou qualquer outro ponto cardeal, tanto faz. Mas segue algum rumo diferente. Eu sempre fico navegando em cima de porquês e mergulhando cada vez mais fundo à procura de um tesouro perdido que traga as respostas à tona. Submersa em meus devaneios o oxigênio vai acabando e sou obrigada a emergir e respirar o ar novamente. Eu juro que gostaria de ser esse tipo de gente que não liga para respostas, que não necessita de verdades pra continuar. Eu sempre precisei da realidade bem diante de mim. Sem máscaras, nem efeitos especiais, sem sorrisos de plástico ou clichês. Eu quero a vida plena e verdadeira. Quero gente real ao meu lado, gente que fala o que quer e o que pensa e não tem medo do que vai ouvir. Algumas coisas são tão simples e o ser humano complica tanto tanto... Não sou a mulher mais bem resolvida do mundo, mas tenho uma fórmula simples de enxergar os fatos. E isso assusta. Assusta a mim também, mas é assim que eu aprendi a viver depois da maior queda e do final mais triste do qual eu jamais vou esquecer. Se o passado serve pra algo é pra isso: pra errar, mas errar diferente. A gente sempre sabe o que faz. Só não tem coragem - ou seria covardia demais - pra encarar o resultado. Partindo do zero absoluto novamente, que é pra onde a gente sempre volta, de onde a gente nunca deveria ter saído.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-8941927430034427191?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/8941927430034427191/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2011/03/outra-vez-o-amor.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/8941927430034427191'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/8941927430034427191'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2011/03/outra-vez-o-amor.html' title='outra vez o amor'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-JNteiwf3PIk/TX5anPQV5lI/AAAAAAAAAec/KTd2cR2lg9w/s72-c/barco2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-200665747682007555</id><published>2011-02-10T23:18:00.005-02:00</published><updated>2011-02-11T02:44:22.962-02:00</updated><title type='text'>Amanhã ou depois</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-F67vtAeWqlw/TVSPX_mpXhI/AAAAAAAAAeU/xO-wOXhgEiw/s1600/17.08.06%2B009.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-F67vtAeWqlw/TVSPX_mpXhI/AAAAAAAAAeU/xO-wOXhgEiw/s320/17.08.06%2B009.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5572236281337437714" /&gt;&lt;/a&gt;Com o teu silêncio eu aprendi que distância não dói, briga não dói, adeus não dói. O que realmente machuca é o vazio da tua presença, é esquecer a tua voz a cada madrugada que não durmo. Os dias foram passando e eu já não lembro mais como era doce o teu jeito de me chamar de "molóide". Ou quando a gente brincava de brigar. E como a gente sempre tinha o que conversar - o tempo todo. Era tua falta de jeito, tua falta de tudo. Eu amava como você sabia todas as respostas, mas não sabia que o teflon não deixava o ovo queimar. Era o não saber que sempre nos feriu. Eu tentei te odiar, acho que um dia até consegui. Mas eu ainda estou aqui. O teu descaso e indiferença finalmente surtiram o efeito desejado. Eu desisto de tentar. É o meu silêncio o maior presente que eu posso te dar agora, assim como um dia tu me deste. Nossa história nunca teve fim, só silêncio. Assim a gente não se machuca mais, não se tem mais. E se nossas almas nunca mais se encontrarem, talvez nossas mentes nos esqueçam da forma como ainda lembramos um do outro. O que eu mais quero agora é que nossas lembranças esmaeçam com o tempo e o som do que a gente foi um dia fique tão baixinho que não possamos mais nos ouvir. A distância não bastou, o ódio, tampouco o adeus. O que vai finalmente nos libertar é o silêncio. O meu e o teu. Como uma canção que continua tocando, baixinha, sem que a gente perceba que ainda existe. Seremos música sem som. Silêncio.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-200665747682007555?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/200665747682007555/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2011/02/amanha-ou-depois.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/200665747682007555'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/200665747682007555'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2011/02/amanha-ou-depois.html' title='Amanhã ou depois'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-F67vtAeWqlw/TVSPX_mpXhI/AAAAAAAAAeU/xO-wOXhgEiw/s72-c/17.08.06%2B009.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-5200000205363966080</id><published>2011-01-25T17:37:00.004-02:00</published><updated>2011-01-25T18:03:39.978-02:00</updated><title type='text'>tenha dó</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/TT8q1lzFx3I/AAAAAAAAAeI/eTs_cJxAX70/s1600/DSC09614.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/TT8q1lzFx3I/AAAAAAAAAeI/eTs_cJxAX70/s320/DSC09614.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5566214764621055858" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Uns 19 meses sem te ver e é impressionante como ainda parece que foi ontem nosso beijo de despedida. O último abraço, o último se cuida, a última vez que fomos nós. Onde o eu te amo ficou e deu lugar ao nunca mais. Eu continuo escrevendo sobre você, porque é em você que penso todas as noites antes de dormir. É contigo que ainda sonho e acordo aflita, tentando imaginar como seria se. Como seria se tivéssemos feito tudo diferente. A minha vida talvez não estivesse tão encaminhada, mas esse peso que carrego comigo não existiria. Eu nunca fui muito fã desses &lt;i&gt;"what if"&lt;/i&gt;, mas como não te tenho no meu presente é o melhor que posso fazer. Eu sempre acho que vou te esquecer ou que deixei de ser parte da nossa história, mas vem uma música e me joga na cara a verdade crua. Eu amei uma vez na vida. E amor não acaba, só muda de lugar. Ainda lembro da tua sala, sem nada. Uma cadeira, um computador e um vazio imenso. Era o eco do que seríamos dias depois. Da tua janela eu via uma cidade cheia de prédios e vidas num caos profundo. Hoje, sou eu aqui embaixo. A cozinha apertada, o espaço perfeito pra vivermos pra sempre. Ficou tudo grande demais, complicado demais, sério demais. Teu apartamento não tinha mais espaço pra duas vidas com tantos sonhos e medos. Foi assim que eu parti pra sempre. Mas ainda lembro pra onde voltar...&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;"Quase perfeito nosso amor, não fosse o final..."&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-5200000205363966080?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/5200000205363966080/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2011/01/tenha-do.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/5200000205363966080'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/5200000205363966080'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2011/01/tenha-do.html' title='tenha dó'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/TT8q1lzFx3I/AAAAAAAAAeI/eTs_cJxAX70/s72-c/DSC09614.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-4002360830843173673</id><published>2010-12-19T01:03:00.011-02:00</published><updated>2011-01-25T17:35:47.891-02:00</updated><title type='text'>Enfim dezembro</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/TT5hCYfrW7I/AAAAAAAAAeA/4QIrabe8UFE/s1600/CAPA_.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/TT5hCYfrW7I/AAAAAAAAAeA/4QIrabe8UFE/s320/CAPA_.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5565992883039460274" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;Enfim dezembro&lt;/i&gt; anuncia o fim do velho e o início do que é novo. É o olhar pra trás e a vontade de passado, mas de futuro também. É o divisor de águas: o fim de um ciclo e o início de outro. É um amor que acaba, e outro que começa. É o que terminou e tem uma nova chance de existir. É o paradoxo eterno, a linha tênue entre amor e ódio. Entre o que foi e o que será. Entre você e seu passado. Entre a luz e a escuridão. Entre o vazio e a alma. &lt;i&gt;Enfim dezembro&lt;/i&gt; é assim, uma viagem entre os abismos e o adeus. Entre o perecível e o eterno. É o tempo que passa apressado enquanto a gente tenta encontrar um sentido. São os estilhaços da alma perdidos por aí. As dúvidas, os medos. É um álbum que fala de amor.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;Entre teus dedos&lt;/i&gt; lembra o amor mais puro que conhecemos durante toda a vida: o de mãe e filho. É o tocar de dedos após o parto, é a luz da sala cirúrgica, são os raios de sol anunciando uma nova vida. É o eterno lar: o coração de mãe. É o porto seguro, é o maior amor do mundo. É pra onde a gente corre quando tem medo, é o que a gente tem mais medo de perder.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;Além de mim&lt;/i&gt; fala do perder. Perder alguém, perder-se de si mesmo. Fala do esquecer, do fim. O final que nunca vem, as reticências eternas. É o amor que nunca morre, é o tentar enganar-se. “Era só apenas um grande amor” é a tentativa de fingir que dá pra seguir a vida sem um pedaço da alma. É de novo a luta entre o lembrar e o esquecer. Um relacionamento que morreu, mas um amor indestrutível. É tentar encontrar outra pessoa igual e nunca conseguir. É a busca pelos pontos finais, é o encontro com as vírgulas. É o tempo passando, o amor permanecendo, a esperança se esvaindo e a certeza de sempre estar lá quando uma parte da sua alma voltar. Se voltar...&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;A briga novamente entre o que se quer e o que se pode ter.&lt;i&gt; Duas vezes&lt;/i&gt; dá a sensação de que só quem é louco ama de verdade. E questiona incessantemente: “quantas vezes você amou alguém com todo o seu coração?”. É uma provocação. Vale amar e ser louco? Vale continuar amando com o coração despedaçado? É possível evitar o amor? É o questionamento que permeia a vida de qualquer ser humano. O amor acontece mais de uma vez? Eu já amei? Duas vezes é a dúvida.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;Sem você&lt;/i&gt; carrega uma mágoa. Um peso, a tentativa de enfrentar um temporal e a falha. Algo que acabou, mas não teve fim. Ficou pela metade. A revolta. Mas é também a conformação. A certeza de que foi único, de que seguir em frente sem aquele alguém é apenas remar contra a corrente. É respirar e esquecer como era suspirar pela vida. É o vazio escuro, o vácuo, a lágrima caída. São as tentativas e as derrotas.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;Quando a chuva cai&lt;/i&gt; anuncia mais uma vez o fim. O fim sem o desfecho. O que ficou pela metade, a chuva que permanece trazendo lembranças. O silêncio ensurdecedor. As lágrimas que se confundem com as gotas da chuva. É a chuva que sempre vai cair, o amor que sempre vai existir, o fim. O sol que desaparece quando as nuvens se formam, é a loucura permitida, a insensatez. O medo do mesmo. O ciclo da vida. O fim da canção.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;Nós&lt;/i&gt;. A clássica declaração de amor. Alguns acordes simples, o amor cru. A distância que faz esquecer, as imagens do passado, as velhas memórias, a nostalgia. A simplicidade do amor. As simplicidades da vida. A vontade de passado, a amnésia do presente. Quando dois eram um só. Quando um nome ao lado do outro era tudo.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;Outra vez o amor&lt;/i&gt;. Porque ninguém cansa de tentar amar. As desculpas que não foram aceitas, o não se conformar. A autosabotagem de um relacionamento. A vontade insuportável de pôr pontos finais antes da hora. O amor se foi de novo. O coração permaneceu. Destroçado. Pronto pra amar mais uma vez.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;A primavera que termina e o verão que chega. O ciclo de novo, a síntese do álbum. &lt;i&gt;Dezembro&lt;/i&gt; fala do ano que passou de novo rápido demais. Da falta de tempo para as coisas simples. Do tempo que a gente perde tentando ser feliz, quando a felicidade tá aí, estampada todos os dias diante dos nossos olhos. A urgência que nos tira os momentos mais bonitos, das histórias mais banais. A perda de importância do ouvir. Fala também da necessidade de se estar com pessoas diferentes. De ser diferente, da física, do polo oposto que se atrai. Da balança do amor e do ódio. A diferença que une, a busca e a exigência da felicidade. Do direito que temos de chorar e de doer. De não estar sempre bem e ter de fingir. Dos sorrisos de plástico.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;Quase&lt;/i&gt;. O que quase deu certo, o quase relacionamento, a quase felicidade, o quase sempre, o quase amor. O quase fim. A imperfeição do ser humano diante do amor. A partida, o até mais que se transformou no adeus. Ainda no primeiro minuto da canção, uma pausa. O silêncio. Como se a música terminasse ali. Como se o amor tivesse enfim acabado. Mas apenas quase. A canção continua. Inabalável. É o medo de perder, o medo novamente do final. É o céu cinzento, a solidão insuportável. É não se acostumar com o que quase deu certo. É não querer nem aceitar quases. É quase enlouquecer, quase desesperar, quase desistir. É a certeza de que o outro também não aceitou. É a espera eterna de quases e metades, e a certeza de que um dia será inteiro.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Ouvir &lt;i&gt;A cura&lt;/i&gt; é ouvir uma súplica. É o desabafo, o pedido de ajuda, a carta de despedida. São todos os arrependimentos, a raiva do que se ama, as palavras duras de alguém que ama e que perdeu o sentido da vida. Os vícios. Alguém que olha pra trás e se culpa, que olha para o outro lado e vê um sorriso falso que ostenta o que não sente. O solo de guitarra melancólico é pra ser ouvido de olhos fechados, sozinho. A cura novamente é o fim. Um aqui, o outro lá. A separação é enfim, o adeus à dor. É o erro inevitável.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;Ventura&lt;/i&gt;. O dicionário também se contradiz, ou se completa. Depende de como você vê. Ele define a palavra como destino, acaso. Mas também é risco, perigo. É o sonho tentando ser real. É alguém que ainda sonha. Que ainda tenta, que ainda acredita no amor. Mas que acorda e percebe que a vida real não espera. Que quem verdadeiramente ama está condenado a sofrer eternamente. A sofrer de amor.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;Confiança&lt;/i&gt; traz paz. Mas também fala de fim e de meios. De quem não acredita, nos olhos abertos quando deveriam estar fechados. É o enxergar o que não existe e esquecer que as coisas mais bonitas são apenas sentidas, de olhos fechados. É o amor que morre junto com o fim da confiança.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;Tão bem&lt;/i&gt; é o sussurro ao pé do ouvido. É a voz de choro, voz de fim. É a vontade de gritar e o medo de ouvirem. É não suportar ficar em silêncio, é não suportar fins. É a desculpa. É a voz baixinha de alguém que tenta falar e não ser ouvido. É a tentativa de cantar sem se ouvir. É a canção que mais se aproxima do silêncio. Ensurdecedora. É a dor que dói diferente em cada um, o querer bem ao que já não se tem. A doçura que ainda existe. A declaração de amor.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-4002360830843173673?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/4002360830843173673/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/12/enfim-dezembro.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/4002360830843173673'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/4002360830843173673'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/12/enfim-dezembro.html' title='Enfim dezembro'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/TT5hCYfrW7I/AAAAAAAAAeA/4QIrabe8UFE/s72-c/CAPA_.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-2661085630960846092</id><published>2010-11-19T14:59:00.005-02:00</published><updated>2010-11-19T17:59:07.565-02:00</updated><title type='text'>frases banais das quais já me arrependi..</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/TOa1xWHEInI/AAAAAAAAAdU/6euk8cYnNNI/s1600/golden-retriever-puppies.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 230px; CURSOR: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5541316250879402610" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/TOa1xWHEInI/AAAAAAAAAdU/6euk8cYnNNI/s320/golden-retriever-puppies.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;De vez em quando dá uma vontade de ter nascido de outro jeito que quase entro em crise existencial. Cansa ser assim, carente de tudo, orgulhosa demais, apegada ao passado e morta de medo do que vem por aí. Não vou chamar de covardia, mas a possibilidade de tornar as coisas sérias demais me apavora. Eu corro de qualquer tipo de relacionamento estável, mesmice, sono regulado, qualquer coisa que siga uma linearidade espanta minha alma. Eu sou capaz de pegar uma linha de ônibus diferente só pra causar um rompimento da rotina. Eu posso gostar de alguém, amar enlouquecidamente, mas só de pensar em um compromisso, no almoçar juntos todo dia, no cinema todos os domingos, no carinho a toda instante, desisto. Não levanto uma bandeira branca, não dou adeus, não sou tão clara ao ponto de acabar tudo. Eu desisto de nós sozinha. E quando um não suporta a ideia de estar junto, o amor vai morrendo, dos dois. Acho tão bonitinhos aqueles casais deitados no sofá comendo bolacha e tomando algum suco colorido, uns cafunés e uns papos transcedentais sobre a vida, a morte, o amor. Mas eu nunca me vi lá. Eu nunca me enxerguei na varanda da casa com cercas brancas, tomando um chá de maçã balançando na rede e esperando o príncipe encantado chegar galopando seu lindo cavalo branco. E o cachorro, um Golden Retriever, peludo, brilhando no sol, amigão, daqueles cachorros que a gente lembra por toda a vida. Eu não consigo me imaginar vivendo uma felicidade tão bonita. Eu não nasci pra estrelar filmes românticos e lindas histórias de amor. As minhas sempre doeram, do início ao fim. Ou fiz questão que não doessem abandonando o barco antes mesmo de ele partir. Por medo da ressaca eu me afasto e passo a garrafa de vinho pra qualquer uma que aceite uma aliança na mão e na alma. Aquela sim vai ser feliz pra sempre. Eu vivo pra mostrar aos outros o quanto pode ser bom, mas saio da história antes que me leiam por completo. Aí vem alguém e termina tudo por mim. De tantas vírgulas deixadas por aí, sobraram apenas casos desconexos e sem ponto final. Sou assim, reticências sem rumo, sem dono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: right; FONT-STYLE: italic; COLOR: rgb(255,255,153)"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,204,204)"&gt;Se você ouvisse&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,204,204)"&gt;Às vozes que ouço à noite&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,204,204)"&gt;Às vezes me assustam&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,204,204)"&gt;Outras vezes me atraem&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-2661085630960846092?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/2661085630960846092/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/11/frases-banais-das-quais-ja-me-arrependi.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/2661085630960846092'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/2661085630960846092'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/11/frases-banais-das-quais-ja-me-arrependi.html' title='frases banais das quais já me arrependi..'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/TOa1xWHEInI/AAAAAAAAAdU/6euk8cYnNNI/s72-c/golden-retriever-puppies.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-366588831656873849</id><published>2010-10-28T04:21:00.004-02:00</published><updated>2010-10-28T04:34:49.045-02:00</updated><title type='text'>rosie and me</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ignore o amor e ele vai te ignorar. Feche a porta na cara da felicidade e, veja só, ela vai embora sem dar adeus. A vida não quer saber se tu tens medo dela, ela acontece de qualquer jeito. É o teu tempo passando, és tu passando o tempo com os outros. Nos últimos meses tenho escolhido bem com quem quero gastar minhas risadas, meu mau humor matinal, minhas palavras de carinho, meu bom dia. Uma espécie de filtro que não deixa passar algumas impurezas, que não são de todo más, apenas não me permitem usar toda a minha capacidade de respiração. Eu sempre gostei muito de estar entre pessoas, gente, multidão, barulho. Mas confesso: tenho preferido duetos. E essa coisa de solidão não me satisfaz mais. No fundo, dá um medo tentar cantar uma música assim, tão sós. Parece que qualquer nota musical que a gente erre vai soar como um violino completamente desafinado. Mas eu gosto da melodia que a gente faz. E gosto mais ainda de não ter chegado ao refrão. Ainda. Gosto de escrever a letra devagar, sem pressa, sem o compromisso dos ajustes finais, porque no fim, é só o início. E eu sempre gostei do que ainda é metade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=tROiP1TUJRM"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=tROiP1TUJRM&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-366588831656873849?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/366588831656873849/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/10/rosie-and-me.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/366588831656873849'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/366588831656873849'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/10/rosie-and-me.html' title='rosie and me'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-6265143378639216552</id><published>2010-10-13T00:32:00.005-03:00</published><updated>2010-10-13T02:11:19.578-03:00</updated><title type='text'>Ninguém nesse mundo é feliz tendo amado uma vez</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Deixa fluir, vai navegando e mudando a direção conforme o vento. Eu até sei o caminho, só fico indecisa na hora de escolher qual deles não tem precipício. É uma tormenta ter amado tão cedo. De alguma forma eu sinto aqui dentro que nunca mais vou conseguir fluir. Deixar as coisas acontecerem, pular no escuro da piscina. Mesmo que eu esteja de colete salva-vidas, mesmo que com tubos de oxigênio infindáveis e o telefone do socorro mais próximo, o amor não é mais algo simples pra mim. Relacionamentos tornaram-se enigmas. Eu tento decifrar cada um. Milímetro por milímetro. Olhar, suspiros, negações e ausências. Eu quero encontrar sentido e, o pior, defeito em tudo. Estou sempre procurando um motivo pra fechar a portinha que dá direto no ponto fraco do meu coração. Eu cerquei minha alma com arame farpado. Algum dispositivo em mim não me permite mais gostar de alguém ao ponto de parar de racionalizar, de virar idiota, de agir como quem gosta, de não fazer sentido. O que busco agora são explicações para as coincidências e razões para apertar o botão de desistência. Uso qualquer motivo contra minha felicidade. Abuso dos recursos pra matar qualquer tentativa de amor, ou de paixão, ou de carinho. Insisto em um ódio irreal para afastar o que é bom pra mim. E eu não sei como farei um dia essa autosabotagem parar, esse extermínio de uma possível felicidade. Deve ser o medo de fazer tudo errado de novo. Ou de acertar dessa vez. O meu passado ainda é o maior exemplo de amor que eu tive na vida. Amor que sobrevive ao tempo, à indiferença, ao presente, ao aborto de uma relação que existiu e resistiu a distâncias e acenos de adeus. Um amor que eu insisto em carregar no peito, por onde quer que eu vá. Quem sabe um dia eu perca essas tuas lembranças pelo caminho e consiga começar algo novo. Deixar fluir. Dar uma chance pra mim de ser feliz pra sempre de novo. E que eu entenda que "não importa o quanto vai durar - é infinito agora"&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 15px; font-size: small;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=vVFch-k-ALA"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=vVFch-k-ALA&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 15px; font-size: small; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-6265143378639216552?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/6265143378639216552/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/10/ninguem-nesse-mundo-e-feliz-tendo-amado.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/6265143378639216552'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/6265143378639216552'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/10/ninguem-nesse-mundo-e-feliz-tendo-amado.html' title='Ninguém nesse mundo é feliz tendo amado uma vez'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-3111087314444172810</id><published>2010-10-08T02:32:00.002-03:00</published><updated>2011-04-04T18:25:01.645-03:00</updated><title type='text'>"Promete que nunca vai me esquecer, seja como for?"</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Nunca sofri tanto por uma promessa...&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-3111087314444172810?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/3111087314444172810/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/10/promete-que-nunca-vai-me-esquecer-seja.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/3111087314444172810'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/3111087314444172810'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/10/promete-que-nunca-vai-me-esquecer-seja.html' title='&quot;Promete que nunca vai me esquecer, seja como for?&quot;'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-4311899529968801987</id><published>2010-09-21T23:04:00.000-03:00</published><updated>2010-09-21T23:12:00.377-03:00</updated><title type='text'>Do mestre, Caio</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" &gt;"Ontem chorei. Por tudo que fomos. Por tudo o que não conseguimos ser. Por tudo que se perdeu. Por termos nos perdido. Pelo que queríamos que fosse e não foi. Pela renúncia. Por valores não dados. Por erros cometidos. Acertos não comemorados. Palavras dissipadas.Versos brancos. Chorei pela guerra cotidiana. Pelas tentativas de sobrevivência. Pelos apelos de paz não atendidos. Pelo amor derramado. Pelo amor ofendido e aprisionado. Pelo amor perdido. Pelo respeito empoeirado em cima da estante. Pelo carinho esquecido junto das cartas envelhecidas no guarda- roupa. Pelos sonhos desafinados, estremecidos e adiados. Pela culpa. Toda a culpa. Minha. Sua. Nossa culpa. Por tudo que foi e voou. E não volta mais, pois que hoje é já outro dia. Chorei."&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-4311899529968801987?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/4311899529968801987/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/09/do-mestre-caio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/4311899529968801987'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/4311899529968801987'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/09/do-mestre-caio.html' title='Do mestre, Caio'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-8058004723651404387</id><published>2010-09-20T15:29:00.002-03:00</published><updated>2010-09-20T15:34:47.306-03:00</updated><title type='text'>Eliane Brum, a contadora de histórias</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Vestida com um macacão jeans desbotado e calçando sapatinhos de boneca, Eliane Brum mostrou na 9ª Semana do Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) que simplicidade e sensibilidade são características essenciais em um bom jornalista. A escritora, documentarista e jornalista, subiu ao palco um pouco nervosa, tremendo as mãos como se aquela fosse sua primeira vez em público. Como repórter, recebeu mais de 40 prêmios nacionais e internacionais de jornalismo, por que estaria nervosa em frente a estudantes que ainda nem se formaram?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Enquanto virava as páginas com anotações que carregava em mãos para não esquecer nada – ela vive esquecendo – durante a palestra que mais parecia uma contação de estórias, o auditório a olhava atentamente. Aos poucos, os estudantes que ali estavam começaram a entrar no mundo de Eliane Brum, um mundo que era real, por mais parecido com um romance que pudesse ser. Eliane falava sobre o olhar e as pessoas invisíveis. Com tristeza na voz, ao mesmo tempo tão suave, ela abriu seu livro de histórias para cerca de 100 pares de olhos fixos em apenas um.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“O assassinato dos visíveis é uma matéria com direito à manchete, o dos visíveis vira estatística”. Jorge Luiz, o comedor de vidros de Porto Alegre, era desses fantasmas urbanos. Seu nome artístico era homem de aço, mas agora, o homem de aço chorava. A jornalista questionava: “que mundo era esse em que um homem comendo vidro não era mais espanto”? O comedor de vidro era só mais um no meio da multidão que descobrira a maior das dores, a da invisibilidade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Já Eva Rodrigues, portadora de deficiências físicas desde bebê, sentia a dor daquilo que viam nela. “Eu não sou coitada”, bradava. A violência contra ela, segundo Eliane Brum, é não enxergarem tudo o que ela é. A jornalista observava Eva, que ao devolver o olhar, expunha a deformidade invisível nos outros.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O tempo passava e a plateia parecia pedir mais histórias. Os estudantes queriam mais verdade. Eliane atendia. Dessa vez, era o gaúcho do cavalo de pau. Vanderlei, rotulado como louco em um mundo em que é preciso catalogar, desfilava todos os anos com seu cabo de vassoura como se fosse o mais belo cavalo da Expointer do Rio Grande do Sul. E era. “Eu não tenho dinheiro para comprar o animal, então finjo que esse é meu cavalo e todos me deixam desfilar por aqui. Não é muito melhor assim?”, contava Vanderlei. Esse era o homem chamado de louco.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ao falar de uma geração que morre antes dos 20 e dessas mães, as “mães de bandido”, que não tem nome, nem chance, nem nada, a escritora alerta para o olhar superficial da maioria das pessoas e da dor que sentem. “É uma inversão da lógica. É uma dor tão impossível que não tem nome. Elas não são viúvas nem órfãs. São mães que enterraram seus filhos”. Eliane Brum contou a história de uma dessas mães que começou a pagar o caixão de seu filho quando ele recebeu o primeiro tiro. Conclui dizendo como podemos alterar nosso olhar e o dos outros. “Ao desordenar o jeito dado de olhar, subverter o foco, é possível mudar o jeito de enxergar o mundo e de aproximar as pessoas”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eliane Brum queria que a plateia entendesse também a importância de escutar. O quanto é importante ouvir em uma época em que as pessoas não se entendem, e o quanto isso se torna muito mais grave quando não acontece no jornalismo. Ela tentava mostrar que o mundo é muito mais complexo do que aspas em série podem explicar. “Estamos em um lugar cheio de gestos, de cores, texturas, detalhes, sutilezas que a gente só enxerga pessoalmente”. Eliane Brum não usa telefone para entrevistar, ela estima pela precisão, pelo uso da palavra exata. “A gente tá dizendo para o leitor que estivemos em um lugar em que ele não pôde estar. O telefone não é eficiente ao ponto de nos transportar para o local do fato”, complementou.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A documentarista exemplificava histórias reais que podem ser contadas por perspectivas consideradas inusitadas. Por alguns minutos, o auditório foi transportado para Brasilândia, um distrito de São Paulo. Lá, os cachorros eram tratados como gente e refletiam a hierarquia com que os moradores conviviam. Eliane Brum contava a história de uma rua, a delicadeza apesar da brutalidade, por meio de cachorros, que lá, eram tratados como gente. Piti, o virgem; Fany, a ruiva e Requenguela, o príncipe. Personagens que representavam os moradores, o tráfico e os privilégios da Brasilândia.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O momento da palestra em que a jornalista encheu os olhos de lágrima foi quando contou sua experiência hospedada em um asilo muito antigo, que de acordo com ela, “reproduzia a sociedade lá fora”. Os hóspedes variavam de pessoas muito pobres a muito ricas, e sabiam que estavam ali porque ninguém mais queria ouvi-los. Mas o que mais deixou Eliane triste não foi a experiência, mas a reação dos idosos ao lerem a reportagem publicada. “Eu invadi o mundo deles, tinha a obrigação de contar para essas pessoas o que eu estava fazendo, por que estava ali, contar o que poderia acontecer quando a matéria fosse lida”. Ela admite que cometeu um grande erro e que qualquer falha é irreparável. Eliane ligou para a “Casa dos velhos” para se desculpar, mas até hoje, não teve coragem de voltar lá pessoalmente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nos momentos finais, a jornalista falou da morte. Da dificuldade em contar a história de alguém que jamais leria sua vida, de criar vínculo com quem sabia que iria perder. Eliane ressalta aqui, a importância de preservar a história com uma escuta extremamente cuidadosa, uma escuta que não interfere. “Só pude descobrir que ela falava apenas da vida porque nunca perguntei da morte”. No primeiro contato com a paciente com câncer terminal, Ailce de Oliveira Souza, a repórter pediu que contasse o que quisesse da sua vida.“Por onde as pessoas começam a contar uma história já é uma informação”, explicou Brum. Para ela, às vezes o silêncio é mais valioso e permite que contem mais.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Já sem papéis na mão e à vontade com o público, Eliane respondia às perguntas dos curiosos da plateia. E ensinava. Como aprender a enxergar? Pacientemente, a repórter pedia que os futuros jornalistas duvidassem. De tudo. Que atravessassem a rua e enxergassem os fatos por várias perspectivas. A autora de O Olho da Rua – uma repórter em busca da literatura da vida real deu uma lição de como fazer jornalismo. Entre seus últimos conselhos, estavam sair da zona de conforto, lutar contra a repetição, reinventar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ao ser questionada sobre a escolha do jornalismo como profissão, surpreendeu mais uma vez. “O jornalismo me deu a desculpa para entrar, perguntar e entender o que faz aquelas pessoas rirem, chorarem. Descobrir o que dá sentido à vida”. Por fim, sobre os prazeres da profissão, Eliane Brum foi direta. “O grande prazer em ser repórter é não saber o que vai acontecer quando virar a esquina”. Parece que o nervosismo no início era só o medo de esquecer mesmo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-8058004723651404387?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/8058004723651404387/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/09/eliane-brum-contadora-de-historias.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/8058004723651404387'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/8058004723651404387'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/09/eliane-brum-contadora-de-historias.html' title='Eliane Brum, a contadora de histórias'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-5272466758423519362</id><published>2010-09-19T22:12:00.005-03:00</published><updated>2010-09-19T22:32:07.536-03:00</updated><title type='text'>Deslizes</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ontem eu falava sobre você. Sobre as impossibilidades que sempre nos envolveram. Sobre o fechar dos olhos e a vontade de apagar lembranças. Eu lembro de tudo. Lembro de cada segundo que passamos juntos e separados. Das noites que te vi dormir, mesmo que de longe. Foi ali que eu tive certeza de que era você. Nunca tive certeza de quem era você. Saber que tinha te encontrado já bastava pra mim. Mas acho que nunca fui o bastante pra você. Talvez eu tenha tentado ser como você queria, tentei ser sua. Depois desses anos todos, concluo que na verdade nunca fomos um do outro. Havia liberdade demais pra chamar assim. Você tinha prazer em me chamar de sua, e embora eu tenha dedicado dias inteiros pra você, nunca te pertenci. E nessas idas e vindas, nas brigas sem motivos e nas vezes que nos calamos com medo de estragar tudo com palavras, eu te amei cada vez mais. Não dói o tempo todo. Não é um sofrimento que me faça mal ou me torne fraca. É uma pontinha de pra sempre que nunca vai embora, é um resquício do eu e você que ninguém nunca fez igual. Naquele teu sorriso sádico eu via doçura. Nas tuas atitudes pra que eu fosse embora, eu entendia alguns eu te amo e não quero mais te fazer chorar. Naquele seu ar de dono do mundo, eu via inocência de um menino que saiu de casa cedo demais. Eu sempre vi em ti o que tu nunca demonstraste. Eu sempre vi o pra sempre em uma história que parecia não durar mais que alguns megabytes. Eu vi amor onde tu enxergaste distância. Ainda te vejo no silêncio. Ainda sinto teu cheiro por aí. Mesmo que tenhas sumido, ainda estás aqui. E desse lugar que deixei pra ti, jamais conseguirás fugir.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=7PUhXF2unMk&amp;amp;feature=channel"&gt;Falta coragem pra dizer que nunca mais...&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-5272466758423519362?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/5272466758423519362/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/09/deslizes.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/5272466758423519362'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/5272466758423519362'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/09/deslizes.html' title='Deslizes'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-4343805289908014752</id><published>2010-09-05T21:59:00.005-03:00</published><updated>2010-09-06T01:13:57.744-03:00</updated><title type='text'>pra ser sincero</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://fotos.sapo.pt/ullMeGZcGa8OSV0EBz7L/"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 500px; height: 333px;" src="http://fotos.sapo.pt/ullMeGZcGa8OSV0EBz7L/" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu me rendo. Às tuas lembranças, ao teu sorriso cínico que me completava, ao teu abraço que mesmo frio me aquecia, ao teu olhar de pena ou comiseração, nunca descobri... Me rendo ao fardo de esquecer de te esquecer. Tu é pra vida toda. Tu vai sempre ser uma lembrança de quando eu cresci, do que eu me tornei. Goste ou não disso. Uma música idiota, uma palavra de cinco letras são suficientes pra te resgatar em um filme rápido e silencioso. A nossa história, reduzida a segundos, perdeu a trilha sonora. Deve ser o medo de perder o que fomos pra simples canções. Sim, tu foi embora e não vai mais voltar. E não quer me ver voltar. Eu entendo, só nunca gostei de finais. Mas isso não muda nada. Tu foi o cara. Certo, errado, bom, mau, tu foi o cara. Se me amou ou não, se chorou com a minha partida ou se aquele aceno foi mais um gesto de vá embora que há mais pra mim por aí, não importa. Tu é o cara. Pra mim, tu vai sempre ser aquele gurizinho sarcástico que não se importava com nada, mas que por um segundo se importou comigo. Por alguns segundos quis meu bem pra sempre. Que por mal traçadas linhas me fez acreditar que seríamos e seremos pra sempre. Perto ou separados por oceanos. Tu estás aqui. E pra sempre. Aceite ou não, tu é pra sempre.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=W2lCiUK33qQ"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=W2lCiUK33qQ&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-4343805289908014752?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/4343805289908014752/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/09/eu-me-rendo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/4343805289908014752'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/4343805289908014752'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/09/eu-me-rendo.html' title='pra ser sincero'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-7400805937673734673</id><published>2010-08-16T17:14:00.002-03:00</published><updated>2010-08-16T17:23:21.932-03:00</updated><title type='text'>Mundo mudo</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/TGmcDFzms1I/AAAAAAAAAck/Megk1vlOKik/s1600/rosa_morta_1.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ox="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/TGmcDFzms1I/AAAAAAAAAck/Megk1vlOKik/s320/rosa_morta_1.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desafio. Tá aí uma palavra que me desperta um tesão gigante, capaz até de ganhar de uma panela de brigadeiro. Desde que eu era um projeto de gente, gostava de tudo o que nunca havia feito. Isso incluía queimar meus dedinhos no ferro de passar roupas, comer ração de cachorro e até experimentar as delícias da culinária&amp;nbsp;baseada&amp;nbsp;em&amp;nbsp;areia e mato. Tudo que é novo me excita. O desconhecido sempre me pareceu eterno, sem fim, sabe? De vez em quando, arrisco tentar reexperimentar coisas que odeio. Mostarda, café com leite, nescau. Já tentei de tudo. Às vezes dá certo. Mas confesso que na maioria das tentativas é frustrante a ideia de que se não é mais novo, não tem graça nem qualquer chance de mudança. A mostarda será sempre aquela gosma amarela com cor de excremento de bebê. Quando não dá certo, eu parto para ações mais concretas e desafiadoras. Tipo? Pintar a unha de azul e achar normal. Escrever uma matéria sobre uma partida de futebol - forçada, mas nem por isso, com menos tesão -, acompanhar um processo durante meses esperando que se torne público, pegar ônibus diferentes só pra alterar o itinerário. Parece besta, mas considero qualquer tipo de mudança a final do campeonato mundial de qualquer esporte. Não importa. É extremamente difícil conhecer o novo, ou reconhecer o velho como a maior novidade do ano. Seres humanos são troféus de ouro pra quem gosta do desconhecido. Vejo por mim, que há 21 anos convivo comigo e não faço ideia de quem sou. Não falo em conhecer 123 pessoas por dia. Prefiro conhecer 123 vezes as mesmas pessoas todos os dias. Tem gente que supera expectativas e comete deslizes que fazem com que eu espatife com a cara no chão. Seres completamente mutáveis que se adaptam ao ambiente exterior a cada 123 segundos assustam. Eu fico apavorada com alienígenas. Não sou a pessoa mais normal do mundo, tenho manias estranhas e inconstâncias bem temerosas, às vezes. A diferença, é que eu tento não ferir as pessoas quando crescem espinhos. Bem diferente de algumas flores que andam por aí machucando qualquer espécime mais sensível que apareça.Um dia as pétalas macias e coloridas caem e morrem. Os espinhos ficam. As feridas também.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #ffd966;"&gt;Derrubem velhos muros. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #ffd966;"&gt;Construam novos ideais.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-7400805937673734673?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/7400805937673734673/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/08/mundo-mudo.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/7400805937673734673'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/7400805937673734673'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/08/mundo-mudo.html' title='Mundo mudo'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/TGmcDFzms1I/AAAAAAAAAck/Megk1vlOKik/s72-c/rosa_morta_1.png' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-2146782468853278990</id><published>2010-08-06T18:06:00.001-03:00</published><updated>2010-08-06T18:13:12.100-03:00</updated><title type='text'>fim do dia</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Olhando esse pôr-do-sol que mais parece uma daquelas pinturas abstratas que a gente fica observando e não entende nada, pensei como eu falo mal do amor. Em anos escrevendo em blogs que já morreram ou se perderam pelo ciberespaço, nunca deixei subentendido que o amor era lindo. Nas entrelinhas, por trás de toda dor e lamúrias, eu acho sim o amor a coisa mais linda que pode acontecer na vida de um ser humano. O problema é que não consigo escrever a parte boa de nada. Como se o que fosse perfeito não merecesse minha atenção nem a de ninguém que tenta me ler por aqui. E não merece. Não nasci pra pensar sobre coisas boas nem pra descrever quão lindo é o céu todo colorido, os passarinhos cantando ou o som do mar. Eu gosto de falar da tempestade, da catástrofe, do que é intenso e dá medo. Gosto de incêndio e do fim do mundo. Não sou uma boa escritora. Não consigo falar de tudo, ou talvez não fale porque simplesmente me dou&amp;nbsp; o direito de não tentar. Nunca tive pretensão alguma com essas frases - clichês ou não - que ficam perdidas e que às vezes encontram alguém. Que bom que encontram, mas se sumirem eu também não me importo. Ficar apegada a textos já não faz mais sentido e nem parte de mim. O que é necessário ser lembrado fica aqui dentro, e não em meio às palavras. Não tenho foco, não penso no fim dos textos, no fim de nada. O céu já tá escurecendo e eu prefiro os faróis dos carros me cegando e todo esse barulho a poluição o escuro, e no fim silêncio. Silêncio silêncio silêncio e a tua voz ensurdecedora. Escrevi tudo isso pra concluir que ainda não te esqueci.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-2146782468853278990?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/2146782468853278990/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/08/fim-do-dia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/2146782468853278990'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/2146782468853278990'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/08/fim-do-dia.html' title='fim do dia'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-7897553807014218142</id><published>2010-08-03T02:35:00.001-03:00</published><updated>2010-08-03T02:45:24.626-03:00</updated><title type='text'>Eu acho que...</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Faz tanto tempo que eu já não sei como é não ter ninguém aqui dentro. Sobre o que eu vou escrever agora? Sobre o que eu vou sentir? Pra quem eu vou sofrer? Com quem eu vou sonhar? Tá certo que você sempre foi mais pesadelo que um conto de fadas, mas agora você saiu daqui pra sempre e não tô vendo nenhum outro príncipe encantado galopando no cavalo branco. Eu sei que preciso de um tempo vazia de tudo, mas cansa. Um dia e eu já cansei de não ser de ninguém. Ou de me sentir de alguém. Desculpa se decepcionei quem achou que agora eu daria um sorriso e seria feliz pra sempre. Não é que eu precise de alguém ou não me sinta completa, é que eu gosto do que acrescenta. Gosto quando transborda. Eu acho que nasci pra sofrer por amor e deixar tudo escrito por aí de uma forma mais bonita e dolorosa do que realmente foi. Essa mania de aumentar e diminuir. É que o extremo sempre foi mais verdadeiro e compreensível. Eu leio algumas páginas de um livro e não penso mais em ninguém. Eu ouço uma música e sei lá, parece um ruído qualquer que a gente ouve todos os dias em qualquer lugar. Parece que tudo virou qualquer coisa. Descobri que é tão bom ter motivos pra não esquecer. É quase como meditar eternamente. Viciei no que é latente, no que dói dói dói sem parar. É o costume da vida que não gira, mas que oscila de um lado pro outro sempre voltando pro mesmo lugar. Só que agora o mesmo lugar não tem mais você. Sou só eu. Indo e voltando de um lado pro outro. Variando variando e parando no mesmo lugar. Só que dessa vez a inércia foi desbancada pelo teu adeus e o meu amor que se foi. Desafiando todas as leis que regem meu modo de amar e ser amada, eu te deixei pra sempre. Só que a minha oscilação entrou num caos total, resistindo a qualquer força que tente fazer meu pêndulo parar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #ffd966;"&gt;‎"Então eu te disse que me doíam essas esperas, esses chamados que não vinham e quando vinham sempre e nunca traziam nem a palavra e às vezes nem a pessoa exata."&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #ffd966;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=RBGkLy2yt8A"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=hQlPiOlcuYc&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-7897553807014218142?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/7897553807014218142/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/08/eu-acho-que.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/7897553807014218142'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/7897553807014218142'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/08/eu-acho-que.html' title='Eu acho que...'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-5411905619243333679</id><published>2010-07-31T15:12:00.010-03:00</published><updated>2010-08-01T15:22:37.642-03:00</updated><title type='text'>Canção da Despedida</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/TFRrjuu-DLI/AAAAAAAAAcQ/o79OWBMso7E/s1600/adeus___.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5500139306510847154" src="http://3.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/TFRrjuu-DLI/AAAAAAAAAcQ/o79OWBMso7E/s320/adeus___.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; height: 275px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nas últimas madrugadas eu fiquei paralisada. Com medo de escrever o que eu não sentia, de errar na hora de me entender. Fiquei sim, apavorada sem saber o que eu tô sentindo. É um amor e um ódio tão fortes e não consentidos que me deixam patética. Olhando pra cima, pra baixo, para os meus pés ou para um poste parado e idiota. Igualzinho à dona do par de olhos. Sem tempo pra me preparar eu me vi tão tão tão perto de ti, e tu fugindo de mim outra vez. Mas agora eu entendo, porque indo pra perto de ti foi a melhor forma que encontrei pra me perder de ti pra sempre. As ruas são diferentes, a cidade cresceu e aquela esquina é só mais uma esquina de uma cidade grande. Os taxis, os telefones públicos que nunca funcionaram, um ar de poluição de almas, sujeira, sujeira, sujeira e o amor não é mais puro. Ele esvaiu no ar sem que eu tivesse chance de dizer "vai, vai pra sempre, porque nós nunca fomos eternos, estávamos de passagem". Você sumiu de mim e ficou um vazio que eu não posso dizer que seja ruim. Mas quando falta algo, a gente pensa que falta tudo. De repente tanta gente não importa mais. Tanta gente importa tão pouquinho. Um nó na garganta que não desata, um ponto de interrogação gigante me esmagando a cada pensamento de "eu não te amo mais". Eu derramei algumas lágrimas por não mais que uns quatro minutos. Lágrimas de quatro anos. Acho que era o velório da gente. Um choro justificável de "nós nunca mais voltaremos nós". Nunca pensei num epitáfio pra nossa história, mas acho que seria algo como "nos amamos e fim", "nos amamos, enfim" ou "nos amamos no fim?". Eu acho que a gente sempre vai ser um ponto de interrogação. E na minha gramática, a interrogação pode ser sim ponto final. Eu parti do teu mundo com a alma mais leve, sem o que a gente aprendeu juntos, eu parti menos amor. Eu acordei, e de repente acabou. Durante o momento de um suspiro, deixei quatro anos da nossa (ou será só minha?) história morrerem asfixiados.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #009900;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #ffe599;"&gt;Foi um prazer te conhecer&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #ffe599;"&gt;Foi um prazer te amar.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #009900;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=Zx3m4e45bTo"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=Zx3m4e45bTo&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-5411905619243333679?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/5411905619243333679/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/07/cancao-da-despedida.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/5411905619243333679'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/5411905619243333679'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/07/cancao-da-despedida.html' title='Canção da Despedida'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/TFRrjuu-DLI/AAAAAAAAAcQ/o79OWBMso7E/s72-c/adeus___.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-1791243785932214121</id><published>2010-07-18T01:19:00.003-03:00</published><updated>2010-07-18T01:32:33.693-03:00</updated><title type='text'>blah blah blah</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Achei que meu orgulho era grande, mas descobri que meu amor é muito maior. Eu não sei o que passa pela tua cabeça ou pelo teu coração, mas aqui você passa todos os dias. Praticamente até o ar que eu respiro por aqui lembra o seu, lá. Minhas palavras não foram capazes de te convencer que a gente ainda valia a pena. Eu tentei ser fraca o bastante pra te perdoar, mas no fundo, aqui dentro, o que mais nos aproxima é o ódio que ficou pelo que tu não fizeste. Era fácil dar as mãos quando tocava uma canção de amor. Mas foi quando nos vimos estrelando um filme de guerra que tu finalmente revelaste o que era. Eu não me apaixonaria por alguém assim. Mas eu me apaixonei. Ainda penso todos os dias. Fácil dizer pra esquecer. Pensando racionalmente é claro que faz sentido. É óbvio que não existem motivos pra ficar resgatando o passado. Acontece que lá no fundo eu não entendo que o passado não volta. E fico nessa ilusão idiota de que sei lá, por algum milagre divino você reapareça e resolva me receber de braços abertos com o sorriso de um cara apaixonado. Quão idiota e sonhador um ser humano pode ser, hein?! E mesmo não parecendo, eu tô feliz. Minha vida é realmente muito legal. Eu só não posso pensar em passado. Eu só não posso te ter no meu presente. E isso é tão triste.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-1791243785932214121?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/1791243785932214121/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/07/blah-blah-blah.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/1791243785932214121'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/1791243785932214121'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/07/blah-blah-blah.html' title='blah blah blah'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-2224643548581595811</id><published>2010-07-13T22:30:00.006-03:00</published><updated>2010-08-02T19:03:10.915-03:00</updated><title type='text'>Canção número 12</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Oiiii. Amiga, pintei as unhas de vermelho"&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tá, e daí? (deleta) Ai que lindo! Quer pegar quem? Qual a cor?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Gabrielle! Vamos sair amanhã, lembra?"&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não quero sair mais... Tô com preguiça das pesssoas (deleta) Uhul!!! Vamos encher a cara e pegar geral!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pois é, essa coisa estranha que chamam internet é um fenômeno muito estranho. Você vê uma foto feliz - a mais feliz do mundo - no avatar de alguém e acha que por isso a vida é bela e esse alguém é sim a pessoa mais feliz do mundo. Não. Eu estou chorando, enchendo baldes, tropeçando neles e derrubando toda a minha vida no chão. Eu estou DE-SA-BAN-DO. Entendeu? Eu sei que você não pôde ouvir minha voz pra ir se preparando, respirar fundo e perguntar com toda aquela sua doçura, o que houve. Também sei que não viu meus olhos fitando qualquer coisa que não fizesse sentido, só pra enganar e não deixar aquela lágrima insistente cair. É, não é sua culpa, nem minha.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Você não ouve minha respiração, você não sente meu cheiro, só lê. Lê aquelas palavras coloridas e acha que tá tudo bem. Eu sei que acontece com você também. Mas eu gosto de contato, de olhos nos olhos, olhos nas tuas mãos aflitas que sempre procuram um lugar pra repousar, olhos dentro da tua alma. Eu gosto de ouvir teu coração batendo. Da nossa energia que é só nossa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Amigo, eu amo quando a gente simplesmente senta ao lado um do outro e respira. E quando você olha junto comigo pra lugar nenhum. Porque é lá que o presente acontece e acontece e acontece todos os dias e quase ninguém vê. Eu não gosto dessas janelas piscando feito letreiro de motel barato. Eu gosto do que ninguém enxerga, daquelas luzes que piscam e piscam sem parar quando a gente fecha os olhos. Eu gosto de amor e de amar. Eu cansei dessas janelinhas, porque elas não dizem nada. Queria poder ouvir de novo como teu coração batia quando eu ainda ouvia você dizer que me amava. Queria que aquele universo que piscava quando a gente cerrava os olhos preenchesse todo o espaço que você deixou quando eu parti.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #339999;"&gt;"Eu não encontro nada que me dê motivo &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #339999;"&gt;outra vez pra procurar o que sobrou.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #339999;"&gt;eu vivo condenado e sem saída &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #339999;"&gt;de um passado que parece não ter fim..."&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-width: 0px; color: #555555; font-family: 'Trebuchet MS',Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px; margin: 0px; padding: 0px 0px 20px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-2224643548581595811?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/2224643548581595811/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/07/cancao-numero-12.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/2224643548581595811'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/2224643548581595811'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/07/cancao-numero-12.html' title='Canção número 12'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-5834339557209110962</id><published>2010-07-12T00:13:00.011-03:00</published><updated>2010-09-06T19:51:25.604-03:00</updated><title type='text'>de fé</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/TDqM2pbDhEI/AAAAAAAAAbs/tJs44sZqs5Y/s1600/amizade1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 210px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/TDqM2pbDhEI/AAAAAAAAAbs/tJs44sZqs5Y/s320/amizade1.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5492857565991896130" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFCCCC;"&gt;"A amizade é um amor que nunca morre".&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É mesmo, Mário Quintana? Ou o ser humano deturpou até o sentido dessa palavra? O dicionário é claro e objetivo: "Afeição recíproca entre dois entes". Recíproca, entendeu? O amor deve vir das duas partes, deve haver um fluxo e um contra-fluxo de consideração e confiança. Eu não sei se é apenas uma fase, mas eu sinto que fiz menos amizades nesses últimos anos do que pensava. Parece que as boas e poucas ainda são as mais antigas... Não consigo mais considerar alguém que conheço há um ano e meio um amigo. Até porque as situações que atestariam pra sempre como verdadeira a amizade nem puderam acontecer. Talvez eu tenha me precipitado demais. Tem gente que não liga pra dicionário, ainda menos pra Mário Quintana. Eu não vou exigir que sintam da mesma forma que eu. Mas também não exijam que eu os chame de amigos. Porque meu querido colega, amizade é algo forte, e é pra sempre. É tão, mas tão forte, que acredito ser junto com nossa família o pedaço mais importante de nossas vidas. Não vou ficar chateada se você não me considera o pedaço mais importante da sua vida, fica tranquilo. Mas não exija que o meu tempo e minha atenção sejam voltados pra você por tanto tempo. O resto da vida é muito, e eu não quero gastá-lo com quem não me quer por perto da mesma maneira que eu o quero. Amizade é conforto, além de tudo. E se a gente nem se diverte mais, se eu já não faço mais parte do seu dia triste, ou alegre, ou cinza, ou de verão, a gente não vale mais a pena. A nossa amizade era só um passatempo, uma conveniência para não se estar sozinho. E eu odeio conveniências. Desculpe se eu for cruel, ou simplesmente for te esquecendo. Acredite, você já me esqueceu há muito tempo. E o mais importante: esqueceu de nós. Um bom dia sincero me interessa. Sua falta de vontade de ficar ao meu lado já não faz falta e nem me completa. Pelo contrário, consome.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=fbCFT0e5e6c"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=fbCFT0e5e6c&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#3333FF;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#336666;"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  line-height: 16px; font-family:'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:13px;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFF99;"&gt;Eu tenho muitos amigos, t&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  line-height: 16px; font-family:'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:13px;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFF99;"&gt;enho discos e livros&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  line-height: 16px; font-family:'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:13px;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFF99;"&gt;mas quando eu mais preciso, eu só tenho você..."&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-5834339557209110962?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/5834339557209110962/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/07/de-fe.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/5834339557209110962'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/5834339557209110962'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/07/de-fe.html' title='de fé'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/TDqM2pbDhEI/AAAAAAAAAbs/tJs44sZqs5Y/s72-c/amizade1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-3956375762152424109</id><published>2010-07-05T00:41:00.006-03:00</published><updated>2010-07-14T02:29:00.299-03:00</updated><title type='text'>A vida é hoje</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É normal querer estar entre pessoas só para ignorá-las? Sair de casa e ter o prazer de sentir que não precisa de nenhuma delas. Nenhuminha. Sentir-se completo o suficiente pra viver numa ilha deserta e ser feliz pra sempre. Normal almoçar sozinha e sentir o prazer de ouvir o som da própria mastigação, do arroz sendo habilmente destroçado em companhia de nada menos que você? Eu não sei o que o mundo considera normal, mas eu ando me bastando tanto comigo e achando as pessoas tão sem graça, tão sem nada... É uma fase em que observo os humanos agindo como animais e dou gargalhadas sem fim, sem som. Risos histéricos e piadas só minhas, porque se alguém ouvir perde toda a graça. Parece meio louco, mas eu tô adorando a minha companhia, a autossuficiência que eu tanto busquei, e que de repente, chegou. Eu ainda nem te esqueci e já sei viver sozinha. Veja só! Aquela guria que não conseguia respirar se estivesse sem companhia, que necessitava ouvir boa noite, ou tchau, ou um simples a gente se vê. Alguém que queria sempre mais, sempre soma e queria presença. Agora essa gritaria toda lá fora me irrita. A de dentro só me deixa com mais vontade de estar só.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  line-height: 15px; font-family:arial, sans-serif;font-size:small;"&gt;&lt;i&gt;"Tem o imaterial peso da &lt;/i&gt;&lt;em&gt;solidão no meio&lt;/em&gt;&lt;i&gt; de &lt;/i&gt;&lt;em&gt;outros."&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=cyyIbRGqp-Y"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=cyyIbRGqp-Y&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-3956375762152424109?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/3956375762152424109/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/07/vida-e-hoje.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/3956375762152424109'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/3956375762152424109'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/07/vida-e-hoje.html' title='A vida é hoje'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-2614172057901872431</id><published>2010-06-23T23:24:00.009-03:00</published><updated>2010-06-24T17:20:49.302-03:00</updated><title type='text'>Learn to fly</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/TCLGp12KTyI/AAAAAAAAAbQ/MaYoEwkGs_o/s1600/umbrella_concept_by_rattattart.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/TCLGp12KTyI/AAAAAAAAAbQ/MaYoEwkGs_o/s320/umbrella_concept_by_rattattart.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5486165718221868834" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É engraçado como a raiva deixa as pessoas, aparentemente, mais fortes. Aparentemente a gente vai levantar a bundinha da cama, arranjar alguma bandeira por aí e gritar bem alto: "independência ou morte"!!! Mas independência de quê? Trocar aquelas pernas que esquentavam os pés em cinco segundos por meias? Aquele corpo tão mas tão quente que parecia queimar de tanto amor por uma mantinha anti-alérgica comprada naquela loja em promoção? É amiga, amor não se encontra em liquidação. Não vende em banquinha de camelô. E independência a gente conquista, por nós mesmos. Não é alguém que aparece e nos tira a liberdade, é a gente que vai entrando no quartinho escuro e deixa o vento fechar a porta. Não estar mais com ele não é status de pessoa feliz, bem resolvida, livre e pronta pra percorrer os cinco continentes sem parar. As músicas que lembravam o quanto vocês se necessitavam vão continuar tocando e agora vão só lembrar "aquele desgraçado que um dia esqueceu de me amar". Perdoe. As pessoas um dia não sentem mais nada. Não há um ciclo lunar ou um feriado no calendário que corresponda às necessidades e conveniências dos dois. Um dia acaba. Aceite. Sentir raiva não vai te deixar mais forte, vai te fazer uma pessoa mais dura e injusta com o resto do mundo que não tinha nada a ver com isso. Esqueça. E lembre-se de não generalizar: não são todos iguais. Ao contrário do que você está pensando nesse momento. Se fossem todos cópias você não estaria chorando jogada no quarto ao som de Los Hermanos por mais um adeus não consentido. A graça da vida está em superar. Desafios, obstáculos, imperfeições, amores findados. Superar você mesmo e essa mania de achar que hoje é o fim do mundo. Não é. Até essa dor que parece maior que todas as galáxias que existem, que te corrói o corpo como se fosse um verme sedento por carne podre e abatida, que grita de dentro pra fora da alma, que faz o coração bater tão devagarzinho que parece que vai parar pra sempre, passa. Passa, e no fundo você sabe disso. Só precisa de uma semana de apocalipse pra ressurgir mais forte e soprando cinzas pra todos os lados. É a tempestade indo escurecer a vida de outros e o arco-íris surgindo junto com os passarinhos felizes (aqueles da branca de neve) e todo aquele faz de conta e promessas de final feliz. E lá vamos nós, voando por ares desconhecidos, planando, planando, até encontrarmos um novo porto e nos jogarmos lá de cima em um vôo suicida com escalas na paixão, no amor, e destino certo: o fim.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 153, 153);"&gt;"Tenho uma parte que acredita em finais felizes. &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 153, 153);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 153, 153);"&gt;Em beijo antes dos créditos, &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 153, 153);"&gt;enquanto &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 153, 153);"&gt;outra acha que só se ama errado".&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=2LTZ2ScV9IQ"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=2LTZ2ScV9IQ&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-2614172057901872431?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/2614172057901872431/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/06/learn-to-fly.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/2614172057901872431'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/2614172057901872431'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/06/learn-to-fly.html' title='Learn to fly'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/TCLGp12KTyI/AAAAAAAAAbQ/MaYoEwkGs_o/s72-c/umbrella_concept_by_rattattart.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-7672511874722702182</id><published>2010-06-21T23:04:00.001-03:00</published><updated>2010-06-21T23:04:32.987-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>"E foi por isso, porque você deixou de ser o menino que me amava e passou a ser só mais um que me usa, que você, assim como todos os outros, mereceu um texto meu."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-7672511874722702182?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/7672511874722702182/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/06/e-foi-por-isso-porque-voce-deixou-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/7672511874722702182'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/7672511874722702182'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/06/e-foi-por-isso-porque-voce-deixou-de.html' title=''/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-2615696745148664071</id><published>2010-06-17T13:38:00.002-03:00</published><updated>2010-06-17T13:47:29.086-03:00</updated><title type='text'>21 carnavais, 10 mil fantasias</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Passaram-se 21 anos. E eu aqui. A mesma Jéssica de sempre, um pouco mais esperta, um pouco mais burra, inocente, sincera, talvez. Sinto que fui mudando pra voltar a ser o que era. Um ciclo que sempre volta para o início. Não tenho grandes ambições, não faço mais listas nem promessas. Não cumprí-las só me deixava com medo de não estar vivendo. A vida passava e eu sentia medo de deixá-la passar. Acho que finalmente entendi que passa. Não importa se estamos tristes ou soltando fogos de artifício, ela passa. Então eu choro e sorrio sem medo de estar perdendo tempo. Eu me deixo livre pra gritar ou pra sussurrar. Cansei de ficar me censurando. Se eu quero chorar, choro. E isso não significa que eu esteja mais sensível ou minha vida não esteja boa. Pelo contrário, a gente precisa surtar pra não enlouquecer. A gente precisa se permitir sentir. E se tem algo que eu faço mais que pensar é sentir. E eu sinto muito, blues. Meu único desejo é que eu possa viver muito, porque viver é o máximo que eu posso pedir. E a vida foi a melhor coisa que aconteceu comigo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-2615696745148664071?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/2615696745148664071/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/06/21-carnavais-10-mil-fantasias.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/2615696745148664071'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/2615696745148664071'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/06/21-carnavais-10-mil-fantasias.html' title='21 carnavais, 10 mil fantasias'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-1020869185637703084</id><published>2010-06-16T01:47:00.002-03:00</published><updated>2010-06-16T01:50:16.839-03:00</updated><title type='text'>Ryszard Kapuściński</title><content type='html'>"Quiero subrayar esta idea: en nuestra profesion, el éxito se basa en mantener dos talleres. Es decir, en tener una doble vida, vivir en estado de esquizofrenia: ser un corresponsal de agencia - o un redactor de periódico - que cumple órdenes, y guardar, en algun pequeño lugar del corazón y de la mente, algo para sí, para la propia identidad, para las ambiciones personales".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-1020869185637703084?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/1020869185637703084/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/06/ryszard-kapuscinski.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/1020869185637703084'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/1020869185637703084'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/06/ryszard-kapuscinski.html' title='Ryszard Kapuściński'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-2381844986494962720</id><published>2010-06-14T11:38:00.004-03:00</published><updated>2010-06-14T12:02:10.298-03:00</updated><title type='text'>Xadrez listrado branco e preto</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/TBZEUyKnuAI/AAAAAAAAAag/T05vmKHicAE/s1600/sombra.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 287px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/TBZEUyKnuAI/AAAAAAAAAag/T05vmKHicAE/s320/sombra.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5482644720224548866" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Uma professora, no departamento de Jornalismo, que pede para o aluno seguir alguém e escrever uma crônica só pode ser inesquecível. Grande Aglair. Lá vai:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Até onde eu seguiria alguém? Até onde seria preciso acompanhar os passos de um ser humano pra que eu pudesse fazer parte da vida dele em silêncio? Meus passos aflitos e curtos me denunciavam. Lá estava ela, a escolhida. Entre idas e vindas, chegadas e partidas, eu encontrei a mulher desconhecida que faria parte da minha história, e que nunca saberia disso. Era boa a sensação de ser invisível, e, de alguma forma, ser sombra. Um casaco branco e preto, a primeira vista, não sabia se xadrez ou listrado. Mas, que diferença faria? Toda. Se fosse xadrez, ela seria meiga, apaixonada, acreditaria em príncipe encantado. Se fossem apenas listras, ela não teria porto, andaria pelo mundo a procura de ela nem sabe o que, só a procura de algo sem nada dentro. Caminhei apressada: era listrada. Eu sabia que o fim da nossa ligação estaria próximo, ela era daquelas que passam, não ficam. Ela queria o mundo e eu só precisava da sombra dela. Colocava os cabelos atrás das orelhas, aflita, apressada, com pressa de viver toda a sua vida em um minuto. Idade? Seu corpo denunciava uns 33 anos, mas ela tinha alma de menina errante. Tinha passos tortos e sinuosos. Linhas retas, pra ela, já bastavam as do casaco branco e preto. Era um sobretudo discreto, neutro, típico de quem quer passar sem ser notado. Mas os sapatos. Ah os sapatos!!! Eram cor de céu, cor de algodão doce. Eram cor de menina, cor de liberdade. Atravessamos a rua juntas. Entramos na farmácia juntas. Ainda me pergunto por que uma menina que quer o mundo precisaria de pincéis. Vai ver fosse pra pintar um arco-íris. O moço da loja disse que era o melhor pincel, fazia as sombras ficarem perfeitas. Mas onde já se viu sombra pintada, sombras perfeitas? Ela viu. Ela quis o arco-íris e eu só quis a imaginação dela. Éramos colegas. Só faltava uma coisa pra nos tornarmos amigas: que eu já não reparasse em nada. Foi aqui que começamos a nos perder. Ela subindo a rua, com o mesmo passo apressado, mas já nem tão aflito. Eu virando a esquina, descendo, descendo, descendo. Aos poucos a gente foi se afastando, não havia mais sombras. Sobravam a distância e a ausência. Sobrava eu e ela. Ela se foi, dona de si, sobretudo. Era o sobretudo branco e preto xadrez e listrado e todas as cores do mundo se despedindo, dizendo até mais. E só eu sabia que era adeus. Agora eu não tinha mais sombras pra seguir. Era a minha que me seguia. E isso me aflige. Essa perseguição enquanto há vida, de mim por mim, a perseguição de ser o que a gente quer, ou o que deveríamos ser. Às vezes eu só queria não me perseguir. Eu só queria me perder de mim e não sentir falta. Ou me sentir livre. Ou ser livre. Ou simplesmente sentir.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right; font-style: italic; color: rgb(0, 153, 0);"&gt;"Há mais de mil destinos na esquina&lt;br /&gt;outras vidas esperando em cada esquina..." &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-2381844986494962720?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/2381844986494962720/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/06/xadrez-listrado-branco-e-preto_14.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/2381844986494962720'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/2381844986494962720'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/06/xadrez-listrado-branco-e-preto_14.html' title='Xadrez listrado branco e preto'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/TBZEUyKnuAI/AAAAAAAAAag/T05vmKHicAE/s72-c/sombra.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-5196513684512250584</id><published>2010-06-10T02:20:00.010-03:00</published><updated>2010-06-10T20:31:30.979-03:00</updated><title type='text'>de outros carnavais, com outras fantasias</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/TBEZcO0bZOI/AAAAAAAAAZ0/F0F8klTG3lA/s1600/Rodoviaria_de_Porto_Alegre_dentro.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/TBEZcO0bZOI/AAAAAAAAAZ0/F0F8klTG3lA/s320/Rodoviaria_de_Porto_Alegre_dentro.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5481190194291631330" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Passaram-se 365 dias tão rápidos quanto a nossa história. Começou com muito e acabou sem nada. Faz um ano que tu te tornaste a pessoa mais especial que eu permiti que vasculhasse meu coração. Tu foste a única pessoa pra quem eu deixei minha alma exposta. Nunca vou entender por que sumiste, e se esse foi o melhor caminho. Sim, eu pedi que tu desapareceste da minha vida, mas nem assim era ódio. Eu só queria um tempo da tua presença, já que ela era mais real aqui dentro do que jamais fora. Ter de falar tudo nas entrelinhas só deixa o que escrevo com maior intensidade, com verdade e com tudo o que a gente foi. Jamais me conformei com esse terremoto e a falta da paz no final. Eu nunca imaginei que fosse sentir tanta falta. Não sei exatamente do que, mas eu sinto que foste a pessoa mais especial que já passou - e ficou - na minha vida. Não fizeste nada de especial pra isso, eu sei. Mas essas coisas a gente não escolhe, não é questão de pesar na balança, de medir, de catalogar, de definir. Acredito que o não saber sempre tornou tudo mais especial do que era. O não poder te transformou em tudo o que eu mais queria. O não ser só criou correntes cada vez mais tenras. Sempre foi difícil pensar em te esquecer. Ainda não descobri se dói mais apagar tudo ou reviver o que foi todos os dias. A nossa música nem nossa é mais, mas continua tocando. A porta ficou aberta, e eu confesso, tenho medo que outra pessoa tente entrar... Hoje sou cercada de muros e grades. Eu vivo em um campo de concentração onde vou guiando todos que chegam para a câmara de gás. Eu vou matando qualquer pedacinho de amor que tente nascer em mim. Eu sempre quis só aquele amor, eu sempre quis você. Eu perdi as chaves no meio do caminho, eu perdi o medo de que jamais fosse real. E se um dia a gente se encontrasse entre a Joaquina e o Morro das Pedras? Mas... E se a gente se perdesse? E se fosse tão longe e tão cansativo que a gente desistisse? Eu caminhei tanto tanto, eu atravessei meus medos, eu me vi perdida em um lugar desconhecido, eu me senti segura quando tu me deste a mão. Foi ali, há três anos, que eu me liguei pra sempre em ti. E se há algo que eu nunca vou perdoar é o teu silêncio. Eu nunca vou te perdoar por ter ido embora, por ter dito até mais sabendo que era adeus. Lembra da champanhe? Tu guardaste na estante e eu me embriaguei escondida. Era amor que eu tinha receio de mostrar, e mostrava. Mostrava enquanto estava escuro, enquanto tocava piano bar. Mas a música era alta demais, triste demais, verdadeira demais para o que éramos. Se a gente um dia foi algo, foi amor. Eu continuo sendo... Você simplesmente se foi. Hoje é brisa, é passado, é tempestade. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 153, 0);"&gt;"Alguém que parte não volta..."&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 153, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 153, 0);"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=CBQkX5OXHLo"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=CBQkX5OXHLo&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-5196513684512250584?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/5196513684512250584/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/06/de-outros-carnavais-com-outras.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/5196513684512250584'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/5196513684512250584'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/06/de-outros-carnavais-com-outras.html' title='de outros carnavais, com outras fantasias'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/TBEZcO0bZOI/AAAAAAAAAZ0/F0F8klTG3lA/s72-c/Rodoviaria_de_Porto_Alegre_dentro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-1848553615246273771</id><published>2010-06-07T23:24:00.006-03:00</published><updated>2010-06-08T00:57:15.724-03:00</updated><title type='text'>Outra vez</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um dia eu quis te entender, quis te julgar, te odiar, te esquecer. Mas aí eu cansei de ficar rodando em círculos, porque desse jeito nunca acabaria. Eu sabia que nunca fui entendida, sabia que eu era um ponto de interrogação, mas e nós? Éramos só reticências. Você? Eu nunca soube o que você foi. Talvez uma lembrança ou bem mais que isso. Às vezes eu paro de pensar nos poucos momentos bons e entendo porque nunca teria dado certo. E é muito mais que distância física. É distância de verdade mesmo. No fundo eu sei que a gente nunca se deixou tocar... Era a necessidade de sentir o vento batendo no peito. Só que agora o vento começou a congelar o coração. Agora não tem mais o que proteja. É nudez completa, é madrugada, é adeus. É o choro de luto pelo que a gente deixou morrer. É meu vestido preto e o teu coração de pedra. É uma carta que eu nunca enviei e aquela que jamais chegou. Foi o fim sem despedida. Foi um filme de guerra sem canção de amor.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;"Ontem à noite, a noite tava fria&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;Tudo queimava, mais nada aquecia&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;Ela apareceu, parecia tão sozinha&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;Parecia que era minha aquela solidão"&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-1848553615246273771?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/1848553615246273771/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/06/outra-vez.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/1848553615246273771'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/1848553615246273771'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/06/outra-vez.html' title='Outra vez'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-3779390466867497926</id><published>2010-05-31T01:28:00.008-03:00</published><updated>2010-05-31T01:49:57.580-03:00</updated><title type='text'>Segunda-feira blues</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/TAM-59wYQuI/AAAAAAAAAZg/FJIhe2OSs00/s1600/bal%C3%A3o+vermelho.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 242px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/TAM-59wYQuI/AAAAAAAAAZg/FJIhe2OSs00/s320/bal%C3%A3o+vermelho.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5477290737363600098" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tenho tido semanas estranhas, e talvez por isso não tenha escrito nada por aqui. Medo de ser diferente, ou de perceber através das minhas próprias palavras que tudo ficou diferente sim. Comecei a enxergar o mundo sob outra óptica, com outros valores... Sempre tive tantas certezas e de repente me vi entre a obsolescência e o desejo de consumo do novo. Consumi, consumi, enjoei. Como sempre acontece. Eu estou presa no passado, e não há nada que eu faça ou que alguém faça que mude isso. Acostumei com a presença de fantasmas e não sinto mais medo. Muita coisa foi mudando com o tempo e só o que se foi permaneceu intacto. Talvez visto com outro olhar, perfumado e lindo, como nunca foi. Acho que o problema sempre será esse: criar um passado que não existiu, um passado sem defeitos ou mágoas. Qualquer um gostaria de lembrar de algo tão bom assim... Não seria diferente comigo. Acordei em outro lugar, me senti a mesma pessoa. Acordei me procurando e não te encontrei. Talvez eu realmente tenha me perdido por aí. Quem sabe um dia eu me encontre de novo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;&lt;i&gt;"Milhas e milhas eu fui percorrer&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;&lt;i&gt;Por milhas eu não soube aonde ir&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;&lt;i&gt;Às vezes não espero me encontrar&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;&lt;i&gt;Talvez um dia eu te encontre por aí&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;&lt;i&gt;Ah! eu sinto muito blues..."&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-3779390466867497926?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/3779390466867497926/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/05/segunda-feira-blues.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/3779390466867497926'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/3779390466867497926'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/05/segunda-feira-blues.html' title='Segunda-feira blues'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/TAM-59wYQuI/AAAAAAAAAZg/FJIhe2OSs00/s72-c/bal%C3%A3o+vermelho.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-9066206996049255407</id><published>2010-05-25T01:35:00.003-03:00</published><updated>2010-05-25T01:42:10.052-03:00</updated><title type='text'>enjoy the silence</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/S_tU8jHf02I/AAAAAAAAAZM/l23U-I3J5LE/s1600/silencio.jpeg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 235px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/S_tU8jHf02I/AAAAAAAAAZM/l23U-I3J5LE/s320/silencio.jpeg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5475063171194540898" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Tenho aprendido a ficar em silêncio...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-9066206996049255407?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/9066206996049255407/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/05/enjoy-silence.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/9066206996049255407'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/9066206996049255407'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/05/enjoy-silence.html' title='enjoy the silence'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/S_tU8jHf02I/AAAAAAAAAZM/l23U-I3J5LE/s72-c/silencio.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-4346967997039318369</id><published>2010-05-21T17:57:00.001-03:00</published><updated>2010-05-22T22:07:26.519-03:00</updated><title type='text'>Periférico, por Tati Bernardi</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:Tahoma, Verdana, 'Trebuchet MS', Arial;font-size:13px;"&gt;"Pareço um sapo cego dando uma linguada no ar, não vejo o inseto, mas sei que ele está lá. Molho o ar na espera de lamber sua coxa, a pele com menos pêlos atrás do seu joelho. Lamber sua virilha, sentir seu cheiro, brincar com seu umbigo perfeito e boquiaberto por causa da barriguinha. Quem sabe descobrir alguma sujeirinha ali no umbigo, um resto de algodão, um resto de salgadinho vagabundo, um resto de prazer. Eu te amava depois do banho, eu te amava indo trabalhar sujo de mim, eu te amava humano e eu te amava, sobretudo, alienígena e com sono de sentir a vida.&lt;br /&gt;Sinto saudades de respirar o mais profundo possível, como já escrevi antes, perto de sua nuca. E descobrir novidades sem nome e sem solução. Sinto saudades de me perder tentando entender de que tanto você sorria, de que tanto você brilhava, de que tanto você se perdia e se escondia.&lt;br /&gt;Peço licença ao meu ódio tão feio e tão infinito para te amar só mais uma vez. Quero te amar sozinha aqui, na minha casa nova, em minha quase nova vida. Quero esquecer todo o nada que você representa e dar contorno aos desenhos que não saem da minha cabeça. Nunca entendi seu coração, nunca entendi seus olhos, nunca entendi suas pernas, mas só por hoje queria poder lamber sua fumaça para que ela permanecesse mais, pesasse mais.&lt;br /&gt;É libertador esquecer meu desejo de vingança, a vontade que tenho de explodir sua vida, o vício que tenho de passar mil vezes por dia, em pensamento, ao seu lado. E pisar em cima da sua inexistência e liberdade. Chega disso, só pelo tempo em que durarem estas letras e a música que coloco para reviver você, vou te amar mais esta vez. Vou me enganar mais uma vez, fingindo que te amo às vezes, como se não te amasse sempre.&lt;br /&gt;Eu nunca aceitei a simplicidade do sentimento. Eu sempre quis entender de onde vinha tanta loucura, tanta emoção. Eu nunca respeitei sua banalidade, nunca entendi como podia ser tão escrava de uma vida que não me dizia nada, não me aquietava em nada, não me preenchia, não me planejava, não me findava.&lt;br /&gt;Nós éramos sem começo, sem meio, sem fim, sem solução, sem motivo. Ainda assim, há meses, há séculos que se arrastam deixando tudo adulto demais, morto demais, simples demais, exato e triste demais, eu sinto sua falta com se tivesse perdido meu braço direito.&lt;br /&gt;Esse amor periférico, ainda que não me deixe descoberto o peito, me descobre os buracos. Não são de suas palavras que sinto falta. Não é da sua voz meio burralda e do seu bocejo alto demais para me calar e me implorar menos sentimentos. Não é, tampouco, do seu abraço. Sua presença sempre deixou lacunas e friagens que zumbiam macabramente entre tantas frestas sem encaixe.&lt;br /&gt;Não sinto saudades do seu amor, ele nunca existiu, nem sei que cara ele teria, nem sei que cheiro ele teria. Não existe morte para o que nunca nasceu.&lt;br /&gt;Sinto falta mesmo, para maior desespero e inconformismo do meu coração metido a profundo, de lamber suas coxas, a pele mais lisa atrás dos joelhos. Lamber sua virilha, sentir seu cheiro, brincar com seu umbigo, respirar sua nuca, engolir sua simplicidade, me rasgar com sua banalidade, calar sua estupidez, respirar seu ronco, tocar sua inexistência, espirrar com sua fumaça.&lt;br /&gt;Sinto falta da perdição involuntária que era congelar na sua presença tão insignificante. Era a vida se mostrando mais poderosa do que eu e minhas listas de certo e errado. Era a natureza me provando ser mais óbvia do que todas as minhas crenças. Eu não mandava no que sentia por você, eu não aceitava, não queria e, ainda assim, era inundada diariamente por uma vida trezentas vezes maior que a minha. Eu te amava por causa da vida e não por minha causa. E isso era lindo. Você era lindo.&lt;br /&gt;Simplesmente isso. Você, uma pessoa sem poesia, sem dor, sem assunto para agüentar o silêncio, sem alma para agüentar apenas a nossa presença, sem tempo para que o tempo parasse. Você, a pessoa que eu ainda vejo passando no corredor e me levando embora, responsável por todas as minhas manhãs sem esperança, noites sem aconchego, tardes sem beleza.&lt;br /&gt;Sinto falta da raiva, disfarçada em desprezo, que você tinha em nunca me fazer feliz, sinto falta da certeza de que tudo estava errado, mas do corpo sem forças para fugir, sinto falta do cheiro de morte que carregávamos enquanto ainda era possível velar seu corpo ao meu lado, sinto falta de quando a imensa distância ainda me deixava te ver do outro lado da rua, passando apressado com seus ombros perfeitos. Sinto falta de lembrar que você me via tanto, que preferia fazer que não via nada. Sinto falta da sua tristeza, disfarçada em arrogância, de não dar conta, de não ter nem amor, nem vida, nem saco, nem músculos, nem medo, nem alma suficientes para me reter.&lt;br /&gt;Prometi não tentar entender e apenas sentir, sentir mais uma vez, sentir apenas a falta de lamber suas coxas, a pele lisa, o joelho, a nuca, o umbigo, a virilha, as sujeiras. Sinto falta do mistério que era amar a última pessoa do mundo que eu amaria."&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-4346967997039318369?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/4346967997039318369/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/05/periferico-por-tati-bernardi.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/4346967997039318369'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/4346967997039318369'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/05/periferico-por-tati-bernardi.html' title='Periférico, por Tati Bernardi'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-3919268822679981043</id><published>2010-05-19T22:45:00.004-03:00</published><updated>2010-05-19T23:02:41.513-03:00</updated><title type='text'>Nada, nada, nada importa</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sabe o que pensei hoje durante o dia inteiro? Por que é tão fácil falar do defeito dos outros e tão difícil admitir as qualidades? Por que o ser humano é tão promotor dos outros e tão justo consigo? É a velha história de julgar e esquecer que enquanto apontamos os erros alheios, esquecemos dos nossos. Tem gente por aí que sente tesão em destruir a obra de todo mundo, menos a sua. Eu sou uma pessoa que costumava ser extremista, aquelas "ou é oito ou oitenta", mas mudei. Mudei porque percebi que a vida não funciona assim. Que não há nada tão bom nem tão mau. São 360 ângulos diferentes, por que insistir que existe apenas um certo? O mundo precisa de mais elogios, menos críticas destrutivas, mais ajuda. O mundo precisa da gente, de seres, humanos. Falta compreensão. Estamos ficando duros e cruéis demais com a vida. Mas... E se a recíproca se tornar verdadeira?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:x-large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CC0000;"&gt;Mais AMOR, por favor.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-3919268822679981043?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/3919268822679981043/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/05/nada-nada-nada-importa.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/3919268822679981043'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/3919268822679981043'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/05/nada-nada-nada-importa.html' title='Nada, nada, nada importa'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-7688395453104533002</id><published>2010-05-08T23:13:00.005-03:00</published><updated>2010-05-11T01:27:13.268-03:00</updated><title type='text'>(in)diferença</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um dia desses eu li algo que falava de amor e ódio. E foi uma frase simples e bem direta que me fez pensar a semana inteira... Era mais ou menos assim: "O contrário do amor não é o ódio, é a indiferença". Nunca algo fez tanto sentido pra mim, foi como se 20 anos da minha vida fossem explicados e finalmente as noites que passei chorando fizessem sentido. Tudo bem quando a gente ainda tem ressentimento por alguém ou por alguma situação, quando a gente sente raiva, amor, alegria, tédio ao ver alguém. O problema é quando já não se sente nada. E agora, com quem eu vou brigar? Com quem eu vou ficar implicando? É amigo, a indiferença é um prato que se come cru. Ser indiferente é simplesmente não ligar, é desprezo, é fazer do outro invisível, um fantasma. E não importa o quanto ele tente chamar atenção, é como se ele não estivesse lá. É a fase final do esquecimento. É a mudança definitiva, é o adeus pra sempre. Não conheço seres humanos que consigam conviver bem com esse sentimento. Quando estamos do outro lado é que percebemos o quanto dói. Machuca de verdade não ser mais nada para alguém. É como se não fôssemos mais nada pra nós mesmos, é um atestado de invisibilidade. E não há histeria que quebre esse pacto individual de silêncio. Não adianta mais gritar, querida, ele já não te ouve mais. É hora de partir.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;"&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:Arial, sans-serif;font-size:12px;"&gt;&lt;i&gt;No intervalo da ausência, distraía-se em chamá-la também, entre susto e fascínio, de  A GRANDE INDIFERENÇA, ou A grande ausência, ou A grande partida, ou a A grande, ou A, ou. Na tentativa ou esperança, quem saberia, de conseguindo nomeá-la conseguir também controlá-la.Não conseguiu. DESIMPORTOU-SE com aquilo."&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-7688395453104533002?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/7688395453104533002/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/05/indiferenca.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/7688395453104533002'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/7688395453104533002'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/05/indiferenca.html' title='(in)diferença'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-2903937133812713374</id><published>2010-05-07T15:19:00.000-03:00</published><updated>2010-05-07T15:45:14.375-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right; font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana, arial;font-size:85%;"&gt; "Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo. É  o  arremate  de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente..."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-2903937133812713374?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/2903937133812713374/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/05/despedir-se-de-um-amor-e-despedir-se-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/2903937133812713374'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/2903937133812713374'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/05/despedir-se-de-um-amor-e-despedir-se-de.html' title=''/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-1624025299705210326</id><published>2010-05-05T23:17:00.007-03:00</published><updated>2010-05-05T23:42:09.599-03:00</updated><title type='text'>Cai a noite sem explicação...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/S-IrIvLPs9I/AAAAAAAAAY8/JY1kK4k8rDw/s1600/que+seja+doce.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 98px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/S-IrIvLPs9I/AAAAAAAAAY8/JY1kK4k8rDw/s320/que+seja+doce.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5467980326683784146" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sinto saudade de escrever coisas boas. Vai ver faltem momentos realmente memoráveis. Ou eu simplesmente deixei de ver esse lado bonito da vida. Mas acho que o primeiro passo é admitir pra si que algo não tá legal. Tem peça faltando, tem gente sobrando, sentimentos transbordando. Tem coisa demais no lugar errado. Há poucas coisas das quais eu me orgulhe, há muitas das quais sinto falta. Preciso de muito de poucos... Esqueci como se gosta sem doer, como se gosta pouco. Esqueci que respirar é fácil, mas querer continuar pode ser uma tarefa árdua quando o ar está cheio de impurezas. Eu tô sem rumo, sem planos, sem sonhos ou ilusões. De tanto ser racional o tempo todo, agora choro por ser emotiva demais. Choro por levar tudo muito a sério, por ouvir palavras que machucam e não deveriam. Choro por ter pensado demais. É que depois de tantos questionamentos, viver não faz mais tanto sentido. Eu esqueci de viver enquanto ficava calculando as probabilidades de tudo dar errado. E deu. Me arrependo amargamente por não ter levado a sério coisas e pessoas que agora fazem falta. E falta a gente não preenche, falta é vazio, é cada vez mais oco. Eu nunca soube demonstrar amor. Eu só sei escrever. E tem muita gente cega por aí, o que abala profundamente o único meio em que sou transparente, onde sou inteira, não metade. É aqui que eu abro minha alma pra quem quiser ver. Eu nunca tive vergonha de sentir, mas eu sinto vergonha por não me permitir. E quando a gente não se permite, a gente fecha a porta. E com a porta fechada, ninguém entra.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  color: rgb(85, 85, 85); line-height: 16px; font-family:'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:13px;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  color: rgb(85, 85, 85); line-height: 16px; font-family:'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:13px;"&gt;&lt;i&gt;Deixava aquela música invadir a sala&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  color: rgb(85, 85, 85); line-height: 16px; font-family:'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:13px;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;Pra preencher o espaço que você deixou&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;Quem sabe você volta&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;Até a música parar&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=FzQfUx189t4"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=8BHnp0ltBaw&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-1624025299705210326?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/1624025299705210326/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/05/cai-noite-sem-explicacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/1624025299705210326'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/1624025299705210326'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/05/cai-noite-sem-explicacao.html' title='Cai a noite sem explicação...'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/S-IrIvLPs9I/AAAAAAAAAY8/JY1kK4k8rDw/s72-c/que+seja+doce.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-6777607955799082611</id><published>2010-05-03T23:54:00.003-03:00</published><updated>2010-05-03T23:59:31.890-03:00</updated><title type='text'>5 anos...</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Se me virar do avesso quem sabe, mas está aí, tudo aquilo que um dia eu não vou dizer... Um modo que eu espero um dia não sentir. Eu cobri meu coração e joguei fora alguns dos meus sentimentos antes mesmo que eles trouxessem mais alguma dúvida. É esse o mais novo e bem elaborado kit de salvamento, criado logicamente por mim. E para evitar que venham citar o teor de ceticismo e frieza contida na estratégia eu apresento o outro lado da moeda. Todo o histórico vivido e que me fez chegar até aí. São algumas porções de passos em falso. São situações e mais situações de dedicação jogadas no lixo. Foram esperas, idas e vindas, traições, contas telefônicas, ciúmes, falhas, mentiras, paciência, prazos, calmantes, choro, tempo. Enfim, todo o cápitulo 8, intitulado "relacionamentos amorosos", da minha auto biografia. A minha doce tragédia que com muito esforço, hoje, não se cria mais aqui. As raízes foram arrancadas por calos muito bem desenvolvidos. Mesmo ciente da minha vulnerabilidade diante do acaso, do destino, do futuro eu tomo a minha dose diária de prevenção quando me desprendo das expectativas de um grande e verdadeiro amor. Eu deixo o tema aí disponível para os grandes romancistas e músicos, enquanto na trilha sonora da minha vida eu controlo cada verso ou tom. E se eu te falasse que a imagem no espelho não é a de uma pessoa amarga, você com certeza marcaria a opção "a", em que diz "afirmação falsa". Eu continuo a viver com paixão, no entanto com muito mais equilíbrio nessa nova composição. Eu continuo achando algumas pessoas interessantes, porém não fico mais idealizando a performance delas na minha vida. Eu continuo tendo a certeza de que quero dividir a minha velhice com alguém especial, mas até então eu acho perfeita a forma como me ajeito sozinha naquela cama de casal. A definição do que é o amor, hoje, pra mim, sofreu grandes trasnformações. Já não perco mais tanto tempo em prol dele e menos ainda engulo sapos, jacarés e até os grandes dinossauros pelo receio de ficar pra titia. Eu não me tornei um ser independente do calor, dos carinhos, daquilo que possa parecer romântico, eu simplesmente parei de agir com tanta devoção. Estou aí no campo. Exposta e aberta. Mas também atenta e com quantos pés no chão forem precisos, nem que pra isso eu precise utilizar os teus. Agora eu consigo trabalhar com a idéia de que as "coisas" podem e talvez até devam ter o seu tempo determinado. E que EU sim, preciso viver feliz pra sempre, até que a morte ME separe. Logo, não precisas desistir da idéia de tentar me seduzir. Mas cuidado para não se apaixonar. Você pode não fazer parte dos meus planos naquele momento. Esteja certo de que quer encarar. O relacionamento que tenho comigo mesma agora é algo inabalável. Você precisará de muita força. Boa sorte!"&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-6777607955799082611?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/6777607955799082611/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/05/5-anos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/6777607955799082611'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/6777607955799082611'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/05/5-anos.html' title='5 anos...'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-5719387926346897183</id><published>2010-04-26T02:05:00.003-03:00</published><updated>2010-04-26T02:07:48.637-03:00</updated><title type='text'>Heartbreak Warfare</title><content type='html'>Antes que eu esqueça, um excerto do livro "A Feijoada que Derrubou o Governo", Joel Silveira, altamente recomendado.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;"A guerra, como já disse, é cheia de truques, todos nojentos; e um dos mais nojentos é fazer &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal; "&gt;&lt;i&gt;com que alguém que com ela conviveu durante meses acabe sendo condicionado por ela. Por isso é que naqueles dias, véspera de voltar pra casa, eu sentia que não fora apenas a guerra que havia acabado mas também uma parte do que eu era antes de chegar à Itália. Por isso é que costumo dizer que cheguei à Itália com 26 anos e voltei com 40, embora lá só ficasse pouco mais de oito meses. Ao contrário do poeta, não foi exatamente por delicadeza que naqueles quase nove meses perdi uma parte da minha mocidade, ou o que restava dela. A guerra, repito, é nojenta. E o que ela nos tira (quando não nos tira a vida) nunca mais nos devolve."&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-5719387926346897183?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/5719387926346897183/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/04/heartbreak-warfare.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/5719387926346897183'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/5719387926346897183'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/04/heartbreak-warfare.html' title='Heartbreak Warfare'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-5593623562067026212</id><published>2010-04-25T16:24:00.001-03:00</published><updated>2010-04-26T02:08:57.849-03:00</updated><title type='text'>Morangos Mofados</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;"... que aconteça alguma coisa bem bonita com você, ela diz, te desejo uma fé enorme, em qualquer coisa, não importa o quê, como aquela fé que a gente teve um dia, me deseja também uma coisa bem bonita, uma coisa qualquer maravilhosa, que me faça acreditar em tudo de novo, que nos faça acreditar em tudo outra vez, que leve para longe da minha boca este gosto podre de fracasso, este travo de derrota sem nobreza, não tem jeito, companheiro, nos perdemos no meio da estrada e nunca tivemos mapa algum, ninguém dá mais carona e a noite já vem chegando ..."&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-5593623562067026212?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/5593623562067026212/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/04/blog-post_25.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/5593623562067026212'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/5593623562067026212'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/04/blog-post_25.html' title='Morangos Mofados'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-8436115035046347464</id><published>2010-04-24T22:44:00.012-03:00</published><updated>2010-04-24T23:09:17.411-03:00</updated><title type='text'>Uma luz que não produz sombra</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/S9Og_22xPDI/AAAAAAAAAY0/0e8o-SgY9hw/s1600/playpausestop.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 199px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/S9Og_22xPDI/AAAAAAAAAY0/0e8o-SgY9hw/s320/playpausestop.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5463887791847980082" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje foi um daqueles dias em que eu fiz tudo o que tinha de fazer, menos o que queria. É difícil conciliar as duas coisas sem causar grandes tremores. O mundo não está preparado pra isso, eu não estou, você nunca esteve, e talvez, nunca esteja. Essa questão de estar, de ser pra sempre também fica com um ponto de interrogação gigante no final. Mas no final do que, se a gente nunca se permitiu começar nada? Se o tempo foi passando, &lt;i&gt;passaram certezas e dúvidas, &lt;/i&gt; e nem por isso nos rendemos. Mas exatamente a quê? A pular em um canto qualquer, na escuridão e no silêncio? E se os gritos de choro e desespero vierem depois? E se as lágrimas forem tantas que a gente não se permita nada além de nos afogarmos em nós mesmos? Sempre tivemos medo de tentar, porque na verdade, já sabíamos que amor era essa coisa mesmo. Nosso amor era dúvida eterna, era certeza de que havia aquele lance da melodia perfeita. Letra e música. E o medo de enjoar ou de a música arranhar nos fez apertar no botão de pausa tantas vezes que um dia ele estragou. Aí já era tarde pra tentar aquele que passa a música pra frente, ou pra uma repetição, quem sabe. A nossa música parou. Nós paramos. Mas o mundo continuou girando e nunca ligou pra esses detalhes. O tempo não quer saber se ficou assim, sem ponto final. Ele vai passando e carregando nossas lembranças do passado e do &lt;i&gt;futuro que a gente merecia &lt;/i&gt;pra longe. Longe, aqui.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;"Entre tanto amor,&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;entretanto, a dúvida..."&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=R89K1zydhPI"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=R89K1zydhPI&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-8436115035046347464?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/8436115035046347464/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/04/princesinha-parabolica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/8436115035046347464'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/8436115035046347464'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/04/princesinha-parabolica.html' title='Uma luz que não produz sombra'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/S9Og_22xPDI/AAAAAAAAAY0/0e8o-SgY9hw/s72-c/playpausestop.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-3163855840637021466</id><published>2010-04-22T00:18:00.005-03:00</published><updated>2010-08-01T15:21:57.114-03:00</updated><title type='text'>viu milhões de fotografias...</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/S8_BQYDAIHI/AAAAAAAAAYs/w_poyN04Q1Y/s1600/500day_image3.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5462797360100810866" src="http://3.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/S8_BQYDAIHI/AAAAAAAAAYs/w_poyN04Q1Y/s320/500day_image3.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; height: 214px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Trebuchet, 'Trebuchet MS', Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3;"&gt;"Você já olhou para uma foto sua e viu um estranho no fundo ?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Trebuchet, 'Trebuchet MS', Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #5588aa; font-family: Trebuchet, 'Trebuchet MS', Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3;"&gt;Te faz perguntar, quantos estranhos tem uma foto sua ?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3;"&gt;Quantos momentos da vida dos outros nós fizemos parte ?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3;"&gt;Ou se fomos parte da vida de alguém, quando os sonhos dessa pessoa se tornaram realidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3;"&gt;Ou se estivemos lá, quando os sonhos delas morreram.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3;"&gt;Nós continuamos a tentar nos aproximar ?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3;"&gt;Como se fossemos destinados a estar lá.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3;"&gt;Ou o tiro nos pegou de surpresa ?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3;"&gt;Pense, podemos ser uma grande parte da vida de alguém...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3;"&gt;...e nem saber."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3;"&gt;- A maior parte da nossa vida, é uma série de imagens.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3;"&gt;Elas passam pela gente como cidades numa estrada,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3;"&gt;mas algumas vezes, um momento se congela, e algo acontece.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3;"&gt;Nós sabemos que esse instante é mais do que uma imagem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3;"&gt;Sabemos que esse momento, e todas as partes dele..&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #f3f3f3;"&gt;Irão viver para sempre."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-3163855840637021466?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/3163855840637021466/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/04/viu-milhoes-de-fotografias.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/3163855840637021466'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/3163855840637021466'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/04/viu-milhoes-de-fotografias.html' title='viu milhões de fotografias...'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/S8_BQYDAIHI/AAAAAAAAAYs/w_poyN04Q1Y/s72-c/500day_image3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-3842370767873593292</id><published>2010-04-19T16:15:00.004-03:00</published><updated>2010-04-19T17:01:11.522-03:00</updated><title type='text'>...</title><content type='html'>É com um aperto no peito de um tamanho que não dá pra explicar que vejo mais um colega partir. E não importa se falávamos vinte quatro horas por dia ou só olá. O que dói é nem poder dizer adeus. A morte ainda me assusta e me revolta. Por quê? Por que uma guria de 20 anos que estava vivendo a sua vida, planejando um futuro, agora não respira mais? E por que um cara com a vida ganha tirou a dela? Quem é responsável por tudo isso? Qual é o sentido de viver?&lt;br /&gt;Fico confusa. Eu só precisava desabar. Só.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-3842370767873593292?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/3842370767873593292/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/04/blog-post.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/3842370767873593292'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/3842370767873593292'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/04/blog-post.html' title='...'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-6279996366102617793</id><published>2010-04-18T14:03:00.006-03:00</published><updated>2010-04-22T00:10:00.832-03:00</updated><title type='text'>Bola na trave não altera o placar.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/S8tA6jkLHyI/AAAAAAAAAYM/ArBV5iIsup0/s1600/bolaglobo.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 263px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/S8tA6jkLHyI/AAAAAAAAAYM/ArBV5iIsup0/s320/bolaglobo.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5461530347840413474" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Junho quase aí e a Copa do Mundo chegando apressada. Esses eventos são praticamente um revival da minha infância. Futebol é um negócio bonito, né?! O que mais reuniria vinte pessoas, homens, mulheres, crianças, papagaio, cachorro e todas as bugigangas que acompanham partidas de futebol? Uma televisão, cerveja e churrasco. Às vezes parece que essa espera de quatro anos é tudo o que importa. As crianças correndo de um lado pro outro, a corneta barulhenta, os fogos. Ah, os fogos! Geralmente os gritos de gol são seguidos pelos seis, doze, dezoito tiros. Gritar gol é uma terapia. É o que importa, é o prêmio por tanta espera. O problema é quando o grito vem do outro lado. Copa do mundo é mais que rivalidade, não são times, são seleções. E seleções representam o que há de mais forte na nacionalidade de um país. É uma guerra bonita: os tiros são dos fogos de artifício, a disputa não é por território, é pela bola. E se no fim, um lado chora e o outro não, tudo bem. Foi só mais uma batalha, trocam os soldados, as táticas e formações de guerra, e fica tudo bem de novo. É o que dizem os hinos, que convenhamos, são mais executados em campeonatos e copas do que em quaisquer outros lugares. Copa do Mundo é isso: tudo junto numa coisa só. É um Teatro Mágico. Copa, verde, amarelo, azul, Brasil. Sou eu de novo, criança de novo, sou futebol. Quero ouvir muitos gritos e sussurros em frente à televisão. Eu quero gritar mais que ouvir, confesso. Berrar até não ter mais voz. Não ter mais o que gritar.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-6279996366102617793?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/6279996366102617793/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/04/bola-na-trave-nao-altera-o-placar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/6279996366102617793'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/6279996366102617793'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/04/bola-na-trave-nao-altera-o-placar.html' title='Bola na trave não altera o placar.'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/S8tA6jkLHyI/AAAAAAAAAYM/ArBV5iIsup0/s72-c/bolaglobo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-1400846657476217550</id><published>2010-04-10T19:10:00.006-03:00</published><updated>2010-04-11T00:29:55.731-03:00</updated><title type='text'>Promessas de fusão à frio</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/S8D6LXhx6wI/AAAAAAAAAYE/zf5JtbgpnDA/s1600/2.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 214px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/S8D6LXhx6wI/AAAAAAAAAYE/zf5JtbgpnDA/s320/2.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5458637821574245122" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma mudança e vastos 14 km de distância dos meus pais. Movimento, diferença, falta. Foi por acaso que descobri - tarde ou cedo demais? - que o tamanho da distância não importa. Se não há presença, há falta. Eu, tão segura e autosuficiente que sou - ou que penso que sou - senti falta. Eu queria mais que tudo na vida ouvir aquele boa noite carregado de amor e de "filha, se cuida, tá?". Queria carinho de mãe, abraço de pai. Eu queria as piadas sem graça do meu irmão. Eu queria tudo que sempre tive, só por causa de 14 km. Nessas horas o mundo pára de girar. São os momentos em que a vida grita pra você sobre o que realmente importa. A felicidade clama por companhia, clama por amor puro. Mas a solidão sempre gostou muito de mim, e eu dela. A chuva cai, pára, e eu volto a ser a mesma. A mesma pessoa que esquece de dar o valor às coisas e pessoas certas. Eu prefiro continuar errando... Jogando amor a quem não quer, abraçando quem sempre vai embora, esperando que ele chegue de repente, perdido, sozinho. E eu sempre vou esperar a pessoa errada. E talvez o meu pra sempre não seja feliz, porque eu nunca estive completa... Eu nunca senti que seria feliz durante a eternidade. Eu queria sonhar com finais felizes, mas sempre fico só com a parte dos finais. E é claro, ainda acredito que não há término que não seja doloroso. Até o fim da dor, dói. E continua doendo.. 465, 14, 23, 7, 2005, e eu? O que faço com esse números?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#999999;"&gt;"Se alguém já lhe deu a mão e não pediu mais nada em troca,&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#999999;"&gt;pense bem, pois é um dia especial..."&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-1400846657476217550?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/1400846657476217550/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/04/promessas-de-fusao-frio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/1400846657476217550'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/1400846657476217550'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/04/promessas-de-fusao-frio.html' title='Promessas de fusão à frio'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/S8D6LXhx6wI/AAAAAAAAAYE/zf5JtbgpnDA/s72-c/2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-2511763624216483900</id><published>2010-03-28T20:22:00.000-03:00</published><updated>2010-03-28T20:23:09.047-03:00</updated><title type='text'>Mais do mesmo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;Nomeiodetudovocê&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-2511763624216483900?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/2511763624216483900/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/03/mais-do-mesmo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/2511763624216483900'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/2511763624216483900'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/03/mais-do-mesmo.html' title='Mais do mesmo'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-8868311156133441950</id><published>2010-03-20T21:06:00.003-03:00</published><updated>2010-03-20T21:13:06.956-03:00</updated><title type='text'>Pra não esquecer</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/S6VkZ8Ov4mI/AAAAAAAAAX8/n4c5Xp3T4tU/s1600-h/amor-animal-9.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 262px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/S6VkZ8Ov4mI/AAAAAAAAAX8/n4c5Xp3T4tU/s320/amor-animal-9.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5450873320829346402" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#0000EE;"&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal; "&gt;&lt;i&gt;Mais amor, por favor.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-8868311156133441950?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/8868311156133441950/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/03/pra-nao-esquecer.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/8868311156133441950'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/8868311156133441950'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/03/pra-nao-esquecer.html' title='Pra não esquecer'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/S6VkZ8Ov4mI/AAAAAAAAAX8/n4c5Xp3T4tU/s72-c/amor-animal-9.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-3061928736995812886</id><published>2010-03-18T20:36:00.005-03:00</published><updated>2010-08-02T03:42:02.551-03:00</updated><title type='text'>Que seja doce.</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/S6K7u2eSnKI/AAAAAAAAAXs/xF8VKM9dqlQ/s1600-h/42-23614277.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5450124912642661538" src="http://2.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/S6K7u2eSnKI/AAAAAAAAAXs/xF8VKM9dqlQ/s320/42-23614277.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; height: 320px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 240px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E eu sei que enquanto eu tô aqui, parada e pateta, você está por aí, vivendo, esquecendo... Sei também que nossa música já nem toca mais, e quando toca, não é mais nossa. Entendo que já acabou tudo há algum tempo, mas pra você parece ter sido mais fácil aceitar o final. Acho até que foi conveniente demais... Não o culpo por esquecer de mim antes que eu soubesse que já não havia mais nada. Eu culpo o tempo que parece se arrastar desde então. E culpo a mim mesma pela falta de amor. Amor por mim. Eu sei que um dia, qualquer dia, daqui a 25 anos ou cinco meses - isso realmente não importa - a gente vai se esbarrar por alguma rua ou avenida e vai sorrir como se fosse a primeira vez. E talvez isso faça tudo ter valido a pena. Vai ver é esse o sentido...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Já passou,&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #555555; font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Agora já passou&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Mas foi tão triste que eu não quero nem lembrar&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Ver você, ter você&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;E querer mais de nós dois não tem nada demais&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;E pensar&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Você aparecer&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Pela janela tão bonita de manhã&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Vem pra mim e não vai mais&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Me abraça, me abraça, me abraça&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Por tudo que for...&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=fr7zVwX4fsU"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=fr7zVwX4fsU&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-3061928736995812886?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/3061928736995812886/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/03/que-seja-doce.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/3061928736995812886'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/3061928736995812886'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/03/que-seja-doce.html' title='Que seja doce.'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/S6K7u2eSnKI/AAAAAAAAAXs/xF8VKM9dqlQ/s72-c/42-23614277.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-5029854482353660544</id><published>2010-03-07T14:13:00.008-03:00</published><updated>2010-03-07T14:38:06.505-03:00</updated><title type='text'>Fim do dia</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/S5PhIhLQTlI/AAAAAAAAAWk/4WiXUgufqBI/s1600-h/Saint_Valentines_Day_Candy_Valentine_s_Day_013165_.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/S5PhIhLQTlI/AAAAAAAAAWk/4WiXUgufqBI/s320/Saint_Valentines_Day_Candy_Valentine_s_Day_013165_.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5445943910881840722" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esses dias eu conheci uma guria que acreditava no amor. É estranho nesses tempos de cólera saber que há pessoas que ainda acreditam, que ainda amam de verdade. Ela me disse que o amor verdadeiro nunca acaba, que não se torna ódio. Se algo tão bonito conseguiu se tornar esse sentimento tão negativo, não era amor. No máximo uma paixão, uma ilusão de óptica. O ser humano se engana. Ela também me contou que só sabe que foi amor de verdade quando percebe que nunca acabou. Que apesar dos encontros e despedidas, dos beijos e dos ''eu te odeio'' falsos, permanece, indelével. É como um vírus encubado. Não faz mal, não mata. Até que quando desperta, arrasa. E não há antídoto que cure, a não ser o tempo. Muito tempo, uma dose no mínimo quatro vezes maior que a do veneno. Ela dizia que não era justo banalizarmos tanto o amor, nem pensarmos que ele acabou. Me contou que o amor não tinha nada a ver com o coração, não era físico, era questão de alma. Amor era a alma, e sempre foram coisas eternas. Achei muito bonito, então questionei o fato de todos terem alma e nem por isso amarem. Então ela me disse que todo o ser humano tem vida, mas nem por isso a aproveita como poderia. Entendi que temos tudo em nossas mãos, mas por medo, deixamos escorrer por nossos dedos, aos pouquinhos... Vamos ficando sem nada, vazios, ocos. Eu quero minha alma completa, cheia de amor. Mas eu quero amor puro, amor de verdade. Não sei se uma plaquinha de "procura-se amor verdadeiro" adiantaria. Ou sair por aí procurando, descartando, passeando de boca em boca. É uma coisa tão bonita que acho que amor não se procura, ele nos encontra. Ninguém me encontrou. Mas vamos lá, tenho uma vida inteira a minha frente. É muito tempo, e ainda tem muito amor perdido por aí.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E eu conheço essa guria mais do que ninguém. Eu só preciso aprender a amá-la mais do que qualquer coisa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#C0C0C0;"&gt;"Seu coração já bate devagar&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#C0C0C0;"&gt;está cansado de sofrer&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#C0C0C0;"&gt;por tanto tempo a esperar&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#C0C0C0;"&gt;aquele alguém aparecer..."&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#C0C0C0;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#C0C0C0;"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=ql5HFy5xb04"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=ql5HFy5xb04&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-5029854482353660544?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/5029854482353660544/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/03/fim-do-dia.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/5029854482353660544'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/5029854482353660544'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/03/fim-do-dia.html' title='Fim do dia'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/S5PhIhLQTlI/AAAAAAAAAWk/4WiXUgufqBI/s72-c/Saint_Valentines_Day_Candy_Valentine_s_Day_013165_.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-7101181089153522585</id><published>2010-02-24T01:09:00.006-03:00</published><updated>2010-02-24T01:51:54.087-03:00</updated><title type='text'>Esoterriscos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje me peguei pensando - e realmente pensando muito - sobre o que meu horóscopo dizia. Na verdade, horóscopos, porque eu confesso que sou viciada e olho quatro deles, no mínimo. Fica aí uma coisa que não consigo entender: como pode o universo conspirar para que aconteçam coisas parecidas às pessoas só porque são do signo de Gêmeos? Acreditar em Astrologia é a mesma coisa que tentar entender por que o microondas esquenta tão rápido, o que diabos é ressonância, e como assim essa coisa aí tem moléculas que se mexem? A gente não vê, mas precisa acreditar em algo. Eu me sinto patética por esperar a meia-noite só pra ler aquelas poucas linhas escritas por algum entendido no assunto (como eu posso acreditar em uma pessoa aleatória qualquer?) e me sentir completa. A raiva que sinto quando os servidores não atualizam os sites até às duas da manhã é indescritível. Agora vejamos: como eu, uma pessoa que pensa, acredita nessas coisas? E pior: aceita. É como se o que está escrito acontecesse porque eu fiz força para que assim fosse. Mas se tem algo mais divertido do que olhar o meu próprio horóscopo é olhar o dos outros. Tem coisa melhor do que acreditar que sabe como aquele cara vai agir amanhã, e depois, e depois? Acontece que tem. A melhor coisa ainda é não saber. A dúvida, a incerteza. Fico eu perdida entre astros e fatos, o que escrevem que pode acontecer e o que eu quero que se torne real. No fim, sai tudo diferente do planejado. Sabe por quê? Porque vida não se planeja, amor não se prevê. Porque a graça está em ter esse ponto de interrogação enorme em cima da própria cabeça, esse vazio e aperto no coração, os pontos de interrogação maiores ainda vagando ao redor dos seres humanos que passam por nós, que ficam em nós, que se deixam por aí, que se partem. O melhor da vida é sonhar. E eu tenho esquecido o que é isso. Simplesmente desaprendi como divagar sobre o que quero, sobre o que eu nem quero tanto mas quero e mereço experimentar, divagar só por divagar... E não há justificativa pra isso, porque quem não sonha vive de pesadelos, ou vive de nada. Eu esqueci que a melhor coisa que esse mundo pode oferecer tá dentro da gente: é amor. Amor de todas as formas, por tudo. E eu quero amar muito, amar muitos, amar pouco também. Eu ainda quero acreditar. Eu ainda quero sonhar em ter você e depois em te perder e te ter de novo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aos poucos, eu vou deixando de lado essas previsões de gente que nem me conhece e acha que pode falar comigo como se tivesse ouvido o meu primeiro choro... Aos poucos eu volto a acreditar em mim. No que eu quero que aconteça. Porque acima de tudo, a gente tem de querer. E eu quero, muito!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#C0C0C0;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;"se capricórnio fosse câncer, se Califórnia fosse França&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#C0C0C0;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;a rampa que lança o skate ao céu seria nosso chão&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#C0C0C0;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;180, 360, 540 graus, &lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 0); font-style: normal; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#C0C0C0;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;girando, esquentando &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#C0C0C0;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 0); font-style: normal; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#C0C0C0;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;só pra ver até quando o motor aguenta o caos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#C0C0C0;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;não vou ficar parado, não vou passar batido&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#C0C0C0;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;se nada faz sentido, há muito que fazer&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-7101181089153522585?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/7101181089153522585/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/02/esoterriscos.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/7101181089153522585'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/7101181089153522585'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/02/esoterriscos.html' title='Esoterriscos'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-1131701853659239137</id><published>2010-02-16T23:24:00.005-02:00</published><updated>2010-02-17T01:49:20.225-02:00</updated><title type='text'>Disco arranhado</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/S3tJ4iMKHbI/AAAAAAAAAWA/5hoiBFVfIbo/s1600-h/Vitrola.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/S3tJ4iMKHbI/AAAAAAAAAWA/5hoiBFVfIbo/s320/Vitrola.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5439022210579307954" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Algumas pessoas me perguntam por que, com vinte anos, eu nunca namorei. Geralmente respondo coisas do tipo: "não troco minha liberdade por nada", "sempre acaba, pra que começar?", "não chegou o momento ideal". Ok. Eu admito que todas essas desculpas são na verdade formas de dizer: "sim, eu gosto de ser só." É simples assim. Qualquer outra resposta sou só eu querendo mascarar a verdade. Nunca me acostumei com a ideia de substituir esse vazio que na verdade me preenche com algo que eu não sei a procedência nem a validade. Já tentei daquelas amostras grátis várias vezes, mas nunca deu certo. Volto enjoada pra casa com a sensação de arrependimento e a certeza de que confiar no que já provei antes é mais seguro. É que a minha solidão é tão minha que eu repudio a possibilidade de perdê-la para uma solidão a dois, aquelas compartilhadas. Prefiro minha companhia. Soa tão egoísta, né?! Acontece que já me acostumei comigo e tenho grande dificuldade em abrir mão de mim e de tudo o que me faz ser por uma possibilidade, um quase amor. Não pense que nunca amei ninguém. Amei mais que muita menininha que troca de namorado como escolhe aqueles esmaltes que têm a mesma cor mas só mudam de nome. Não se mede amor, eu sei. Mas eu amei tanto que minha solidão quase me deixou. Amei como se fosse minha última vez. Amei e talvez tenha sido amada. Não sei. Aí vieram as reticências - porque o ponto final eu nunca aprendi a usar - e deixaram a minha solidão voltar aos pouquinhos, voltar e sentir saudade do que foi. Teve até aquela vez em que pensei ser amor de verdade, e depois percebi que era só de mentirinha. Às vezes reclamo do vazio, do não ter ninguém que chore com minha partida e morra de tanta felicidade quando me vê chegar, mas a verdade é que eu gosto assim, vazia. Gosto do meu silêncio, gosto de poder ser eu o tempo todo, do não me importar. É tanta falta de auto-confiança que me saboto pra não sentir muito, não sentir que dependo de um boa noite alheio pra dormir bem. Vez em quando eu brigo comigo por não ter alguém por quem brigar. Confesso que sinto falta de estar me sentindo a idiota apaixonada mais feliz do mundo, mas eu não quero isso de novo. Não quero porque as reticências voltam, elas voltam sempre e nunca deixam que eu termine e não olhe mais pra trás. Minha vida é como uma canção que fica repetindo, repetindo, repetindo, até que arranha na música mais bonita, na música que eu realmente amava ouvir, e pára ali. Pára no disco que continua a rodar, na mesma parte, no exato momento que eu mais precisava esquecer. E fica pra sempre, porque eu nunca tive coragem de jogar meus velhos discos e suas histórias fora. É do lixo que me alimento.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;"A hora que eu chorar, vai ser o choro mais triste do mundo."&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-1131701853659239137?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/1131701853659239137/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/02/disco-arranhado.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/1131701853659239137'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/1131701853659239137'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/02/disco-arranhado.html' title='Disco arranhado'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/S3tJ4iMKHbI/AAAAAAAAAWA/5hoiBFVfIbo/s72-c/Vitrola.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-7249621523064178201</id><published>2010-02-08T23:46:00.006-02:00</published><updated>2010-02-08T23:52:44.758-02:00</updated><title type='text'>Você é o que ninguém vê</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/S3C_LI04B7I/AAAAAAAAAV0/GazxPqHLWOM/s1600-h/grav_mulher_olhando_espelho_e_vultom.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 274px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/S3C_LI04B7I/AAAAAAAAAV0/GazxPqHLWOM/s320/grav_mulher_olhando_espelho_e_vultom.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5436054948304914354" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;"Você é os brinquedos que brincou, as gírias que usava, você é os nervos a flor da pele no vestibular, os segredos que guardou, você é sua praia preferida, Garopaba, Maresias, Ipanema, você é o renascido depois do acidente que escapou, aquele amor atordoado que viveu, a conversa séria que teve um dia com seu pai, você é o que você lembra.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Você é a saudade que sente da sua mãe, o sonho desfeito quase no altar, a infância que você recorda, a dor de não ter dado certo, de não ter falado na hora, você é aquilo que foi amputado no passado, a emoção de um trecho de livro, a cena de rua que lhe arrancou lágrimas, você é o que você chora.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Você é o abraço inesperado, a força dada para o amigo que precisa, você é o pelo do braço que eriça, a sensibilidade que grita, o carinho que permuta, você é as palavras ditas para ajudar, os gritos destrancados da garganta, os pedaços que junta, você é o orgasmo, a gargalhada, o beijo, você é o que você desnuda.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Você é a raiva de não ter alcançado, a impotência de não conseguir mudar, você é o desprezo pelo o que os outros mentem, o desapontamento com o governo, o ódio que tudo isso dá, você é aquele que rema, que cansado não desiste, você é a indignação com o lixo jogado do carro, a ardência da revolta, você é o que você queima.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Você é aquilo que reinvidica, o que consegue gerar através da sua verdade e da sua luta, você é os direitos que tem, os deveres que se obriga, você é a estrada por onde corre atrás, serpenteia, atalha, busca, você é o que você pleiteia.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Você não é só o que come e o que veste. Você é o que você requer, recruta, rabisca, traga, goza e lê. &lt;b&gt;Você é o que ninguém vê&lt;/b&gt;."&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-7249621523064178201?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/7249621523064178201/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/02/voce-e-o-que-ninguem-ve.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/7249621523064178201'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/7249621523064178201'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/02/voce-e-o-que-ninguem-ve.html' title='Você é o que ninguém vê'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/S3C_LI04B7I/AAAAAAAAAV0/GazxPqHLWOM/s72-c/grav_mulher_olhando_espelho_e_vultom.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-515420379949745337</id><published>2010-02-06T19:38:00.004-02:00</published><updated>2010-02-06T20:17:43.163-02:00</updated><title type='text'>Tô me guardando pra quando o carnaval chegar</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/S23p_3V0wbI/AAAAAAAAAVk/9f4zoy04190/s1600-h/carnaval.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/S23p_3V0wbI/AAAAAAAAAVk/9f4zoy04190/s320/carnaval.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5435257608702575026" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E o carnaval está chegando, mais um. Dizem que o ano só começa depois da quarta-feira de cinzas, né?!  O meu geralmente é assim também. É desse jeito não porque não faço nada até o fim do carnaval, mas porque é quando me dou conta que começou outro ano e que as coisas não podem ser exatamente como eram no passado. Não faria sentido algum. São cinzas, não fênix. Acontece que nessa época eu começo a pensar verdadeiramente no que foi o ano que passou, o que eu fui durante e o que sou agora. Não costumo mudar muito, no máximo um corte de cabelo novo, um bronzeado desbotado e meio machado por causa do verão, um velho amor... &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pois falarei de 2009. Achei que seria o melhor ano da minha vida. Não foi. O sonho por qual lutava há alguns anos foi alcançado, eu estava finalmente fazendo a única coisa que nasci pra fazer: jornalismo. E em um dos melhores cursos do país. Era pra ser perfeito, não é mesmo?! Não foi. Eu fiz as coisas não serem perfeitas, fiz coisas erradas, atropelei tudo, passei pelas piores e mais temerosas situações que poderia enfrentar em um único ano, e no fim, sozinha. Eu entendi que nos piores momentos da tua vida estarás sozinha. Ninguém pode sofrer tua dor, ninguém pode ser você. E nunca pedi que fossem. Acho que no fim amadureci mais em um ano do que nos últimos cinco. Mudei um pouco, bastante durante algum tempo, depois voltei a ser a mesma. A mesma sem alguns defeitos antigos e com novos pra exercitar. Não sei se voltei melhor ou pior, sei que estou diferente. Talvez seja um caminho, e é bom saber que achei um. Não posso reclamar que não tenha vivido. Eu posso dizer de boca cheia que vivi muito e vivi de tudo. Senti coisas que nunca havia sentido e com intensidades bem extremistas. Conheci pessoas muito especiais, mantive perto de mim os bons e velhos amigos e acho que marquei a vida de alguns. Eu sempre quis deixar pegadas na vida das pessoas, quis deixar meu ar, as marcas de que passei por ali. Espero que tenha conseguido. E o carnaval vem chegando no mesmo ritmo que a vida passa, e acaba no momento certo. Eu quero me permitir, quero movimento, quero ficar. Quero outro carnaval, com outra fantasia.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;"Quem me vê sempre parado, distante garante que eu não sei sambar&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;tô me guardando pra quando o carnaval chegar&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;eu tô só vendo, sabendo, sentindo, escutando e não posso falar"&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=64v3mG1IFes"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=64v3mG1IFes&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:100%;color:#555555;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" line-height: 16px; font-size:13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-515420379949745337?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/515420379949745337/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/02/to-me-guardando-pra-quando-o-carnaval.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/515420379949745337'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/515420379949745337'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/02/to-me-guardando-pra-quando-o-carnaval.html' title='Tô me guardando pra quando o carnaval chegar'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/S23p_3V0wbI/AAAAAAAAAVk/9f4zoy04190/s72-c/carnaval.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-7447081991040242426</id><published>2010-02-02T01:23:00.008-02:00</published><updated>2010-02-02T02:01:19.236-02:00</updated><title type='text'>Mulherzinha</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje decidi ser mulherzinha. Às vezes parece que sempre sou, mas não é bem assim. Ser mulherzinha é falar eu te amo e acreditar que as coisas duram pra sempre, e quando tudo termina da forma mais trágica possível, se entupir de qualquer doce, chorar, chorar, chorar, ver um filme meio morno - uma comédia romântica hollyoodiana é perfeita - e por fim, chorar. A mulherzinha chora porque acreditou que dessa vez iria dar certo, iria ser diferente. Não foi. E ela agiu exatamente como da última vez. Acreditou e depois quis se arrepender, pediu para o mundo parar de girar, quis ser mulherzinha. Ser mulherzinha faz você pensar a todo instante na mesma pessoa, faz você lembrar dos detalhes mais idiotas que passaram e que não saem nunca da sua cabeça. Ser mulherzinha é confessar pra si: eu amo esse cara e ficaria com ele para o resto da vida. Só que ser esse tipo de pessoa cansa. Cansa, é chato, é clichê. Eu só consigo ser assim por um dia, quem sabe dois. E depois fico me imaginando assim pra sempre e sinto vontade de vomitar todo o passado em algum lugar bem longe, pra que eu não possa voltar lá. Eu fui mulherzinha e agora sinto nojo de pensar que pude por um segundo admitir que gostava de você de verdade, que talvez um dia lá no futuro eu não tivesse te esquecido. Mas esqueça. Você é só mais um desses casos que duram mais do que deveriam, mas que de repente acabam e perdem a graça. Você é só mais uma conveniência, um atestado de sexo casual. Esse tipo de você é bem necessário na vida de qualquer mulher, zinha ou não. Veja só, até aquelas coisinhas frágeis precisam de sexo sem compromisso. É bom acordar no outro dia e ir pra casa só, sem cobranças, sem porquês. Ser mulherzinha é querer explicação pra tudo, é querer que alguém lá de cima diga em alto e bom tom: "e foi feliz para sempre". Nessas horas eu confesso, queria e talvez seja mulherzinha. Só nunca deixo transparecer. Ou quase nunca...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://3.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/S2eiodt8vnI/AAAAAAAAAVc/hSGs0ukj0oM/s200/2772289172_07e1ca4606_b.jpg" style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 194px;" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5433490291501612658" /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" color: rgb(85, 85, 85); line-height: 16px; font-family:'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;"Às vezes parece até que a gente deu um nó&lt;br /&gt;Hoje eu quero sair só..."&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-7447081991040242426?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/7447081991040242426/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/02/mulherzinha.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/7447081991040242426'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/7447081991040242426'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/02/mulherzinha.html' title='Mulherzinha'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/S2eiodt8vnI/AAAAAAAAAVc/hSGs0ukj0oM/s72-c/2772289172_07e1ca4606_b.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-5819225618025005917</id><published>2010-01-28T20:42:00.007-02:00</published><updated>2010-01-28T23:55:10.739-02:00</updated><title type='text'>Variações sobre o mesmo tema</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/S2IXVaYSRrI/AAAAAAAAAU8/sjtYnsNyFuk/s1600-h/circulo_vicioso2.gif"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 285px; height: 286px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/S2IXVaYSRrI/AAAAAAAAAU8/sjtYnsNyFuk/s320/circulo_vicioso2.gif" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5431929757188114098" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lendo alguns blogs alheios nessa semana percebi que praticamente todos eles tinham um post de apresentação, explicações sobre que tipo de blog seriam, o porquê de existirem, essas coisas... Acontece que o meu não tem nada. Eu começo tudo sem motivos e ainda acho que não preciso desenvolver teorias sobre as razões para ter começado.  Eu não vim aqui para explicar nada, não pensei antes de expor sentimentos e devaneios a quem acessá-lo... É meu egoísmo indelével, é o egoísmo bom. Se há algum motivo para a manutenção desse emaranhado de pensamentos insanos, sou eu. É por minha livre e espontânea vontade de regurgitar o que me aflige - na maioria das vezes - e o que eu observei por aí e achei que merecia uma nota mais que mental. Eu escrevo de mim para mim, já que não posso fazer isso no jornalismo, deleito-me por aqui. Sempre gostei de entrelinhas, admiro muito Clarice Lispector por isso, não apenas pelo proveito da solidão que ela sabia tirar como ninguém. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;"Já que se há de escrever, que pelo menos não se esmaguem com palavras as entrelinhas", &lt;/i&gt;dizia ela. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não há frase que exprima melhor o que sinto quando escrevo. Já basta viver claramente, ter de viver tomando atitudes que o mundo julga serem normais, pra que ser tão racional e exata na hora de escrever? Meu blog serve pra isto: escrever tantas vezes quanto for preciso sobre a mesma coisa. Variar sobre o mesmo tema para que não se caia em um repetido e tedioso veredicto. Depois de alguns anos descobri que é tudo mutável, que o dicionário é só mais uma muleta que usamos para acreditar que a vida é exata, que possa ser equacionável. Não é. E apesar de amar o mundo das palavras, tenho medo do que elas possam significar a cada momento. Parece que em um piscar de olhos elas se tornam o que não deveriam ser. O significado instantâneo atribuído, completamente equivocado. Espero não me resumir em palavras algum dia... Seria lamentável saber que me tornei compreensível e estática. Sentiria que toda a minha trajetória e a busca por coisas que nunca farão sentido foram uma fraude. Isso seria a morte, seria anular a vida. E desculpe, eu ainda quero viver muito.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=ly90gLwZYXs"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=ly90gLwZYXs&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-5819225618025005917?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/5819225618025005917/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/01/variacoes-sobre-o-mesmo-tema.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/5819225618025005917'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/5819225618025005917'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/01/variacoes-sobre-o-mesmo-tema.html' title='Variações sobre o mesmo tema'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/S2IXVaYSRrI/AAAAAAAAAU8/sjtYnsNyFuk/s72-c/circulo_vicioso2.gif' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-4860220873233387720</id><published>2010-01-26T23:47:00.012-02:00</published><updated>2010-01-27T14:38:44.980-02:00</updated><title type='text'>123...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/S1-ggEl6MdI/AAAAAAAAAU0/Dd3q3AU4tbg/s1600-h/24.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 316px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/S1-ggEl6MdI/AAAAAAAAAU0/Dd3q3AU4tbg/s320/24.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5431236148481110482" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Essas últimas semanas têm deixado um gosto de “eu quero viver tudo isso de novo” tão grande que eu ainda não tive tempo de explanar. Tão pouco tempo e tantas teorias sobre o tudo, o nada, sobre mim e sobre vocês. Talvez aquela cena da videolocadora deixe tudo mais claro, ou embaralhe e confunda as coisas mais ainda. Deixa eu explicar: desde pequena tenho um sonho bobo de ser dona de uma dessas lojas que vendem fantasia, pesadelos, que emprestam um pouco de esperança e do que não é real a quem estiver disposto a pagar por isso. O sonho é ter acesso a tudo quando bem entender, então eu não preciso ser necessariamente a proprietária. Ficaria feliz se alguém próximo tivesse essa magnífica ideia. Consigo imaginar o nome, e talvez, esse fosse o maior – e por que não o único – pagamento que eu poderia oferecer. Há algo mais mágico que poder assistir ao que não é real no sofá da sala, na cama do quarto, em um hall de um hotel qualquer ou naqueles ônibus em que o motorista sente pena dos passageiros pelas horas de tédio que terão pela frente e resolve ligar o DVD com algum filme sempre inesperado, e nas minhas poucas experiências, sempre ao estilo “Sessão da tarde”? Mas voltando a situação da videolocadora,&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;a cada filme que pego em minha mão ou avisto ali na prateleira, monto um outro filme, esse de memórias e somente meu. Um filme completamente real do que já foi. Esse filme eu assisti com aquela amiga que não vejo há uns seis meses na época em que estava com mononucleose infecciosa aguda; hummmm, aquele outro acho que vi com meus pais em um dia de chuva, em casa mesmo. Ahhhh esse filme... Esse aí vai me lembrar eternamente aquele cara que eu nunca mais vi, mas que foi o único homem que amei na vida. Lembra do filme?&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;Era o seu preferido, agora você o odeia. Sempre acontece... Esse filme me fez chorar, já o vi umas três ou nove vezes e acabo da mesma maneira: com os olhos encharcados de lágrimas. Esse aqui a mãe alugou umas cinco vezes e sempre dizia que não o tinha assistido. Aquele ali alguém me disse que era muito bom, não lembro quem, mas recordo que sempre teve bom gosto pra filmes. Olha aquele ali, embaixo do outro, daquele ali eu jamais esquecerei. Foi quando completei dezesseis anos e fiz toda a família ver comigo. Sempre gostei de filmes e mais ainda de ir ao cinema, assistir à pré-estreia, fingir que eu sou a primeira pessoa do mundo a ver aquilo ali. Mas se há algo que me dá mais prazer que isso é bisbilhotar, ler sinopses, fazer aqueles filmes mentais do que é passado mas que se torna presente no momento em que se lê o título de um filme. Antes era VHS, tinha de escolher dublado ou legendado, nada de trocar opções no controle... A evolução trouxe o DVD, mais qualidade, mais duração, mas eu duvido que haja um material pra guardar lembranças mais forte que a nossa mente. E desacredito em uma legenda tão fiel ao filme como as que a gente inventa quando lembra do passado. Todo ser humano é o melhor cineasta do mundo, só não sabe. Ou esquece.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=7bJks1r14yg"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=7bJks1r14yg&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-4860220873233387720?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/4860220873233387720/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/01/123.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/4860220873233387720'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/4860220873233387720'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/01/123.html' title='123...'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/S1-ggEl6MdI/AAAAAAAAAU0/Dd3q3AU4tbg/s72-c/24.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-1432414049954604458</id><published>2010-01-21T03:19:00.001-02:00</published><updated>2010-01-21T03:24:26.354-02:00</updated><title type='text'>Mais do mesmo.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#006600;"&gt;"Durante algum tempo fiz coisas antigas como chorar e sentir saudade da maneira mais humana possível: fiz coisas antigas e humanas como se elas me solucionassem. Não solucionaram."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-1432414049954604458?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/1432414049954604458/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/01/mais-do-mesmo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/1432414049954604458'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/1432414049954604458'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/01/mais-do-mesmo.html' title='Mais do mesmo.'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-961609012192142653</id><published>2010-01-19T22:34:00.003-02:00</published><updated>2010-01-19T22:39:09.812-02:00</updated><title type='text'>time after time...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/S1ZQdyIzfUI/AAAAAAAAAUs/ur_Xv0Qwp8Y/s1600-h/relogio.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 258px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/S1ZQdyIzfUI/AAAAAAAAAUs/ur_Xv0Qwp8Y/s320/relogio.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5428614873446841666" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 153, 0); font-style: italic; "&gt;"E vai começar tudo de novo só porque acabou. Ponto final é tanta continuação que vira três&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;pontos finais..."&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É o resumo de tudo o que acontece na minha vida... Das pessoas que nunca passam, das pessoas que ficam. As fábricas que faliram e as que continuam aí, até hoje. A gente vai resistindo ao tempo, mas o tempo sempre fica... Um dia a gente parte, e ele continua ali, passando, ficando...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-961609012192142653?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/961609012192142653/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/01/time-after-time.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/961609012192142653'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/961609012192142653'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/01/time-after-time.html' title='time after time...'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/S1ZQdyIzfUI/AAAAAAAAAUs/ur_Xv0Qwp8Y/s72-c/relogio.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-2358880824889214254</id><published>2010-01-06T16:46:00.003-02:00</published><updated>2010-01-07T01:38:22.507-02:00</updated><title type='text'>Quem é você pra me chamar aqui?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nunca sonhei algo extraordionariamente grande. Nunca fui dessas que esquecem que estão sonhando... Não tenho pedido muitas coisas, acabo me contentando com as poucas que tenho. Consigo ser bem ajustável ao tipo de cada pessoa. Meus relacionamentos sempre foram estranhos e nunca fizeram sentido. Estive feliz por existirem, mesmo assim. Mas de uma coisa eu jamais abri mão... Não consigo nada menos que sinceridade quando falo. E falo. Tenho ódio mortal do silêncio quando alguma coisa precisa ser dita. Aí é quando tudo vira pouco, e pouco eu não quero mais. Sou o tipo de pessoa que esquece as coisas ruins facilmente, é como se nunca houvessem acontecido. É quase um dom esse tal perdão. Eu só não tolero tratamento a base de indiferença e sequestro de palavras. Gosto de deixar rolar, deixar estar. Nunca precipitei nada e realmente tenho uma admiração enorme por quem também consegue simplesmente deixar sendo. O que vem depois a gente nunca sabe, e exatamente por isso não gosto de atribuir sentido a todas as ações. O ser humano é muito dúbio e paradoxal. Às vezes não há sentido no que ele conjuga, e essa é a beleza de tudo. O não saber, a dúvida, o será... Só cansei de quem não compreende de como é simples a vida. De como é fácil e bonito o só ir vivendo, o esquecer de interpretar tudo e o fazer. Fazer errado ou certo, tanto faz. Eu só queria alguém louco pela vida, um doido desvairado que não liga para o que se pensa ou para o que parece ser. O que é verdadeiramente real não pode ser entendido ou explicado. O real é absurdo, o real não faz sentido. Achei por um momento que havia encontrado o alguém que sente o mundo da mesma forma. Pena, encontrei só mais um. Igual a tantos outros que vou guardando na estante. Uma espécie de coleção de passados frustrados. Passados para esquecer.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#006600;"&gt;Me encanta que tanta gente sinta&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#006600;"&gt;(se é que sente) a mesma indiferença&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#006600;"&gt;Há tantos quadros na parede&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#006600;"&gt;Há tantas formas de se ver o mesmo quadro&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#006600;"&gt;Há palavras que nunca são ditas&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#006600;"&gt;Há muitas vozes repetindo a mesma frase:&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#006600;"&gt;Ninguém = ninguém&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#006600;"&gt;Me espanta que tanta gente minta&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#006600;"&gt;(descaradamente) a mesma mentira&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#006600;"&gt;São todos iguais&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#006600;"&gt;E tão desiguais&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#006600;"&gt;uns mais iguais que os outros&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-2358880824889214254?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/2358880824889214254/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/01/quem-e-voce-pra-me-chamar-aqui_06.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/2358880824889214254'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/2358880824889214254'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/01/quem-e-voce-pra-me-chamar-aqui_06.html' title='Quem é você pra me chamar aqui?'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-8619535054536762364</id><published>2010-01-02T19:28:00.005-02:00</published><updated>2010-01-02T20:40:29.667-02:00</updated><title type='text'>2010</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/Sz-7tg67ZBI/AAAAAAAAAUk/DtADWqFkhg8/s1600-h/DSCN0843.JPG" style="text-decoration: none;"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/Sz-7tg67ZBI/AAAAAAAAAUk/DtADWqFkhg8/s400/DSCN0843.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5422258866982970386" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Que as mais de sete ondas que pulei façam 2010 ser o tipo de ano com tantas coisas boas que seja quase impossível lembrar de todos os verbos. A vida já me ensinou bastante ano passado. Preciso de um ano pra errar mais e me punir menos. Errar pra melhor. Sim, eu descobri nos últimos segundos de 2009 que é possível fazer tudo errado sentindo que está tudo no lugar certo. Saber que mesmo parecendo - e por que não, sendo - errado, é o que de melhor poderia ser feito. E só depois a gente percebe que até de cactos cobertos com espinhos pode surgir um coração. Aquilo que alguns chamam de destino... Eu prefiro chamar de bons dias.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-8619535054536762364?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/8619535054536762364/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/01/2010.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/8619535054536762364'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/8619535054536762364'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2010/01/2010.html' title='2010'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/Sz-7tg67ZBI/AAAAAAAAAUk/DtADWqFkhg8/s72-c/DSCN0843.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-4887443721671579432</id><published>2009-12-24T13:52:00.004-02:00</published><updated>2009-12-24T13:58:36.466-02:00</updated><title type='text'>Natal</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 286px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/SzOPEtPFZgI/AAAAAAAAAUU/cbp6jaYMPu0/s400/449410-6-babys-first-christmas.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418832087681951234" /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;"Aquele homem que não era sequer perfeito e por isso mesmo belo, porque a amava e ela a ele, e isso era para sempre apesar do fugaz. Passaram-se meses, ela não o esquecia. "&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;E tem gente tentando comprar felicidade, só porque é Natal...&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-4887443721671579432?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/4887443721671579432/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2009/12/aquele-homem-que-nao-era-sequer.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/4887443721671579432'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/4887443721671579432'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2009/12/aquele-homem-que-nao-era-sequer.html' title='Natal'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/SzOPEtPFZgI/AAAAAAAAAUU/cbp6jaYMPu0/s72-c/449410-6-babys-first-christmas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-7109588736936478972</id><published>2009-12-20T13:28:00.003-02:00</published><updated>2009-12-20T13:28:57.395-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Ela é frágil o tempo todo, só tenta não transparecer. As máscaras de supermulher ainda vendem bastante por aí...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-7109588736936478972?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/7109588736936478972/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2009/12/ela-e-fragil-o-tempo-todo-so-tenta-nao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/7109588736936478972'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/7109588736936478972'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2009/12/ela-e-fragil-o-tempo-todo-so-tenta-nao.html' title=''/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-4521969764592626409</id><published>2009-12-17T21:56:00.001-02:00</published><updated>2009-12-17T21:57:36.680-02:00</updated><title type='text'>You can find me, if you ever want again</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 20px; "&gt;&lt;table id="tbl_traducoes" class="cor_2" style="border-collapse: collapse; -webkit-border-horizontal-spacing: 0px; -webkit-border-vertical-spacing: 0px; width: 683px; font: normal normal normal 13px/16px 'Trebuchet Ms', Lucida, monospace; position: relative; top: 0px; "&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr class=""&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=""&gt;&lt;td class="col1" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: right; color: rgb(163, 163, 163); "&gt;You can't build a house of leaves&lt;/td&gt;&lt;td class="col2" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; width: 341px; color: rgb(104, 104, 104); "&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=""&gt;&lt;td class="col1" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: right; color: rgb(163, 163, 163); "&gt;And live like it's an evergreen&lt;/td&gt;&lt;td class="col2" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; width: 341px; color: rgb(104, 104, 104); "&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=""&gt;&lt;td class="col1" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: right; color: rgb(163, 163, 163); "&gt;It's just a season thing&lt;/td&gt;&lt;td class="col2" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; width: 341px; color: rgb(104, 104, 104); "&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=""&gt;&lt;td class="col1" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: right; color: rgb(163, 163, 163); "&gt;It's just this thing that seasons do&lt;/td&gt;&lt;td class="col2" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; width: 341px; color: rgb(104, 104, 104); "&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=""&gt;&lt;td class="col1" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: right; color: rgb(163, 163, 163); "&gt;And that's the way this wheel keeps working now&lt;/td&gt;&lt;td class="col2" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; width: 341px; color: rgb(104, 104, 104); "&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=""&gt;&lt;td class="col1" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: right; color: rgb(163, 163, 163); "&gt;That's the way this wheel keeps working now&lt;/td&gt;&lt;td class="col2" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; width: 341px; color: rgb(104, 104, 104); "&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=""&gt;&lt;td class="col1" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: right; color: rgb(163, 163, 163); "&gt;And you won't be the first&lt;/td&gt;&lt;td class="col2" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; width: 341px; color: rgb(104, 104, 104); "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=""&gt;&lt;td class="col1" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: right; color: rgb(163, 163, 163); "&gt;No you won't be the first&lt;/td&gt;&lt;td class="col2" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; width: 341px; color: rgb(104, 104, 104); "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=""&gt;&lt;td class="col1" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: right; color: rgb(163, 163, 163); "&gt;To love me&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; color: rgb(0, 0, 0); font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10px; line-height: normal; white-space: pre; "&gt;http://www.youtube.com/watch?v=eBd2_baNwMw&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-4521969764592626409?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/4521969764592626409/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2009/12/you-can-find-me-if-you-ever-want-again.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/4521969764592626409'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/4521969764592626409'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2009/12/you-can-find-me-if-you-ever-want-again.html' title='You can find me, if you ever want again'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-3579869016190077751</id><published>2009-12-13T21:10:00.009-02:00</published><updated>2010-01-04T20:42:43.190-02:00</updated><title type='text'>Sobre qualquer coisa, sobre tudo...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/SyV4way-SaI/AAAAAAAAAUM/W48seOa0KQo/s1600-h/SO_A_COR_DO_VINHO.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 296px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/SyV4way-SaI/AAAAAAAAAUM/W48seOa0KQo/s320/SO_A_COR_DO_VINHO.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5414866900205062562" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É bem verdade que nunca aprendi o que era certo e errado e que minha impulsividade abala qualquer tentativa de aproximação maior que um simples "até logo". Entendo que sou difícil de compreender e que às vezes faço tudo o que não queria e sinto um prazer imenso por isso. Sim, sou uma pessoa que não abre mão de certos valores por nada nesse mundo, mas que comete crimes muito piores. Eu realmente nunca entendi de onde vem tanta doçura e estupidez. Devo ser duas pessoas no mesmo corpo, o sim e o não, o pra sempre e o nunca mais. Desse jeito eu mantenho ao meu lado poucos e bons seres humanos. Eles me bastam, e acho que de alguma maneira também sou o suficiente a eles. Será por que de mim não se pode esperar nada? Ou por que se espera que eu seja capaz de tudo? Aí vem o passado que sempre se apresenta, dá o ar de sua graça. Vem assim, de repente, carregado por uma brisa, ou arrebatador, unido a maior tempestade. O que importa aqui é que ele sempre volta, e eu faço questão que seja assim. Pareço adorar fantasmas. Gosto de sustos e do que não posso mais estragar. É que já passou e mesmo com essa minha capacidade de arruinar tudo, sobre o que já foi eu só posso guardar lembranças e contar histórias. Devo ser uma daquelas pessoas que sentem prazer na dor, na perda. Aqueles estranhos que conseguem amar e odiar a cada 23 segundos, que dizem estar tudo acabado, mas no fundo, sabem que apenas começou. Não sei por que escrevo... Deve ser porque estou vazia, ou cheia demais. Talvez seja o amor tão grande que não cabe mais em mim. Talvez seja só tristeza e decepção mesmo. Não tenho porquês, geralmente o que faço não faz sentido. Eu simplesmente vou apertando os botões e escolhendo os caminhos conforme o que sou naquele instante. Mudo. Mutaciono e me transformo sempre, mas no fim, fica tudo igual. Eu fico aqui, você lá. Eu fico sozinha e você se completa com minha ausência. Devo ser daqueles vinhos muito fortes que precisam ser consumidos com moderação... O problema é que nunca fui conhecida pelo equilíbrio. Acabamos embriagados de nós mesmos. Aí vem a ressaca, a repulsa, a abstinência. Às vezes, o vício. E do vício, o fim.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-3579869016190077751?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/3579869016190077751/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2009/12/sobre-qualquer-coisa-sobre-tudo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/3579869016190077751'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/3579869016190077751'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2009/12/sobre-qualquer-coisa-sobre-tudo.html' title='Sobre qualquer coisa, sobre tudo...'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/SyV4way-SaI/AAAAAAAAAUM/W48seOa0KQo/s72-c/SO_A_COR_DO_VINHO.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-8543162099253370594</id><published>2009-12-12T01:49:00.004-02:00</published><updated>2009-12-12T01:59:25.453-02:00</updated><title type='text'>Simples como um café das 6</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/SyMUdVTlwoI/AAAAAAAAATk/WnreXJGfTeQ/s1600-h/lindoooooo.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 206px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/SyMUdVTlwoI/AAAAAAAAATk/WnreXJGfTeQ/s320/lindoooooo.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5414193671197540994" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vontade de ficar aqui, para o resto da vida, até que a morte me separe. É engraçado como meu quarto continua sendo a melhor festa, o melhor sonho e meu maior pesadelo.. Eu sinto asco só de imaginar toda aquela gente, interpretando, com sorrisos falsos e quase petrificados, tentando de qualquer maneira demonstrar uma felicidade imensurável e inexistente. Parece haver tanta gente feliz e satisfeita com a vida que leva. Mas eu não acredito e nem pretendo aceitar. Sorrir com a alma sendo corroída dói mais que chorar até ficar vazio. Vazio de tristeza, vazio de felicidade. Repleto de mágoas e decepções. E o mundo vai girando, e as pessoas continuam mentindo. Incrivelmente acham que isso faz sentido. Pensar que fingir sorrir é melhor que sentir sofrer só me deixa mais desacreditada da pureza e inteligência do ser humano. A questão não é se entregar de corpo e alma, atirar-se do precipício. É muito mais simples e menos doloroso que isso. Sabe aquele verbo conjugado toda vez que você abre o olho e respira? Viver! Viva. É tão complicado? Qual o sentido de jogar, inventar, manipular, ou qualquer "ar" que não seja digno de ser encenado? Não nessa situação, não quando há vidas que dependem e giram em torno de si. Mas quem se importa, né?! Até que o sentido gramatical de verbo passa de palavra variável que exprime ação, estado, qualidade ou existência, para realidade. E dói. Entra na sua vida como um sonho e a torna o pior pesadelo. Então você grita, ninguém ouve. Você chora? Sofre? Ninguém sente... Só sente muito. Bingo! Finalmente você pára pra pensar em todas as palavras ali em cima e percebe que poetas são verdadeiros aproveitadores e vítimas da vida. E a vida a qual me refiro é a que mantém aqueles mesmos seres capazes de fingir sorrisos de plástico, vivos. E todo esse teatro jamais morrerá. É dissipado como um verme; E corrói, e machuca, e destrói, e mata.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-8543162099253370594?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/8543162099253370594/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2009/12/simples-como-um-cafa-das-6.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/8543162099253370594'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/8543162099253370594'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2009/12/simples-como-um-cafa-das-6.html' title='Simples como um café das 6'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/SyMUdVTlwoI/AAAAAAAAATk/WnreXJGfTeQ/s72-c/lindoooooo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-2271136825308294294</id><published>2009-12-11T14:35:00.000-02:00</published><updated>2009-12-11T14:36:30.441-02:00</updated><title type='text'>A tristeza permitida</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Se eu disser pra você que hoje acordei triste, que foi difícil sair da cama, mesmo sabendo que o sol estava se exibindo lá fora e o céu convidava para a farra de viver, mesmo sabendo que havia muitas providências a tomar, acordei triste e tive preguiça de cumprir os rituais que faço sem nem prestar atenção no que estou sentindo, como tomar banho, colocar uma roupa, ir pro computador, sair pra compras e reuniões – se eu disser que foi assim, o que você me diz? Se eu lhe disser que hoje não foi um dia como os outros, que não encontrei energia nem pra sentir culpa pela minha letargia, que hoje levantei devagar e tarde e que não tive vontade de nada, você vai reagir como?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Você vai dizer “te anima” e me recomendar um antidepressivo, ou vai dizer que tem gente vivendo coisas muito mais graves do que eu (mesmo desconhecendo a razão da minha tristeza), vai dizer pra eu colocar uma roupa leve, ouvir uma música revigorante e voltar a ser aquela que sempre fui, velha de guerra.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Você vai fazer isso porque gosta de mim, mas também porque é mais um que não tolera a tristeza: nem a minha, nem a sua, nem a de ninguém. Tristeza é considerada uma anomalia do humor, uma doença contagiosa, que é melhor eliminar desde o primeiro sintoma. Não sorriu hoje? Medicamento. Sentiu uma vontade de chorar à toa? Gravíssimo, telefone já para o seu psiquiatra.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A verdade é que eu não acordei triste hoje, nem mesmo com uma suave melancolia, está tudo normal. Mas quando fico triste, também está tudo normal. Porque ficar triste é comum, é um sentimento tão legítimo quanto a alegria, é um registro de nossa sensibilidade, que ora gargalha em grupo, ora busca o silêncio e a solidão. Estar triste não é estar deprimido.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depressão é coisa muito séria, contínua e complexa. Estar triste é estar atento a si próprio, é estar desapontado com alguém, com vários ou consigo mesmo, é estar um pouco cansado de certas repetições, é descobrir-se frágil num dia qualquer, sem uma razão aparente – as razões têm essa mania de serem discretas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Eu não sei o que meu corpo abriga/ nestas noites quentes de verão/ e não me importa que mil raios partam/ qualquer sentido vago da razão/ eu ando tão down...” Lembra da música? Cazuza ainda dizia, lá no meio dos versos, que pega mal sofrer. Pois é, pega mal. Melhor sair pra balada, melhor forçar um sorriso, melhor dizer que está tudo bem, melhor desamarrar a cara. “Não quero te ver triste assim”, sussurrava Roberto Carlos em meio a outra música. Todos cantam a tristeza, mas poucos a enfrentam de fato. Os esforços não são para compreendê-la,  e sim para disfarçá-la, sufocá-la, ela que, humilde, só quer usufruir do seu direito de existir, de assegurar seu espaço nesta sociedade que exalta apenas o oba-oba e a verborragia, e que desconfia de quem está calado demais. Claro que é melhor ser alegre que ser triste (agora é Vinícius), mas melhor mesmo é ninguém privar você de sentir o que for. Em tempo: na maioria das vezes, é a gente mesmo que não se permite estar alguns degraus abaixo da euforia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tem dias que não estamos pra samba, pra rock, pra hip-hop, e nem pra isso devemos buscar pílulas mágicas para camuflar nossa introspecção, nem aceitar convites para festas em que nada temos para brindar. Que nos deixem quietos, que quietude é armazenamento de força e sabedoria, daqui a pouco a gente volta, a gente sempre volta, anunciando o fim de mais uma dor – até que venha a próxima, normais que somos."&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#C0C0C0;"&gt;Martha Medeiros&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-2271136825308294294?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/2271136825308294294/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2009/12/tristeza-permitida.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/2271136825308294294'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/2271136825308294294'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2009/12/tristeza-permitida.html' title='A tristeza permitida'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-3883468713073920456</id><published>2009-12-11T14:30:00.001-02:00</published><updated>2009-12-11T14:30:46.354-02:00</updated><title type='text'>É igual ao que já era...</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;"Você gostaria de ter um amor que fosse estável, divertido e fácil. O objeto desse amor nem precisaria ser muito bonito, nem rico. Uma pessoa bacana, que te adorasse e fosse parceira já estaria mais do que bom. Você quer um amor assim. É pedir muito? Ora, você está sendo até modesto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;O problema é que todos imaginam um amor a seu modo, um amor cheio de pré-requisitos. Ao analisar o currículo do candidato, alguns itens de fábrica não podem faltar. O seu amor tem que gostar um pouco de cinema, nem que seja pra assistir em casa, no DVD. E seria bom que gostasse dos seus amigos. E precisa ter um objetivo na vida. Bom humor, sim, bom humor não pode faltar. Não é querer demais, é? Ninguém está pedindo um piloto de Fórmula 1 ou uma capa da Playboy. Basta um amor desses fabricados em série, não pode ser tão impossível.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;Aí a vida bate à sua porta e entrega um amor que não tem nada a ver com o que você queria. Será que se enganou de endereço? Não. Está tudo certinho, confira o protocolo. Esse é o amor que lhe cabe. É seu. Se não gostar, pode colocar no lixo, pode passar adiante, faça o que quiser. A entrega está feita, assine aqui, adeus.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;E agora está você aí, com esse amor que não estava nos planos. Um amor que não é a sua cara, que não lembra em nada um amor idealizado. E, por isso mesmo, um amor que deixa você em pânico e em êxtase. Tudo diferente do que você um dia supôs, um amor que te perturba e te exige, que não aceita as regras que você estipulou. Um amor que a cada manhã faz você pensar que de hoje não passa, mas a noite chega e esse amor perdura, um amor movido por discussões que você não esperava enfrentar e por beijos para os quais nem imaginava ter tanto fôlego. Um amor errado como aqueles que dizem que devemos aproveitar enquanto não encontramos o certo, e o certo era aquele outro que você havia solicitado, mas a vida, que é péssima em atender pedidos, lhe trouxe esse e conforme-se, saboreie esse presente, esse suspense, esse nonsense, esse amor que você desconfia que não lhe pertence. Aquele amor em formato de coração, amor com licor, amor de caixinha, não apareceu. Olhe pra você vivendo esse amor a granel, esse amor escarcéu, não era bem isso que você desejava, mas é o amor que lhe foi destinado, o amor que começou por telefone, o amor que começou pela internet, que esbarrou em você no elevador, o amor que era pra não vingar e virou compromisso, olha você tendo que explicar o que não se explica, você nunca havia se dado conta de que amor não se pede, não se especifica, não se experimenta em loja – ah, este me serviu direitinho!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;Aquele amor corretinho por você tão sonhado vai parar na porta de alguém que despreza amores corretos, repare em como a vida é astuciosa. Assim são as entregas de amor, todas como se viessem num caminhão da sorte, uma promoção de domingo, um prêmio buzinando lá fora, mesmo você nunca tendo apostado. Aquele amor que você encomendou não veio, parabéns! Agradeça e aproveite o que lhe foi entregue por sorteio."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-3883468713073920456?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/3883468713073920456/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2009/12/e-igual-ao-que-ja-era.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/3883468713073920456'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/3883468713073920456'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2009/12/e-igual-ao-que-ja-era.html' title='É igual ao que já era...'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-2404203006126829399</id><published>2009-12-11T01:09:00.005-02:00</published><updated>2009-12-11T01:49:11.437-02:00</updated><title type='text'>Devaneios, devaneios...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/SyG6DYup2aI/AAAAAAAAATc/bSkYwl6emRE/s1600-h/DSCN0719.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 251px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/SyG6DYup2aI/AAAAAAAAATc/bSkYwl6emRE/s320/DSCN0719.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5413812794416552354" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E lá estava ela. Mais uma vez presa ao passado, cansada do presente, temendo o futuro. A mesma história se repetindo como há três anos... Sensível demais para o mundo, apegada à solidão, querendo estar cada vez mais sozinha, cada vez mais sem ninguém. Tentando consertar tudo e insistindo mais uma vez nos velhos erros, nas gastas, repetidas e exaustas palavras. É egoísmo demais, é se importar demais, é demais pra ela. Peças que não se encaixam, o novelo de lã que desenrola até virar nó, daqueles bem apertados que ninguém consegue desatar se não cortar pela metade. Chegou ao ponto de precisar talhar o fio, de machucar-se e aos outros para seguir em frente. E como seguir em frente se ela morre de medo do que vem?  Do que não sabe? Do que não pode controlar? Como jogar se ela já esqueceu as regras do jogo? E se já o descartou e o embaralhou tantas vezes que esqueceu as cartas? Ela perdeu a si mesma. Ela se perdeu, e junto com a perda, a essência se foi, a vida foi sendo. Ela? Ela também partiu. Ao meio.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-2404203006126829399?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/2404203006126829399/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2009/12/e-la-estava-ela.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/2404203006126829399'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/2404203006126829399'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2009/12/e-la-estava-ela.html' title='Devaneios, devaneios...'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/SyG6DYup2aI/AAAAAAAAATc/bSkYwl6emRE/s72-c/DSCN0719.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-3831150802311874360</id><published>2009-12-07T21:09:00.000-02:00</published><updated>2009-12-07T21:12:14.871-02:00</updated><title type='text'>CFA</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 12px; "&gt;"...Mas se eu tivesse ficado, teria sido diferente? Melhor interromper o processo em meio: quando se conhece o fim, quando se sabe que doerá muito mais — por que ir em frente? Não há sentido: melhor escapar deixando uma lembrança qualquer, lenço esquecido numa gaveta, camisa jogada na cadeira, uma fotografia — qualquer coisa que depois de muito tempo a gente possa olhar e sorrir, mesmo sem saber por quê. Melhor do que não sobrar nada, e que esse nada seja áspero como um tempo perdido.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 12px; "&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tinha terminado, então. Porque a gente, alguma coisa dentro da gente, sempre sabe exatamente quando termina.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas de tudo isso, me ficaram coisas tão boas. Uma lembrança boa de você, uma vontade de cuidar melhor de mim, de ser melhor para mim e para os outros. De não morrer, de não sufocar, de continuar sentindo encantamento por alguma outra pessoa que o futuro trará, porque sempre traz, e então não repetir nenhum comportamento. Ser novo..."&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-3831150802311874360?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/3831150802311874360/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2009/12/cfa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/3831150802311874360'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/3831150802311874360'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2009/12/cfa.html' title='CFA'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-171624783986060308</id><published>2009-12-01T19:00:00.002-02:00</published><updated>2009-12-01T19:07:01.617-02:00</updated><title type='text'>7</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#006600;"&gt;"Pode invadir ou chegar com delicadeza, mas não tão devagar que me faça dormir. Não grite comigo, tenho o péssimo hábito de revidar. Acordo pela manhã com ótimo humor mas ... permita que eu escove os dentes primeiro. Toque muito em mim, principalmente nos cabelos e minta sobre minha nocauteante beleza. Tenho vida própria, me faça sentir saudades, conte algumas coisas que me façam rir, mas não conte piadas e nem seja preconceituoso, não perca tempo, cultivando este tipo de herança de seus pais. Viaje antes de me conhecer, sofra antes de mim para reconhecer-me um porto, um albergue da juventude. Eu saio em conta, você não gastará muito comigo. Acredite nas verdades que digo e também nas mentiras, elas serão raras e sempre por uma boa causa. Respeite meu choro, me deixe sozinha, só volte quando eu chamar e, não me obedeça sempre que eu também gosto de ser contrariada. ( Então fique comigo quando eu chorar, combinado?). Seja mais forte que eu e menos altruísta! Não se vista tão bem... gosto de camisa para fora da calça, gosto de braços, gosto de pernas e muito de pescoço. Reverenciarei tudo em você que estiver a meu gosto: boca, cabelos, os pelos do peito e um joelho esfolado, você tem que se esfolar as vezes, mesmo na sua idade. Leia, escolha seus próprios livros, releia-os. Odeie a vida doméstica e os agitos noturnos. Seja um pouco caseiro e um pouco da vida, não de boate que isto é coisa de gente triste. Não seja escravo da televisão, nem xiita contra. Nem escravo meu, nem filho meu, nem meu pai. Escolha um papel para você que ainda não tenha sido preenchido e o invente muitas vezes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#006600;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#006600;"&gt;Me enlouqueça uma vez por mês mas, me faça uma louca boa, uma louca que ache graça em tudo que rime com louca: loba, boba, rouca, boca ... Goste de música e de sexo. goste de um esporte não muito banal. Não invente de querer muitos filhos, me carregar pra a missa, apresentar sua familia... isso a gente vê depois ... se calhar ... Deixa eu dirigir o seu carro, que você adora. Quero ver você nervoso, inquieto, olhe para outras mulheres, tenha amigos e digam muitas bobagens juntos. Não me conte seus segredos ... me faça massagem nas costas. Não fume, beba, chore, eleja algumas contravenções. Me rapte! Se nada disso funcionar ... experimente me amar!"&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-171624783986060308?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/171624783986060308/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2009/12/pode-invadir-ou-chegar-com-delicadeza.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/171624783986060308'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/171624783986060308'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2009/12/pode-invadir-ou-chegar-com-delicadeza.html' title='7'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-5161515385164894079</id><published>2009-11-29T20:00:00.002-02:00</published><updated>2009-11-29T20:04:37.277-02:00</updated><title type='text'>Um devaneio</title><content type='html'>Um  misto de ódio e prazer, com algumas pitadas de culpa e de "você mereceu".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-5161515385164894079?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/5161515385164894079/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2009/11/um-devaneio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/5161515385164894079'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/5161515385164894079'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2009/11/um-devaneio.html' title='Um devaneio'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-3342522279160948774</id><published>2009-10-27T01:15:00.002-02:00</published><updated>2009-10-27T01:30:13.263-02:00</updated><title type='text'>Éramos sós</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje tirei o dia para observar. Prestar atenção na peculiaridade das pessoas que passavam por mim. Certo. Não fui tão feliz na empreitada quanto achei que seria. A cada pessoa que eu decidia observar, eu esquecia de outra. Eu queria enxergar tudo de todas ao mesmo tempo. Queria entender por que elas eram assim naquele instante. Por que eu era o que era? Achava que através dos outros eu poderia me enxergar melhor. Não encontrei nada. Havia uma mulher que cambaleava, esquerda-direita, já sem forças, não sei se era a cachaça ou a velhice. Não senti pena. Continuando pela mesma rua encontrei uma criança. Minto. Ela me encontrou. Veio correndo em minha direção (imagino que tenha sido) e abraçou minhas pernas, como se precisasse de segurança, como se fosse do meu tamanho. Mas eu não vi se correu, se estava com medo ou simplesmente quis fazer gracinha. Nesse instante eu observava um pombo comendo restos de um calzone deixado pela metade. Pensei no porquê aquele calzone estava ali, nem inteiro, nem metade. Era resto. E a criança me olhou como quem se decepciona e seguiu seu caminho. Eu esqueci de esboçar um sorriso. Fiquei pensando em como pombos são nojentos, em como calzones são nojentos. Fiquei lembrando dos restos que deixei por aí. Restos de vida, restos de sonho, restos de lembrança. Cansada de andar, parei. Sentei em um degrauzinho qualquer, em uma esquina qualquer. Eu era qualquer uma, mais uma, outra. Decidi não observar mais nada. Foi então que me deparei com um velhinho, uns setenta anos com cara de cem. Mão no queixo, olhos aflitos. Ele chorava. Meu dia acabou ali. Ele chorava por sentir-se só. Chorava porque não sentei ao lado dele, esqueci de enxergá-lo. Ele não era nada, eu era só mais uma. No meio de toda aquela gente, indo, voltanto, correndo, gente desesperada, gente apaixonada, gente esquecida, éramos sós. Estávamos em companhia da solidão. Éramos companheiros, éramos só dois.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-3342522279160948774?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/3342522279160948774/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2009/10/eramos-sos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/3342522279160948774'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/3342522279160948774'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2009/10/eramos-sos.html' title='Éramos sós'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-2021246995724053207</id><published>2009-10-25T18:38:00.006-02:00</published><updated>2009-10-25T19:47:26.580-02:00</updated><title type='text'>Mais uma vez</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje talvez eu tenha encontrado algumas respostas bem importantes, mas que não vão mudar a minha vida, porque eu sei que não irei mudar. A minha dificuldade em seguir em frente se baseia principalmente na dificuldade em desatar os nós. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Primeiro:&lt;/b&gt; eu não consigo odiar ninguém. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Segundo:&lt;/b&gt; não odiando ninguém eu também não consigo esquecer. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Terceiro:&lt;/b&gt; se não esqueço de alguém, renego-me a deixar outra pessoa entrar. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No fim é sempre igual. Os seres humanos consideram isso fraqueza, e como tal, é geralmente utilizada pra fazer mal. É uma arma certeira. E dói. Pensei então em alguma solução para ao menos amenizar, deixar o ferimento menor. O segredo é fingir que não perdoei. Sim, porque eu sou capaz de perdoar atos que condenariam qualquer ser humano ao limbo das relações sociais e sentimentais. Não, eu não sou tão boa assim, nem tão santa. Eu simplesmente tenho facilidade em conjugar o verbo perdoar, ou sou masoquista. De qualquer forma, perdoar não significa ter de esquecer e me submeter a tudo outra vez. Vou seguir tentando, e talvez assim, minha tendência ao erro diminua um pouco e minha vida possa finalmente fluir. Quero um dia poder estar livre de fantasmas do passado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;"O que obviamente não presta sempre me interessou muito. Gosto de um modo carinhoso do inacabado, do malfeito, daquilo que desajeitadamente tenta um pequeno vôo e cai sem graça no chão." &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: auto;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:Verdana, Arial, sans-serif;font-size:100%;color:#7B7B7B;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 11px; line-height: 14px; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-2021246995724053207?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/2021246995724053207/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2009/10/mais-uma-vez.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/2021246995724053207'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/2021246995724053207'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2009/10/mais-uma-vez.html' title='Mais uma vez'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-8726319023947647386</id><published>2009-10-20T21:55:00.002-02:00</published><updated>2009-10-20T21:58:25.775-02:00</updated><title type='text'>Algum devaneio</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/St5OborIykI/AAAAAAAAAS8/ahmpClvoto0/s1600-h/DSC04828.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 188px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/St5OborIykI/AAAAAAAAAS8/ahmpClvoto0/s200/DSC04828.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5394835640318216770" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Ela quer que ele esteja lá, quer sua presença.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Quer passar e fingir indiferença, quer ausência.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Ela exala ódio, mas morre de amor.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-8726319023947647386?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/8726319023947647386/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2009/10/algum-devaneio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/8726319023947647386'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/8726319023947647386'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2009/10/algum-devaneio.html' title='Algum devaneio'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_umnX_rQr38M/St5OborIykI/AAAAAAAAAS8/ahmpClvoto0/s72-c/DSC04828.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-6259461138621153828</id><published>2009-10-11T16:43:00.002-03:00</published><updated>2009-10-11T16:46:41.722-03:00</updated><title type='text'>Mesmo sem</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Continuo respirando mesmo sem. Sem esperança, sem tua presença aqui. Toda essa dor que tua ausência provoca é o que me faz te amar cada dia mais. Teu olhar de desprezo e culpa ferem minha alma como ácido forte. Cada instante que passa, te tenho passando em minha mente, passando e me deixando pra trás da tua vida. Eu sou o que se foi, passado, sou cena gravada em uma película qualquer e esquecida. Sou um filme que saiu de cartaz, cena repetida que o mundo cansou de assistir. Pra ti, talvez eu não seja mais que um sorriso qualquer, uma piada sem graça, uma foto em preto e branco. Mas saiba, ainda és o que me faz forte, mesmo que me enfraqueças. Suportar a solidão de não ter me dá o suporte que preciso pra resistir a tua indiferença quando estás perto. És o que me faz feliz, mesmo que arranques tantas lágrimas de mim, como se fossem nada. Elas se acumularam e viraram antídoto, remédio contra o teu riso falso e forçado, contra tua arrogância e mania de me subestimar. &lt;i&gt;“És parte ainda do que me faz forte, e, pra ser honesto, só um pouquinho infeliz”.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-6259461138621153828?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/6259461138621153828/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2009/10/mesmo-sem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/6259461138621153828'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/6259461138621153828'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2009/10/mesmo-sem.html' title='Mesmo sem'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-2150782201456088916</id><published>2009-09-19T16:20:00.004-03:00</published><updated>2009-10-11T16:45:30.593-03:00</updated><title type='text'>Sobre Mim - O excesso da falta</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 153, 0); "&gt;"Foco no lugar vazio da mesa. A pessoa que não veio. Pior ainda: a que não existe. É ali que fico, sempre, apaixonada, doendo, esperando. O lugar vazio da mesa, da cama, do planeta. Minha sorte é um bilhete desses de raspar só que o segredo não sai com nada. Meu amor é a cadeira com pé quebrado que tiraram do salão antes que alguém se machucasse. Então me recuso a sentar em outras e vivo entre o cansaço e o medo de cair de mim mesma.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;Eu funciono assim, não sei se você já percebeu. Consigo não te amar, e isso significa passar ótimos dias em paz, quando te trato bem, quando te amo. O que sobra em mim, o que eu guardo no peito, é sempre o negativo do que expeli para o mundo. Por isso o e-mail, carinhoso, um jeito de te expulsar mais uma vez, porque é só isso que sei fazer quando o assunto é sentir além de mim. E quando te trato mal, são dias te amando aqui, nos espaços vazios que você jamais preencheria e que são absolutamente você. O mundo todo que não tem você é ainda mais você. E assim me relaciono. Com o risco de giz branco em torno do corpo que já foi levado do chão. Sempre me apaixono depois que acaba a paixão. Sempre namoro quando acaba o namoro. Só assim sei amar. E então te carrego no peito e em tudo, ao ir sozinha ou mal acompanhada ao cinema. E então janto com você e como bem e até bebo. E passamos sem perceber uma vida inteira. Só porque agora você se foi, é que sinto que você chegou de verdade. E assim namoramos tão bem e sou tão agradável. E é com você que vou até a esquina e o fim do mundo, porque posso tudo agora. Agora que não posso nada. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;Daqui vejo milhares de pessoas e boas intenções e motivos pra ser feliz. Mas onde eu estou? Adivinhe? Estou em casa, sozinha, como se não houvesse nada. Como se tudo isso fosse cruel justamente por ser bom. O bom acaba. Mas isso aqui, o refúgio da ansiedade e da alegria, essas duas coisas do demônio, isso aqui é verdadeiro e é daqui que estou, na verdade, no meio de todas essas pessoas boas e os motivos pra ser feliz. É só daqui. Então, quero ir embora. Ir embora pra chegar logo. Porque enquanto estou é insuportável, mas depois, quieta, deitada, o mundo inteiro se encaixa aos poucos até eu pegar no sono e sentir a matéria de estar viva. Não evaporo mais pois estou me apertando até ficar quieta nessa caixinha minúscula que trago tão bem guardada apesar do desespero em ser aberta. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;É sempre na falta que vivo. É sempre em cima da altura que não tenho que olho o mundo. E das coisas que eu não sei que falo melhor. E dos sentimentos que eu não poderia sentir que me abasteço pra ser alguma coisa além do que me faz mais uma. E da incapacidade de ser mais uma que me agarro, pra poder participar de algo e esquecer como é maluco tudo isso. É na alegria extremada que sinto o tamanho do sofrimento que posso aturar. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;É a loucura que sai antes quando preciso rapidamente ser normal. É porrada que dou quando a mão vai rápida para um carinho urgente. É de onde não se pode estar que tenho saudades. É para o lugar do qual fugi que vou quando corro. É no lugar insuportável que fico quando descanso de algo que não aguentei. É na falta que vivo. O tempo todo sendo a mulher pra você que nem você quer. O tempo todo sendo a mulher que você não vê mais e só por isso, agora, te vejo o tempo todo. É te amando tão infinitamente que me liberto de gostar pelo menos um pouco de você. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;Quando preciso de açúcar sinto ânsia só de ver doce. E na hora de ir embora, ganho o viço e a frescura de algo novo. Não lido bem com a fome, pois ela me sacia, me enche, de algo que me faz além do bicho. É do meu auge que caio feio. Na paz de fechar um arquivo que volto a pensar na página em branco e em tudo que não sou capaz. No fundo do gostosinho da alma mora o que dispara meu incômodo mais terrível. Quando tento ser homem, meu Deus, sou mais garota do que aquelas colegiais cheirando a floral com bola de basquete. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;Você reclamava que eu não dizia seu nome e isso era só porque eu o estava dizendo o tempo todo. Meu cérebro martelava o som das suas referências e imprimia tanto você que eu precisava falar de mim daquele jeito pra tentar existir além do que eu me tornava. Você era tudo quando reclamava que eu andava estranha ao telefone, sem dar importância. Quando eu não parecia te ouvir, eu estava ouvindo suas milhares de vozes e tentando dar conta de gostar de tanta gente diferente que era gostar de você. Mas agora, assim, dizendo João, eu consigo continuar. Mas não uso a palavra anular porque seria dar rabisco aberto para as asas que não quero desenhar. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;O tempo todo o abismo gigantesco quanto mais desço. O tempo todo a calma mais incrível nos momentos de real desespero. E o pânico do que é simples de resolver. E se não tem ninguém pra chegar é aí que verdadeiramente espero. E se não tem ninguém pra me tocar, sinto tesão em encostar no ar. Você não está e me olha como nunca. Você merecia ser amado assim, do jeito que acaba pra começar. Uma covardia só pra quem aguenta firme. Sempre no oco me preencho tanto que explodo. É no nada que está tudo aqui. E quando me perguntam de onde vem essa pressa, esse desespero, essa corrida, o sopro no coração, essa ânsia, a força, essa agressividade. De onde vem? Eu digo que vem de uma preguiça enorme. E tantas artimanhas e rezas bravas para permanecer? É só o mais completo desejo em acabar logo com tudo isso. Que tanto eu quero porque estou sempre pedindo socorro? Nada. E principalmente: nunca. E morrer de novo como faço todas as vezes que me sinto viva demais. E vai começar tudo de novo só porque acabou. Ponto final é tanta continuação que vira três pontos finais. Eu não aguento mais e nem toquei na vida ainda. Consigo ser vista de verdade só quando as pernas e todo o resto que me move imploram para eu desaparecer." &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;Tati Bernardi&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-2150782201456088916?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/2150782201456088916/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2009/09/sobre-mim_19.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/2150782201456088916'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/2150782201456088916'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2009/09/sobre-mim_19.html' title='Sobre Mim - O excesso da falta'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-324063414770636621</id><published>2009-08-30T13:25:00.003-03:00</published><updated>2009-08-30T13:39:01.796-03:00</updated><title type='text'>Piano Bar</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essa semana eu percebi que as pessoas não aceitam quem não sorri. Quem não está feliz  é uma pessoa desagradável, é chata. Pergunta-se: o você tem? Pelo simples fato de o ser humano ser dotado de curiosidade. Quem está mal diz que não tem nada. Ele finge que não tem nada, o outro finge que acredita. E assim permance esse ciclo de insensibilidade. Estar no meio de uma multidão e não ter ninguém. Sentir-se só. Acho que a gente aprende que não deve esperar nada de ninguém quando pensa que a individualidade é a palavra que melhor define o ser humano. Somos egoístas e queremos que não o sejam conosco. Quando dói, queremos alguém ao lado pra dizer que vai ficar tudo bem... Embora não acreditemos nisso, precisamos. Somos frágeis demais pra enfrentar tudo sozinhos, embora geralmente enfrentemos. Queremos a ilusão de que alguém está ao nosso lado por tudo o que for. Mas quando deitamos, a madrugada traz a cruel realidade: estamos sozinhos, somos nós por nós. Estou aprendendo a ser forte o bastante pra não precisar de alguém ao meu lado. Confesso que é muito difícil. A gente quer alguém pra enxugar nossas lágrimas, alguém pra segurar nossa mão e dizer que não estamos sozinhos. Mas estamos. No fim, estaremos sempre sozinhos. E a solidão é uma condição a qual não nos acostumamos. Solidão lembra dor, lembra fim. Embora não seja o fim, também não é o começo. É o meio, é onde estamos, é onde sempre permaneceremos. Solidão é viver, é estar consigo, é acreditar em si. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-324063414770636621?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/324063414770636621/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2009/08/piano-bar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/324063414770636621'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/324063414770636621'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2009/08/piano-bar.html' title='Piano Bar'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-2614605501766567097</id><published>2009-08-27T23:13:00.001-03:00</published><updated>2009-08-27T23:14:44.553-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Minhas palavras já não fazem mais sentido.&lt;div&gt;Nunca quis que fizessem.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pensando se a minha vida ainda faz...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-2614605501766567097?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/2614605501766567097/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2009/08/minhas-palavras-ja-nao-fazem-mais.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/2614605501766567097'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/2614605501766567097'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2009/08/minhas-palavras-ja-nao-fazem-mais.html' title=''/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-5333282116760000870</id><published>2009-08-22T00:35:00.003-03:00</published><updated>2009-08-22T00:44:49.160-03:00</updated><title type='text'>refrão de bolero</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A sinceridade é uma faca de dois gumes. Pode tanto ferir quem é presenteado quanto quem porta a verdade. O peso da sinceridade assusta a maioria dos seres humanos - senão todos, com exceção das crianças, é claro. Ser sincero é se despir de todos os preconceitos e orgulho. É deixar os seus sentimentos à mostra. É estar disposto a se ferir, ou em alguns casos, a ferir alguém. E sinceridade não combina com quem tem medo da verdade. Em verdade, são eternas antíteses. Mesmo sabendo disso ainda há quem a leve consigo. Ainda existe verdade. E como qualquer verdade, machuca. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;"... eu fui sincero como não se pode ser,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;e um erro assim tão vulgar nos persegue a noite inteira&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;e quando acaba a bebedeira ele consegue nos achar num bar&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;com um vinho barato, um cigarro no cinzeiro&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;e uma cara embriagada no espelho do banheiro..."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS'; line-height: 20px; "&gt;&lt;p style="border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; color: rgb(102, 102, 102); font-size: 13px; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-5333282116760000870?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/5333282116760000870/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2009/08/refrao-de-bolero.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/5333282116760000870'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/5333282116760000870'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2009/08/refrao-de-bolero.html' title='refrão de bolero'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-3508123892540965459</id><published>2009-08-17T22:15:00.002-03:00</published><updated>2009-08-17T22:20:43.163-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;"Chegou no apartamento dele por volta das seis da tarde e sentia um nervosismo fora do comum. Antes de entrar, pensou mais uma vez no que estava por fazer. Seria sua primeira vez. Já havia roído as unhas de ambas as mãos. Não podia mais voltar atrás. Tocou a campainha e ele, ansioso do outro lado da porta, não levou mais do que dois segundos para atender.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;Ele perguntou se ela queria beber alguma coisa, ela não quis. Ele perguntou se ela queria sentar, ela recusou. Ele perguntou o que poderia fazer por ela. A resposta: sem preliminares. Quero que você me escute, simplesmente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Então ela começou a se despir como nunca havia feito antes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;Primeiro tirou a máscara: "Eu tenho feito de conta que você não me interessa muito, mas não é verdade. Você é a pessoa mais especial que já conheci. Não por ser bonito ou por pensar como eu sobre tantas coisas, mas por algo maior e mais profundo do que aparência e afinidade. Ser correspondida é o que menos me importa no momento: preciso dizer o que sinto".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;Então ela desfez-se da arrogância: "Nem sei com que pernas cheguei até sua casa, achei que não teria coragem. Mas agora que estou aqui, preciso que você saiba que cada música que toca é com você que ouço, cada palavra que leio é com você que reparto, cada deslumbramento que tenho é com você que sinto. Você está entranhado no que sou, virou parte da minha história."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;Era o pudor sendo desabotoado: "Eu beijo espelhos, abraço almofadas, faço carinho em mim mesma tendo você no pensamento, e mesmo quando as coisas que faço são menos importantes, como ler uma revista ou lavar uma meia, é em sua companhia que estou".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Retirava o medo: "Eu não sou melhor ou pior do que ninguém, sou apenas alguém que está aprendendo a lidar com o amor, sinto que ele existe, sinto que é forte e sinto que é aquilo que todos procuram. Encontrei".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Por fim, a última peça caía, deixando-a nua&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;"Eu gostaria de viver com você, mas não foi por isso que vim. A intenção é unicamente deixá-lo saber que é amado e deixá-lo pensar a respeito, que amor não é coisa que se retribua de imediato, apenas para ser gentil. Se um dia eu for amada do mesmo modo por você, me avise que eu volto, e a gente recomeça de onde parou, paramos aqui".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;E saiu do apartamento sentindo-se mais mulher do que nunca."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Martha Medeiros&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-3508123892540965459?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/3508123892540965459/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2009/08/chegou-no-apartamento-dele-por-volta.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/3508123892540965459'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/3508123892540965459'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2009/08/chegou-no-apartamento-dele-por-volta.html' title=''/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-4939469823030762411</id><published>2009-08-15T22:35:00.005-03:00</published><updated>2009-08-15T22:49:29.493-03:00</updated><title type='text'>+ -</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estou passando por momentos estranhos, confusos, cheios de medo. Um caos total. Às vezes acho que tenho pessoas ao meu lado, às vezes quero chorar em qualquer lugar para tê-las. No fim, você sempre está sozinho. Alguém pode até segurar sua mão, mas isso não faz a dor menor. O conflito é imenso. Nesse momento não consigo concluir nada. É como se eu voltasse a ser criança e não tivesse noção do perigo. Como se a dor - já que inevitável - fosse ansiosamente aguardada. Não quero ser fraca ao ponto de romper a linha entre amor e ódio. Mas também não quero sofrer não tendo nada disso. Talvez pela sensação de que minha vida está ameaçada a todo instante eu tenha vontade de falar. Falar tudo. Falar eu te amo, eu te odeio, nunca mais quero lhe ver, sinto saudades, saia de perto de mim. Falar, falar e falar. Ser sincera. Em qualquer situação, de qualquer maneira, com quem quer que seja. O problema é que as pessoas não entendem, não aceitam. Geralmente usam nossa fraqueza pra nos machucar. Acho que por orgulho próprio, por vontade de sentir superioridade. Estou parada, perdida e com medo de tomar decisões precipitadas. Mas também com medo de não agir e acabar não tendo nada por isso. Não sei. Não entendo. Não quero. Não mais...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-4939469823030762411?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/4939469823030762411/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2009/08/blog-post.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/4939469823030762411'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/4939469823030762411'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2009/08/blog-post.html' title='+ -'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4530261216281634417.post-8190532317634742571</id><published>2009-07-18T18:03:00.001-03:00</published><updated>2009-07-18T18:04:12.948-03:00</updated><title type='text'>M E D O</title><content type='html'>Hora errada, pessoa errada, escolha errada, resultado errado. Alguma coisa nisso tem de dar certo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4530261216281634417-8190532317634742571?l=variacoessobreomesmotema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/feeds/8190532317634742571/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2009/07/m-e-d-o.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/8190532317634742571'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4530261216281634417/posts/default/8190532317634742571'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://variacoessobreomesmotema.blogspot.com/2009/07/m-e-d-o.html' title='M E D O'/><author><name>Jéssica Butzge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11352335146558661123</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LQspIS4aEH4/TlXYrpkKOWI/AAAAAAAAAho/fq9p53qT_xI/s220/JJJaaaaaaaaddddd.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
